Negocios foram feitos para ser rentaveis, consulte um especialista em CUSTOS
  

 

 

O nosso blog mudou para:  http://planecon.blogspot.com

 

 

 



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 11h42
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"Enriquecer é uma somatória de atitudes: empreender, inovar, criar, mobilizar recursos, investir com sabedoria, não basta apenas trabalhar."

 Álvaro Modernell

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 99

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador abusa, e com maestria, do ato de procrastinar, que popularmente também chamamos de “empurrar com a barriga”.

 

Em meus trabalhos de consultoria, isto é muito comum entre os empresários, digo até que eu também padeço deste problema em algumas circunstâncias, principalmente quando deixo para o último dia a apresentação de uma palestra ou de um novo modelo de trabalho ao meu cliente. Por sorte, no final sempre acaba dando certo, mas em alguns casos, não, vejamos alguns que já convivi em meus clientes

 

- Um determinado cliente, depois de muito procurar, encontrou um profissional ideal para o qual estava procurando. Apostando na possibilidade de entrevistar mais alguns e, encontrar um profissional ainda melhor, o fez, passado alguns dias, concluiu que o profissional ideal para a sua empresa era aquela que encontrara dias atrás, quando o contato foi feito, o mesmo já estava trabalhando em outra empresa. A procrastinação fez com que um profissional fosse perdido.

 

- Outro cliente estava muito feliz com um determinado profissional. Era comprometido, assíduo e pró-ativo. Certo dia este profissional encontrou outro emprego e pediu demissão. Imediatamente o meu cliente fez a contraproposta, a qual foi recusada pelo profissional que alegou, se isto ocorresse há uns dois meses, eu aceitaria, mas agora é tarde. Lá se foi um bom profissional devido à procrastinação.

 

- Um potencial cliente meu não deu retorno de aprovação de uma proposta de trabalho, isto é normal, ninguém é obrigado a contratar os meus serviços. Passado algum tempo, voltou e me procurou desesperado, precisamos resolver os problemas de minha empresa o quanto antes, precisamos resolver para “ontem”. Não dava mais, a empresa estava tão comprometida financeiramente que pouca coisa podia ser feita àquela altura e, também já não sabíamos mais o quanto esta empresa teria capacidade de pagamento para honrar mais um compromisso financeiro, desta vez com a www.consultoriaplanecon.com.br. A relação comercial não foi em frente e a empresa foi à insolvência.

 

- Outro cliente precisava trocar o galpão, pois teria que devolvê-lo ao proprietário. Foi ao mercado e chegou a encontrar um ideal ao seu negócio. Achou que poderia encontrar um ainda melhor e mais barato, voltando atrás, o tal galpão ideal já havia sido alugado. Acabou encontrando outro, não tão ideal ao seu negócio, em local fora dos planos iniciais e, mais caro.

 

Caro Administrador, ninguém é obrigado a tomar a decisão de forma rápida, mas o mundo gira, a fila anda e boas oportunidades podem ser perdidas pelo simples fato de se querer buscar melhores alternativas, ou seja, procrastinar. Uma revisão de postura e uma decisão na hora certa, podem ser mais vantajosas, aproveite as oportunidades, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.

 

Sigam o twitter http://twitter.com/planecon

 



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 14h20
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"O mundo não está nem ai para os seus problemas, então trate de resolvê-los" Roberto Shinyashiki

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 98

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não leva à sério a “cartilha de Administração”. Administra muito mais pelo “feeling”, se orgulhando disto, do que pelos conceitos e tecnicismos, esnobando-os.

 

O cenário que descreverei agora é muito comum entre os trabalhos que me deparo em minhas consultorias (www.consultoriaplanecon.com.br). Quando somos contratados, normalmente a empresa já se encontra em avançado estado de deterioração.

 

Um cliente meu compra uma nova empresa, normalmente a compra é feita por decisão embasada no “feeling” e depois começa a administrá-la. Passado alguns meses começam surgir a herança do que foi comprado, porque não se fez um sério levantamento do estado da empresa, o que chamamos de Diagnóstico Econômico e Financeiro. Vejam alguns problemas típicos que podem ocorrer em função da compra:

 

- quem compra uma empresa herda todo o passivo da mesma, então começam a vir os processos trabalhistas de funcionários da administração anterior;

 

- problemas com recolhimento dos impostos. Quem imaginou que o governo deixaria o que lhe é devido para lá? Em alguns casos, desenquadramentos do regime tributário da qual a empresa é beneficiária podem ocorrer.

 

- antigas dívidas com fornecedores que eram amigos do antigo proprietário começam a aparecer, às vezes em forma de protesto de títulos, às vezes em forma de corte no fornecimento. É comum encontrarmos acordos verbais que não são passados adiante e se tornam em litígios, gerando gastos com o sistema jurídico.

 

- troca de duplicatas “frias” que foram trocadas com alguma instituição bancária e que começam a ser vencidas. Este crime de estelionato deve ser resolvido por quem comprou a empresa, nem que para isto tenha que acionar o antigo proprietário, mas a instituição financeira virá para cima do atual proprietário.

 

- agora o que de pior que vi ocorrer, dívidas com estelionatários. Já soube de situações onde houve ameaças de morte, ameaças contra a família e tudo mais. Estelionatários não perdoam e querem receber de alguém, de preferência de quem é o atual proprietário da empresa.

 

Caro Administrador, está empolgado com alguma empresa e deseja comprá-la, consulte antes um especialista em Diagnóstico Econômico Financeiro, levante todas as informações necessárias para a aquisição da mesma e faça um tranquilo e bom negócio, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.

 

Sigam o twitter http://twitter.com/planecon

 



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 13h32
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto, hoje é o dia certo para fazer."
(Tenzin Gyatso, 14º Dalai Lama)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 97

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não percebe que a empresa é um sistema formado por vários micros sistemas que se inter relacionam.

 

O que isto significa? Significa que a comunicação entre os mais variados departamentos é fundamental para a produtividade a assertividade nas organizações, ou seja, a sinergia.

 

Em meus trabalhos de consultorias, não raro me deparo em situações de perdas onde a sinergia não ocorre, independente do tamanho da empresa. Veja um cenário muito comum:

 

A empresa tem um profissional no cargo de orçamentista. Orçamentista é o profissional que recebe um modelo de um produto ou o respectivo desenho e, a partir destas informações, começa a calcular o preço de venda objetivo para se produzir tal bem.

 

O conhecimento do orçamentista é técnico e, isto o permite determinar quais operações, tempos, materiais, quantidades e demais recursos são necessários para se produzir aquele bem. Feito o preço de venda, a informação vai para o departamento comercial e para o cliente.

 

Na hipótese do cliente aceitar o preço de venda, gera-se um pedido de venda e a empresa passará a produzir aquele produto.

 

Passado algum tempo de produção, percebe-se que o produto não é rentável e inicia-se uma pressão sobre a área comercial para renegociar o preço. Mas vejamos alguns problemas típicos deste procedimento.

 

O orçamentista, embora tenha o conhecimento técnico, por questões “estratégicas” não poderia conversar com ninguém sobre o novo produto.

 

O orçamentista imaginou uma forma de produção, na qual o responsável pela produção imagina um processo diferente, seja pelo seu conhecimento e experiência, seja pela limitação dos recursos.

 

O orçamentista imaginou um consumo de tempo, na qual o responsável pela produção o faz em maior tempo, pelos mesmo motivo descrito acima.

 

Isto vale para a quantidade de material, perdas e todos os demais recursos de produção.

 

Caro Administrador, eu poderia dissertar sobre vários aspectos que este cenário causa de impactos negativos pelo falta da clareza e de comunicação, ou seja, sinergia, mas toda vez que a comunicação for perfeita, é possível evitar um problema de perda porque o que foi vendido(teoria) não é o que está sendo fabricado(real). Fiquem atentos, pois isto é muito freqüente e, depois de efetuada a venda, só resta lamentar o prejuízo, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.

Siga o twitter http://twitter.com/planecon



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 14h21
[] [envie esta mensagem] []


 
  

“Tudo que é preciso para o triunfo do mal é que as pessoas de bem nada façam”

Edmund Burke

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 96

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não consegue perceber ou transformar uma situação desfavorável em uma oportunidade.

 

Vejam alguns exemplos, onde clientes meus tiveram sacadas interessantes e conseguiram inverter cenários de forma positiva.

 

Há alguns anos, a Prefeitura de São Paulo regulamentou a comunicação visual através da lei Cidade Limpa. Ao ser sancionada a lei, a primeira idéia de meu cliente de comunicação visual foi: “vamos quebrar”. Após muita tensão, choradeira e tudo que de ruim pudesse ocorrer, foi percebido que, para regulamentar a comunicação visual, todas em empresas e comércios da cidade teriam que trocar a comunicação visual irregular por outra regular.

 

Eis que surge uma idéia, desenvolver kits, onde o mesmo contemplava desde a remoção até a instalação da comunicação visual regular. O meu cliente foi para o mercado e fechou muitos negócios. Durante os trabalhos, as paredes por trás da comunicação visual velha estavam degradadas, mais uma oportunidade, instalar placas de brise, transformando as paredes degradadas e belas fachadas, mais negócios foram fechados.

 

Outra situação interessante foi de um outro cliente meu que terceiriza serviços de segurança de casas noturnas. O mesmo estava passando por uma situação difícil e surgiu um potencial cliente num bairro boêmio de São Paulo, onde várias casas do gênero ficam concentradas. O meu cliente, ansiosamente, foi fazer a visita e, depois de esperar por muito tempo no local, recebeu por telefone uma informação de que o tal potencial cliente não mais iria precisar de seus serviços. Chateado, saiu andando pelo bairro e vira outras casas noturnas, resolveu fazer a divulgação do seu serviço de porta em porta. Após alguns dias, três novos contratos fechados naquele bairro.

 

Agora vejamos a minha situação, em certo momento de minha carreira, fui demitido da multinacional em que trabalhava. Aos 38 anos fiquei assustado e preocupado, pois sabia das dificuldades de recolocação de uma pessoa nesta idade para aquela época. Comecei a procurar empresas para comprar e não achava nada que fosse de minha afinidade, afinal, eu não sabia fazer nada, pelo menos em termos de produto tangíveis. Fazer consultoria para mim era algo inimaginável, quem iria contratar um desconhecido no mercado?

 

Fui ao SEBRAE e, conversando com pequenos empresários que lá aguardavam ser atendidos, percebi o quão insatisfeitos estavam com a prestação de serviço do órgão, então caiu a minha ficha, estes pequenos empresários não têm como contratar grandes consultorias, mas podem me contratar por um valor mais acessível e, se eu tiver vários projetos em andamento, posso faturar algo. Não deu outra, muitos negócios foram surgindo, indicações, convites e etc. A Planecon Estratégias (www.consultoriaplanecon.com.br) está a quase oito anos no mercado.

 

Caro Administrador, se o seu negócio não vai bem, várias razões podem explicar, mas a falta de percepção de oportunidades pode ser um fator relevante. Saia do tradicional e tente enxergar o mercado por outra lógica, nem tudo está perdido e, uma perda, pode ser uma excelente oportunidade, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 19h20
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"Trabalhamos com o propósito de tornar nossos produtos obsoletos, antes que nossos concorrentes o façam."

Bill Gates

 

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 95

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador encontra uma oportunidade de negócio, mas não o avalia como um todo, digo, não elabora um Plano Estratégico de Negócios.

 

Recentemente tive contato com um empresário do ramo de prestação de serviços de portarias e limpezas para condomínios e empresas. O mesmo me relatou que não entende porque os seus negócios não decolam se a receita é a mesma de seu antigo patrão.

 

Sem estender muito, questionei qual era a receita de seu ex-patrão. Ele me disse, contrata um funcionário por R$800 e o cobra de seus clientes R$2.000 o posto de trabalho, tendo um lucro de R$1.200 por posto. Então questionei, e qual é a sua receita, faço igual e cobro R$100 a menos para conquistar o mercado.

 

Expliquei a ele que este lucro é ilusório e que, a análise deveria ser feita por um todo, considerando o custo, o lucro e o volume, das quais as três variáveis eram diferentes para o dois.

 

Ainda não entendendo o que eu queria dizer, fiz a seguinte demonstração para ele: 

 

 

Onde podemos concluir que, apesar dos custos fixos dele serem menores do que o do ex-patrão, o ex-patrão ganhava R$94 por posto e ele somente R$10, devido à guerra de preços. Isto porque o lucro ilusório de R$1.200 não considerava custos variáveis importantes como os encargos sociais.

 

Mostrei que apesar da sua estrutura ser mais enxuta do que a do ex-patrão, como ele ganhava apenas R$10 por funcionário, seria necessário ter 392 funcionários para pagar os custos fixos, enquanto o seu ex-patrão precisava de apenas 106 funcionários.

 

Então o questionei, o seu plano para ganhar dinheiro levou em consideração somente cobrar mais barato do que o seu patrão? E ele disse “sim”. Aí está o seu erro, você gerou uma necessidade de 392 postos de trabalhos do qual a sua área comercial vai ter que trabalhar muito e, também demorar, para atingir, se é que está capacitada para isto.

 

Caro Administrador, reflita sobre este fato real e veja se em sua empresa não ocorre o mesmo, lembrando que quanto mais tempo a sua empresa estiver em situação de ponto e atenção, mais vai aumentando os problemas com fluxo de caixa e juros para os bancos. Aliás, os bancos têm batido recordes de lucros e acho que estes cenários têm contribuído muito para isto. Vamos rever o negócio, procure ajuda, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 10h25
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"O problema e que sempre os "melhores" ganham os premios. Precisamos de uma estrategia para trazer os "menos produtivos" para o mesmo patamar dos demais."

Flávio Kavaleski – Empresário Paulistano

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 94

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem a tendência de imaginar que todos são iguais a ele (o Administrador) ou todos são movidos por dinheiro.

 

Vamos lembrar que dinheiro é muito importante, mas a disposição de se esforçar para ganhar mais ou menos depende de cada indivíduo. As pessoas são diferentes. Um indivíduo muito ambicioso pode optar por um caminho diferente do que uma empresa está disposta a lhe oferecer. O mesmo pode até ser seu concorrente, como um indivíduo não tão ambicioso, pode estar satisfeito com sua remuneração, e não é um valor maior que o motivará a se dedicar mais no trabalho. Ainda há outro cenário, o indivíduo pode não ser do ramo.

 

Certa vez, trabalhando para uma loja, fizemos todo um trabalho de revisão da remuneração da equipe de vendas e percebemos que as vendas só aumentaram para aqueles que já eram os líderes de vendas, tornando-os mais distantes daqueles vendedores medíocres.

 

O meu cliente, o dono da loja, não se conformava, mas pode ir se conformando, como dito acima, não é a remuneração maior que irá motivar um medíocre vendedor a vender mais. Vamos um pouco mais além, será que o medíocre vendedor é realmente um vendedor ou está vendedor pelas circunstâncias do mercado de trabalho?

 

Todos sabem que existem vendedores e pessoas que “caem de pára-quedas” na área de vendas, então a culpa é de quem o contratou. Neste caso ainda há dois caminhos, trocá-lo ou treiná-lo. Pode ser que um treinamento de vendas torne o medíocre vendedor num vendedor profissional, ou apenas se confirmará que o mesmo não é do ramo.

 

Muitas empresas contratam quaisquer pessoas para trabalhar em vendas só porque a mesma é desinibida, joga-o na frente do cliente e pode ser uma catástrofe. Vendedor não é isto, vendedor tem o poder da persuasão, ambição, conhecimento do que vende, entre outros atributos, que podem ou não ser despertados em cada indivíduo.

 

Muitos administradores acreditam que basta remunerar que o problema do vendedor estará resolvido e, ainda ouço muito a seguinte afirmação “quanto mais ele se esforçar mais ele vai ganhar, é melhor para ele”. Ledo engano, se ele não é do ramo e ainda não está preparado, não irá vender, não irá ganhar e a empresa muito menos.

 

Caro Administrador, se a sua empresa contratar uma pessoa despreparada para a área comercial e ainda não houver um programa de treinamento, além do incentivo, a sua área comercial estará fadada ao fracasso, pelo menos em relação ao vendedor despreparado. Vamos refletir e lembrar que dinheiro motiva, mas não ensina os medíocres, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.

 



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 10h10
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"A melhor maneira de prever o futuro é cria-lo"

 Peter Drucker

 

 

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Especial

 

Nesta semana, conheçam o filme institucional da PLANECON

 

 

 http://www.youtube.com/watch?v=D7AEkBG3s2o&feature=share

 

 

 

Este filme foi desenvolvido por EfeitoGilson (Gilson Galhardo)

 

 

 

http://efeitogilson.blogspot.com/p/criacao-de-videos.html



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 08h30
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"Por mais escura e longa que seja a noite, o sol sempre volta brilhar”

Encontrado na Internet

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 93

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não percebe que o problema está mais si do que em outros fatores.

 

Uma frase muito comum que ouço de meus clientes e contatos é “acho que vou mudar de ramo, este ramo já deu o que tinha que dar”. Alguém ai já passou por pensamento semelhante ou ouviu algo assim?

 

Não nego que em alguns casos, esta afirmação possa ser verdadeira, por exemplo, uma oficina de conserto de máquinas de escrever pode não ser um bom investimento, bem como uma empresa que conserta toca discos de vinil, embora, podemos encontrar empresas destes ramos no centro de São Paulo e com muitos serviços. Isto porque ainda, há consumidores para estes tipos de serviços. Disse no centro de São Paulo por conhecer melhor esta região, mas não duvido que isto seja comum em outros grandes centros.

 

Mas é possível encontrarmos muitas empresas de conserto de computadores e smartphones que já fecharam, bem como de manutenção de elevadores e restaurantes, ramos em grande expansão, mas que não conseguiram sobreviver aos desafios do dia à dia.

 

Nossa reflexão está em identificar a verdadeira causa e, no meu ponto de vista, conhecendo os meus clientes e muitos contatos, me parece que o problema está muito mais em quem administra do que no mercado ou ramo de atuação.

 

A vaidade de que administra, talvez seja o principal fator, é difícil reconhecer os próprios erros e, eu, humildemente, reconheço que falhei ao abrir uma empresa de telemarketing e não ter sido bem sucedido, isto num mercado em franca expansão. A culpa foi minha, ainda bem que reconheci o erro e corrigi rumos, antes de tudo virar um problema muito grande.

 

Como dizia Einstein, “é uma verdadeira insanidade do ser humano fazer todos os dias as mesmas coisas e desejar obter resultados diferentes”. Na prática tenho me deparado muito mais com cenários desta frase do que mercados saturados.

 

É muito comum eu ser recontratado por um cliente e perceber que os problemas são os mesmos de há alguns anos, mas que as formas de conduzirem os negócios são iguais. Salvo algumas exceções, os problemas permanecem.

 

Então vamos lá, fazer uma verdadeira reflexão, o problema está em quem administra ou no mercado? O consultor aqui nem precisa ouvir a resposta, mas de nada adiantará enganar-se, pois o problema não está com o consultor. Havendo uma verdadeira compreensão do real problema, certamente, a correção de rumo será certeira, como um doente que tem o seu verdadeiro diagnóstico e o remédio correto para a sua doença.

 

Vamos refletir enquanto há tempo, pois tempo é dinheiro e, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 15h25
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"Quem paga errado, acaba pagando duas vezes”

Encontrado na Internet

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 92

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não leva a sua vida a serio. Infelizmente tive um cliente, muito inteligente tecnicamente, muito articulado e capaz em fazer grandes e boas negociações, porém devido a uma doença, tinha problemas com drogas, era incapaz de administrar a sua empresa.

 

Infelizmente o mundo das drogas tira a capacidade de discernimento das pessoas, leva a um grande descontrole e a uma fragilidade em perder o que conquistou. Outro problema é que pessoas com este tipo de doença ficam facilmente expostas aos riscos do negócio.

 

O meu cliente era capaz de dar um “show” de apresentação de sua empresa, mas não era capaz de entregar o produto. Algumas das dificuldades estavam na sua fragilidade em escolher as pessoas certas para trabalhar consigo e, com sua fragilidade emocional, facilmente era enganado pelas pessoas que estavam ao seu redor.

 

Vejamos alguns cenários que o ajudam a se afundar cada vez mais:

 

O meu cliente desenvolvia grandes negócios, mas não era capaz de fazer a manutenção destes negócios, porém sua “equipe” foi capaz de levar os seus clientes para uma nova empresa montada por eles (sua “equipe”). Lembre-se, os clientes são da empresa e não da equipe, porém jamais os abandone.

 

O meu cliente dava mais valor para as pessoas que ao seu lado estavam, com todas as dúvidas sobre seus interesses, do que pessoas que percebiam este cenário e tentavam alertá-lo. Isso era possível porque quem tentava alertá-lo estava menos presente no seu dia a dia do que sua “equipe”. Muito facilmente dinheiro era desviado do caixa.

 

O meu cliente, em momentos de crise, certa vez foi à empresa e vendeu vários equipamentos para adquirir drogas, sendo que no dia seguinte, por falta de cópia de segurança, tudo estava perdido, além da desmobilização. Não raro, valores que deveriam ser destinado ao pagamento de fornecedores e mão de obra eram desviados para aquisição de drogas.

 

O meu cliente tinha momentos de delírios, onde sempre achava que pessoas externas ao ambiente de trabalho estavam o perseguindo, queriam lhe bater, etc., então entrava em depressão e refúgio, onde ninguém o encontrava para algumas decisões importantes e era um prato cheio para pequenos golpes de seus funcionários.

 

O pior de tudo era que todos os seus problemas eram assuntos das rodinhas dentro da empresa na sua ausência. Também era assuntos em seus clientes e fornecedores, isto porque sua “equipe” extrapolava as conversas das rodinhas, o que o tornava uma pessoa desacreditada e fragilizada.

 

Caro Administrador, se você tem algum problema, busque tratamento e se cuide, compartilhe somente com as pessoas de sua família, não deixe isto chegar à sua empresa, jamais demonstre suas fraquezas pessoais para sua equipe, diminua os riscos de desvios, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 10h21
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"Enquanto uns choram, outros vendem lenços”

Marcelo Ortega

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 91

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não acredita em seu potencial.

 

Um de meus clientes possui uma pequena usinagem, organizada, mas sem procedimentos de qualidade escritos e estabilizada economicamente.

 

A empresa se acostumou a fornecer seus serviços a outras pequenas empresas e decidiu expandir os negócios, cujo mercado continuaria sendo o de pequenas empresas. Grande empresa? Quem irá comprar da gente? Era um pensamento coletivo dos sócios e também das pessoas chaves da empresa.

 

Durante o processo de expansão, alguns vendedores foram contratados e, quando os mesmos perguntaram quem são os potenciais clientes, fora dito, quaisquer empresas que utilizem peças para automóveis.

 

Mantendo a motivação dos vendedores, em poucos dias um deles retornou dizendo que tínhamos que nos apresentar para uma grande montadora de automóveis, potencial cliente desejado, mas jamais imaginado, afinal, o meu cliente era pequeno e não atendia as regras desta grande montadora de automóveis. Também nunca foram atrás para conhecer as tais exigências. Que oportunidade!

 

Trabalhei com o emocional do meu cliente, elaborei um plano estratégico e convenci a todos de irmos adiante. A baixa estima era algo difícil de romper, mas não desisti. Chegamos à grande montadora de automóveis e demos um “show” de apresentação, além de promessas de projetos para cumprir com as exigências mínimas.

 

Quiseram visitar o meu cliente, foi outra loucura. Procurei manter o astral e novas apresentações foram feitas aos que vieram visitar o meu cliente. Cogitaram o que já esperávamos: “vocês não têm condições de nos atender”. Então apresentei um cronograma de ações para cumprir as necessidades do potencial cliente, a grande montadora de veículos, e começou um processo de estudos e negociações.

 

Passados alguns meses o projeto foi aprovado, mas parcialmente. O produto pela qual eles se interessaram seria feito parcialmente em meu cliente e as demais operações em uma empresa de “grife”, que atendia as necessidades da grande montadora de automóveis, mas que não estava disposta a investir numa parte do processo, exatamente, uma parte do processo que o meu cliente já tinha instalado em sua empresa.

 

Caro Administrador, não subestime o seu vendedor e muito menos a sua empresa. Os grandes negócios são alavancas impulsionadoras do crescimento empresarial e, você, só tem como saber como está perante os grandes clientes, visitando-os, cultivando o “networking” e elaborando planos estratégicos de ações e cumprindo-os, naturalmente, através de um cronograma aprovado por eles, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 08h52
[] [envie esta mensagem] []


 
  

Republico o blog abaixo (54), pois na semana passada, pela terceira vez, me deparo com o mesmo filme, e não foi por falta de aviso.

 Força colega!

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 90

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem dificuldade em definir o perímetro entre a relação de amizade e a relação profissional. Vou relatar um caso, que é muito comum, e citarei nomes fictícios para preservar as identidades dos envolvidos.

 

O empresário João tinha uma funcionária de confiança fantástica, chamada Maria. Nela se podia confiar a empresa e, em sua ausência, tudo transcorria na maior serenidade.

 

Eu, como Consultor, cheguei a ter dificuldades para desenvolver o meu trabalho, mas como ela era de confiança, melhor era deixar como está e passar apenas alguns sinais para o João, que, naturalmente, poderia duvidar do meu ponto de vista, pois eu estava lidando com uma pessoa de confiança e acima de quaisquer suspeitas. Cabe um comentário, como sempre, a Maria me dizia: "procure a minha estória, nunca processei e nem processarei quaisquer empresas, além do mais, adoro o João e trabalhar com ele, não saio daqui por nada."

 

Se necessário, ela trabalhava fora do horário, aos sábados, domingos e feriados. A confiança era tanta que algumas vezes se confundia a relação trabalhista com amizade. O João também financiou a faculdade dela, investindo no futuro de, talvez, uma pessoa sem futuro.

 

Um dia, o João percebeu que a Maria tinha tudo em suas mãos, os controles fabris, materiais em poder de terceiros, financeiros, etc. Quando questionada, neste caso com a minha ajuda, sobre um posicionamento de tudo, foi percebido que ela não era o que parecia. Vale lembrar o ditado "em terra de cego, quem tem um olho é rei", e que a Maria, até então, acima de quaisquer suspeitas, não tinha o perfil ideal para o cargo que ocupava.

 

Brigas se seguiram à partir de então, a Maria foi desligada da empresa e recebeu tudo que tinha direito e, o que não tinha direito, juntou provas (ela trabalhava aos sábados, domingos, etc.), acrescidas de indenizações de outros fatores (danos morais, assédios, etc.), e foi à justiça, jogando todas as cartas num momento fragilizado do meu cliente João.

 

O João perdeu a causa que ficou em um valor altíssimo por estar mal assessorado pelo seu advogado, inclusive seu parente, poderia recorrer em segunda instância, mas não tinha o dinheiro necessário para um tal depósito, foi executado e teve seus equipamentos da empresa penhorados.

 

Este “filme” eu já assisti várias vezes, principalmente quando se delega muitos poderes à algum funcionário e este, trabalhando aos sábados, domingos e feriados, às vezes de sua casa, consegue juntar provas contra a empresa para, se necessário, usar no futuro.

 

Também costumo dizer que são poucos que, quando casam, pensam que um dia poderão se separar e, neste segundo ato, do ponto de vista material, alguém sempre sai perdendo. Portanto Administrador, reflita, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 20h14
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"Não é o aspecto financeiro, estratégico ou tecnológico. É o trabalho em equipe a suprema vantagem competitiva.”

Patrick Lencioni

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 89

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem a sensação que basta montar o negócio que o mesmo andará por si só. Será?

 

Caro Administrador, se não for feito um grande trabalho de divulgação, é provável que o mercado não saiba que o seu negócio exista ou mesmo a que veio. Então não abra mão do Marketing, é ele quem poderá trazer mais clientes ao seu negócio.

 

Se na hora de vender, sua equipe comercial não tiver a criatividade de perceber que está ali para resolver o problema do cliente, o cliente sempre tem outras opções de solução, pode ser uma venda perdida. Não abra mão do treinamento.

 

Se na hora de formar os preços, todas as despesas fixas e variáveis não forem consideradas, a velha conta não gastar mais do que recebe não fechará, não há mágica, foque energia também no equilíbrio das despesas. Não abra mão de gastar somente o necessário.

 

O mercado determina o preço de venda, porém o nível de faturamento e despesas do negócio, são variáveis que devem ser trabalhadas internamente em busca do equilíbrio e rentabilidade. Não abra mão da busca incessante da redução dos custos.

 

Se na hora de avaliar a viabilidade de seu negócio, for analisado somente a situação bancária, informações importantes como ponto de equilíbrio, lucratividade, capital de giro, investimento em estoques, saldo a receber e a pagar, imobilizado, entre outros, serão desconsiderados e pode-se chegar a uma falsa sensação de um negócio bom ou ruim. Não abra mão dos controles financeiros.

 

Se os investimentos em estoques forem desproporcionais à necessidade do negócio, mesmo não se tratando de produtos perecíveis, podem faltar recursos no capital de giro ou facilitar o desaparecimento de itens. Não abra mão de ter uma visão global do negócio.

 

Enfim, caro Administrador, há uma série de ferramentas, além do seu investimento no negócio, que irão facilitar a Administração do mesmo, não abra mão delas e, se necessário, peça ajuda de terceiros, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.

 

 



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 11h23
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"Às vezes somos Doutores para apontar os erros dos outros, mas não somos nem alunos para investigar os nossos próprios erros."

Recebido pela internet

 

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 88

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador resiste em rever conceitos. Não há um conceito que seja um consenso, mas há sempre alguma coisa para mudar e melhorar em cada negócio.

 

Quando comecei as minhas atividades de Consultoria numa loja, o Administrador foi logo dizendo:

 

- A minha loja bate recordes de vendas todos os meses, pago churrasco para a equipe comercial e não vejo o lucro.

 

Para mim isto é normal, até porque logo percebi que o recorde de vendas era ocasionado pela movimentação de um dos itens do tripé que dá sustentação ao ponto de equilíbrio.

 

Rapidamente dissertando sobre este conceito. O tripé é formado por LUCRO, CUSTO, VOLUME. Todas as vezes que um item do tripé é movimentado, a compensação ocorre num outro item. Por exemplo, se movimentar os CUSTOS para cima, o LUCRO diminui. Se aumentar o VOLUME, o LUCRO aumenta e, assim por diante. Há livros que dissertam o assunto em mais de 100 páginas, vamos ficar por aqui para simplificar.

 

Voltando ao meu cliente, o que ocorria era aumento do CUSTO, sem repasse para o PREÇO DE VENDA ou, até mesmo, aumento dos descontos, não gerando rentabilidade. Com o aumento do VOLUME, o prejuízo era maior, ou seja, a compensação foi no LUCRO.

 

Quanto mais o meu cliente não repassava os CUSTOS para os preços, ou dava descontos, mais ele vendia, e mais prejuízo ele tinha. Tudo isto resultado da pressão feita pela equipe de vendas.

 

Teríamos então de quebrar este círculo vicioso, mas antes eu tinha um desafio ainda maior, convencer o meu cliente e, principalmente, “bater de frente” com a equipe de vendas, que ganha comissão sobre as vendas, e não estava nada comprometida com os resultados da empresa.

 

Passada a fase de convencimento com o meu cliente, num processo que levou alguns meses e também mais prejuízos, corrigimos a tabela de preços. Muitos clientes deixaram de comprar e outros apenas reclamaram, mas continuaram clientes.

 

Passado o primeiro mês, a queda do faturamento foi enorme, mas deu LUCRO. Fizemos diversas reflexões e descobrimos que os clientes que ficaram, deveriam ter um tratamento VIP e os que se foram, muitos até tinham problemas com atrasos de pagamento. Felizmente foi uma ação que deu certo. Ou quase certo. Um novo problema surgiu internamente, os vendedores começaram a se desmotivar porque a comissão diminuiu, então revimos a estratégia de comissionamento.

 

Caro Administrador, o que é melhor, trabalhar muito e ganhar pouco ou trabalhar pouco e ganhar muito? Sem os exageros dos extremos, foi o  que ocorreu com o meu cliente. Reflita, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 09h47
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"Vejam o Carnaval de atos ilicitos que cometemos, e ainda achamos que só os Políticos são corruptos"

Edson Carlos de Oliveira

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 87 (republicação da 32)

 (Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador confunde o seu negócio com instituição de caridade.

 

Vejamos alguns exemplos que tenho deparado em meus trabalhos:

 

- o empregado gasta mais do que recebe, entra em dívida com o banco, cartão de crédito ou quaisquer outras, por que a empresa deve resolver o problema dele? Não seria melhor já prepará-lo para não depender da empresa? Infelizmente, nos dois lados, muitos não entendem isto e o Administrador acaba resolvendo um problema que não é da empresa. Quando isto acontece, a tendência de voltar a acontecer aumenta e, o dia em que o Administrador resolver deixar de ajudar o funcionário, ou um outro funcionário, não importa a razão, terá grandes dificuldades em lidar com o problema, tirando energia do negócio para buscar LUCRO, para administrar conflitos evitáveis.

 

- o empregado tem o direito de receber seguro-desemprego e, por esta razão, o novo empregador acorda com o mesmo de não registrá-lo, enquanto o direito de receber o seguro houver. Neste caso, além de ser conivente com um ato de corrupção, corre sérios riscos trabalhistas com o funcionário acordado. Lembre-se que a relação empregado e empregador é semelhante a um casamento, no dia do casamento ninguém imagina que poderá haver separação e, o mesmo, pode terminar em partilhas de bens injustas. Lá se vai mais energia para resolver problemas que não dão LUCRO. Sobre receber o seguro-desemprego sem o devido direito, o que é muito comum, não justifica alegar que em Brasília se faz pior, o importante é não participar de atos corruptos.

 

- o empregado não quer ser registrado por várias razões, e o empregador aceita e ainda se livra dos encargos trabalhistas. O risco existe e toda a diferença economizada poderá ser paga com juros e honorários de advogados. Lembrando que em causas como estas, levam o empregador a mudar foco dos negócios, que é buscar LUCRO para focar em suas defesas.

 

Enfim,  em inúmeras situações onde o Administrador imagina estar motivando seus funcionários, ele pode estar armando um grande problema para resolver no futuro e com risco de um custo e desgaste maior. A empresa existe para dar LUCRO, CRESCIMENTO e PERPETUIDADE, deixe as ações filantrópicas para quem de direito, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 11h13
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"As pessoas acreditam estar fazendo julgamentos precisos, mas não se dão conta de que o fazem com bases ou fatos imprecisos, até imaginários e com isso causam muito sofrimento"

Odete Martins - Empresária

 

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 86

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não está sabendo focar o seu objetivo para trabalhar a sua estratégia. Vejamos um caso interessante, onde isto ocorre:

 

No primeiro dia de um trabalho meu, numa reunião de reconhecimento da empresa, discutíamos o que fazer para atrair mais clientes. Um dos temas abordados foi a concorrência.

 

Percebi que a equipe sabia muito bem quem eram os seus concorrentes. Alias, este conhecimento qualquer empresa tem. São outras empresas similares.

 

Procurando despertar outros pontos de vistas, demonstrei um conceito que sempre defendo, "nem sempre o concorrente é o óbvio", há outros concorrentes também. Então contei um exemplo que sempre utilizo em minhas palestras e consultorias.

 

Quem concorre com a empresa de pintura predial?

 

Normalmente a empresa de pintura predial classifica outras empresas de pinturas prediais.

 

Então, se um condomínio precisa pintar o prédio e implantar um sistema de segurança sem recursos para fazer os dois, qual serviço será executado primeiro?

 

Aquele que a maioria da Assembléia decidir.

 

Se a decisão for implantar o sistema de segurança, a empresa de pintura predial perdeu a oportunidade de negócio para uma empresa de sistema de segurança, ou seja, não foram as tradicionais empresas de pinturas prediais até então classificadas como concorrentes.

 

Diante este cenário, percebemos muitas vezes que o “inimigo” é maior do que imaginamos, mas se não o conhecermos bem, desenvolveremos estratégias menos eficazes de negócio.

 

Se a empresa de pintura predial ficar focada em mostrar apenas o seu diferencial de qualidade, com o objetivo de se diferenciar de outras empresas de pinturas prediais, poderá se perder no momento de convencer, por exemplo, que a estética da pintura predial poderá valorizar o imóvel, etc. Ou seja, despertar no cliente que a prioridade do condomínio deve ser a pintura, e assim superar objeções relacionadas à prioridade, não apenas à qualidade dos seus serviços.

 

Caro Administrador, vamos fazer uma reflexão, a sua empresa tem domínio da sua concorrência, em todos os âmbitos, para traçar uma estratégia de negócios bem eficaz? Reflita, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 10h29
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"'A mente que se abre a uma nova idéia, jamais volta ao seu tamanho original”

(Albert Einstein) "

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 85

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador, pelas pressões da má fase, normalmente fruto de seu estilo de gestão, toma decisões muita mais pela emoção do que pela razão.

 

Veja um caso real, que aparentemente pode parecer muita infantilidade, mas na hora do desespero, muitos aspectos importantes são deixados de lado.

 

Um cliente meu passou por uma dificuldade financeira terrível, estava muito desmotivado, abalado emocionalmente e não conseguia buscar forças para tocar a sua empresa. Certo dia, motivado para se livrar logo do problema, encontrou, num destes anúncios de jornal, um sócio investidor.

 

O sócio investidor se apresentou à empresa e solicitou que deixasse duas pessoas de sua confiança (do investidor), por um período de três meses para avaliar o negócio, com autonomia para tomar decisões.

 

No calor da emoção, a dupla conquistou a confiança de meu cliente e começou várias mudanças estratégicas, positivas inclusive, o que gerava uma grande expectativa de melhoria na empresa.

 

Passado quase três meses, o pessoal de fábrica entrou em greve. Ao se verificar, foi percebido que os mesmos não haviam recebido seus salários. Algo estava errado, pois o sócio investidor e sua equipe deveria estar resolvendo esta situação.

 

O meu cliente, preocupado com este novo cenário, resolveu verificar junto com os órgãos de proteção ao crédito como estava a empresa, quando descobriu que havia quase duzentos protestos. Ao entrar em contato com fornecedores tradicionais, confirmou que a empresa não vinha pagando os mesmos.

 

Abalado, depois de algumas discussões, o meu cliente desfez o negócio e resolveu resolver tudo sem o sócio investidor. Quando percebeu que algumas contas foram abertas e muito, mas muito crédito foram adquiridos junto a estas instituições bancárias. Provavelmente, uma fraude entre os gerentes dos bancos, o sócio-investidor e os dois funcionários de “confiança”.

 

No fim, o meu cliente ficou com o ônus da má parceria e já há alguns anos abriu um processo. Mas nenhum golpista fora encontrado.

 

Caro administrador, este fato serve para se refletir com quem se faz parcerias, como se toma a decisão, na emoção ou na razão, e não abandonar algumas atividades importantes nas mãos de desconhecidos, mesmo que aparentemente competentes. Hoje a empresa está melhor, mas muito foi gasto para se cobrir os rombos. Atenção às parcerias, fique atento, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 10h34
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"Se for pra errar, erre em algo inédito"

(Millor Machado)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 84

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador toma decisões muita mais pela emoção do que pela razão. Digo isto porque vejo em minhas consultorias muitos equipamentos parados e com alto valor de investimento.

 

Citarei alguns exemplos do que tenho visto por aí:

 

- um equipamento importado, ainda em financiamento, que é capaz de fazer até peças de avião, nunca conseguiram fazê-lo funcionar porque nunca passaram do portão da fábrica de aviões;

 

- um forno que é capaz de fazer uma enorme capacidade de pizza por hora, mas nunca foi usado porque o velho forno a lenha atende as necessidades de demanda;

 

- uma impressora moderna e cara, que é capaz de fazer impressos personalizados e individualizados, mas que trabalha apenas um dia da semana porque não tem pedidos. O faturamento dela não é suficiente nem para pagar a mensalidade do financiamento.

 

- Um galpão alugado há algum tempo para se instalar uma nova unidade fabril, mas que só tem entulhos porque na “correria” não há tempo de programar as instalações, mas por que não entregar o galpão e alugar um em outro momento? Porque o lugar é estratégico e bom (???).

 

- Um equipamento que foi comprado para se adicionar a outro que faz a mesma coisa em um momento esporádico de aumento de produção. A produção caiu e a mensalidade do equipamento continua. Questionado sobre o assunto, a resposta foi, investir em imobilizado nunca é perdido, o meu cliente só esqueceu que paga juros todos os meses por falta de capital de giro.

 

- uma enorme prensa que é capaz de produzir chassis de veículos leves que nunca fora usada, está parada e meu cliente aguardando um dia poder produzir peças para as montadoras. Argumenta que precisa estar preparado para quando isto acontecer. O problema é não querer ou poder investir numa área comercial/técnica com forte poder de penetração nas montadoras porque é muito caro. Será que algum dia a montadora virá bater em sua porta?

 

Caro Administrador, esses são apenas alguns exemplos de inversão de valores e prioridades, desvio de recursos do capital de giro para imobilizado, aumento das despesas não operacionais, que é muito comum em quem não faz um plano estratégico, age por impulso e se sente injustiçado pelo mercado, tudo em nome da oportunidade. Que oportunidade é esta? Oportunidade de jogar dinheiro fora? Fique atento, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 09h25
[] [envie esta mensagem] []


 
  

'A imaginação é muito mais importante que o conhecimento'

(Albert Einstein)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 83

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador acredita que ter um produto de qualidade com um preço baixo é a chave do sucesso. Fico triste em ouvir isso, inclusive de uma faculdade de Administração paulistana em seu comercial de TV. Por quê? Porque só isto não vende!

 

O Administrador deve buscar o nível da qualidade que o mercado deseja, nem mais, para não encarecer o produto, nem menos para não passar por dificuldades comerciais, deve ser na medida certa, mas as suas ações de marketing e a interação com o mercado devem ser fartas.

 

Vamos analisar um caso, muito interessante, que aconteceu comigo. Fui contratado por um cliente que produzia equipamentos eletrônicos. Eram dois sócios e, com o passar de alguns anos trabalhando juntos, já estavam com seus relacionamentos desgastados.

 

No meio do projeto fui surpreendido com a notícia de que a sociedade estava sendo desfeita, o sócio A me disse que enquanto ele se dedicava a produzir equipamentos com qualidade e buscar incessantemente reduzir os custos, o sócio B não participava do negócio, chegava meio dia para trabalhar, implicava com ele com os atrasos da produção, etc. Enfim estava comprando a parte do sócio B.

 

O sócio B não me disse nada a respeito do A e apenas me contratou para ajudá-lo a montar a sua nova empresa. Plano estratégico, econômico, financeiro, recursos humanos, etc.

 

Esta nova empresa do sócio B seria uma revendedora dos mesmos equipamentos da empresa A, e ainda buscaria novas parcerias para vendas de outros tipos de equipamentos.

 

Passado algum tempo, o ex-sócio A começou a passar por uma série de dificuldades e culminou no fechamento de sua empresa. Faliu!  O ex-sócio B, o qual era o meu cliente, cresceu, passou a vender equipamentos de diversas marcas e até hoje está muito bem no mercado.

 

Qual o segredo do ex-sócio B? Interação com o cliente, capacidade de construir grandes redes de relacionamentos, forte penetração em grandes clientes, enfim, fechar negócios.

 

Qual o problema do ex-sócio A? Não saber fazer o que o ex-sócio B sabia, criticá-lo por isso, não querer tê-lo mais como sócio e não saber fechar negócios.

 

Caro Administrador, veja o quanto é importante ir à luta e fechar negócios, não esperar que basta ter um bom produto e preço baixo que os clientes cairão do céu, que o mercado ficará desesperado em ter o seu produto (há exceções, mas...), que as coisas acontecerão por si só. Faça uma reflexão e veja com qual dos ex-sócios você se parece mais e verifique se há um equilíbrio entre produzir e fechar negócios em sua empresa, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 08h03
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"Um raciocínio lógico leva você de A à B. Imaginação leva você a qualquer lugar que quiser”

(Albert Einstein)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 82

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador acredita fortemente que o seu ramo já está “batido” e que ele precisa urgentemente mudar de ramo. Não desaprovo esta tese, mas recomendo antes, fazer uma boa reflexão sobre o tema, pois a conclusão desta tese pode estar equivocada.

 

Há muitos casos onde, a conclusão de mudar de ramo, foi decidida mais na emoção do que na razão. Na maioria dos casos um grande problema ocorreu.

 

Tive um cliente que tinha um negócio que faltava um pouco mais de agressividade no marketing, mas não era perfil dos sócios tal agressividade, me contrataram e pediram uma opinião sobre um novo negócio que queriam abrir.

 

Após alguns estudos, cheguei à conclusão que bastava incrementar o negócio atual para que pudesse ter um crescimento econômico. Mas a emoção dos sócios falou mais alto, não gostaram da minha opinião e partiram para um novo negócio

 

Depois de algum tempo fui recontratado por eles para ajudá-los a rever o novo negócio, que não estava emplacando e, agora, além de ter um negocio não rentável, também haviam contraído dívidas enormes.

 

Voltaram para o negócio anterior, aliás, por uma estratégia bem elaborada, não pararam o antigo negócio. No antigo negócio voltaram a trabalhar na mesma toada, só que agora com uma dívida enorme para ser paga e em muitos anos e, como se não bastasse, com os nomes dos sócios incluídos nos órgãos de proteção ao crédito.

 

Por que isso acontece? Isto acontece porque a decisão foi tomada mais por desespero e emoção do que com a razão e, na falta de um diagnóstico correto, não perceberam que o problema não era o setor que atuavam, mas sim a forma como atuavam. Sendo assim, ao partirem para a nova empreitada, levaram consigo todos os problemas administrativos que tinham.

 

Caro Administrador, quantas vezes os senhores já pararam para refletir se a forma como conduzem os seus negócios está adequada? Há muitos Administradores que apenas avaliam os seus negócios pelos resultados, mas já vimos enormes impérios empresariais saírem do mercado, o que demonstra que obter bons resultados não é garantia de perpetuidade.

 

Então, caro Administrador, que tal fazermos uma reflexão para identificarmos se estamos agindo de acordo com as boas práticas do mercado, atualizados com as novas tecnologias, alinhados com os novos estilos de lideranças para, racionalmente, tomarmos os novos rumos para os negócios, seja ele um novo negócio ou o mesmo, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 10h21
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"Somente os fortes sobrevivem”

Darwin

 

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 81

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador acredita fortemente que o seu ramo é problemático e, é quase impossível, uma forte penetração no mercado, principalmente devido à forte concorrência, mas será que este cenário não poderia ser revertido com um bom Planejamento Estratégico de Marketing?

 

Não podemos duvidar desta poderosa ferramenta se bem utilizada: Planejamento Estratégico de Marketing.

 

Recentemente uma grande empresa francesa lançou um produto, muito pulverizado no mercado, ou seja, diversas marcas e um produto encontrado em qualquer lugar, neste caso não se trata de uma novidade e nem algo revolucionário que mudará as vidas das pessoas.

 

Este produto novo não tem nenhum diferencial em relação à concorrência, ou seja, é exatamente o mesmo produto e, em alguns pontos de vendas, tem até o seu preço maior do que muitas marcas.

 

De uma maneira bem criativa, esta empresa procurou divulgar o seu produto demonstrando as qualidades do mesmo, sempre lembrando que não difere das demais muitas marcas o mercado.

 

Estou me referindo do sensacional lançamento, com repercussão nacional, de uma nova marca de água mineral, isto mesmo, água mineral e sem diferencial:

 

            - a mesma composição dos concorrentes, duas porções de hidrogênio e uma porção de oxigênio;

 

            - embalado na mesma embalagem dos concorrentes, uma garrafa plástica;

 

            - contendo os mesmos volumes dos concorrentes: meio litro, um litro e meio e seis litros;

 

            - a mesma classificação dos concorrentes: água mineral fluoretada e radioativa na fonte e outros mais...

 

O lançamento foi um sucesso e, ouso citar, que já deve estar entre os mais vendidas do país.

 

Qual foi o segredo deste sucesso? O Planejamento Estratégico de Marketing, isto mesmo, alguém dentro desta empresa conhece o poder e a necessidade da divulgação da marca.

 

Caro administrador, será que os seus recursos não estão sendo mal aproveitados e deixando de lado esta poderosa ferramenta, o Planejamento Estratégico de Marketing, em segundo ou terceiro plano? Lembre-se que não basta montar um negócio e esperar os clientes aparecerem, é importante informá-los que o seu produto ou serviço existe e, assim como você investiu no processo fabril, deve também investir no processo de divulgação, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 16h33
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"A força não provém da capacidade física e sim de uma vontade indomável"

Gandhi

 

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 80

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador se esquece de usar uma das ferramentas mais importantes da administração, o PLANEJAMENTO.

 

Planejar é por no papel tudo que se espera vender e tudo que se espera gastar ao longo de um período próximo futuro, após este exercício, verificar se a empresa será lucrativa ou não e, depois fazer outro exercício numérico com o objetivo de tornar a empresa lucrativa. A partir deste segundo exercício, tomar uma série de medidas para que a empresa seja lucrativa.

 

Planejar é antecipar prováveis dificuldades e elaborar uma estratégia de contingência para algum cenário inesperado, dentre eles, redução nas vendas, a quebra de equipamentos, a perda de um funcionário-chave, a entrada de novos produtos no mercado que possa representar um risco para o seu produto ou serviço, lançar novos produtos no mercado, entre outros.

 

Planejar é refletir sobre estratégias à serem implantadas na empresa ao longo de um período próximo futuro, dentre elas, ações de marketing, ações de investimentos, ações de corte de custos, ações de políticas de treinamentos, ações de políticas comerciais, entre outras.

 

Planejar é criar um roteiro a ser seguido para que a empresa busque o seu objetivo, ou seja, o LUCRO. Isto de maneira objetiva, alcançável, assumindo riscos calculados e combatendo as dificuldades, muitas vezes já previstas no planejamento.

 

Planejar é traçar objetivos e os caminhos necessários para atingi-los, considerando e viabilizando todos os recursos necessários, sejam eles materiais, humanos, financeiros, dentre outros.

 

Planejar é um exercício coletivo, onde todas as pessoas-chaves devem ser envolvidas para se atingir os objetivos. De nada adianta fazer um bom planejamento e se esquecer de avisar quem irá executá-lo. Além de envolver as pessoas-chaves, é necessário criar indicadores de medição para avaliações periódicas, com a finalidade de detectar possíveis correções de rumo ao longo do período próximo futuro.

 

Caro Administrador, lembro que algumas empresas, normalmente grandes, dão muito mais importância ao PLANEJAMENTO do que nas execuções do dia-a-dia, ou seja, “matar um leão à cada dia” ou mesmo “viver apagando incêndio”, mesmo porque, a maioria destas dificuldades foram resolvidas antecipadamente no exercício de PLANEJAR, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 10h55
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 17 DE DEZEMBRO, DOIS ANOS DO MEU BLOG, MAIS DO QUE 16.000 VISITAS E, PARA A MAIORIA DOS EMPREENDEDORES, NADA MUDOU, POR ISSO REPUBLICO O MEU BLOG NÚMERO 02

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 79 (Cópia da parte 02)

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não cumpriu todos os planos que elaborou no início do ano. Agiu mais com a emoção do que com a razão, se desesperou e, isto não ajudou em nada na obtenção do lucro. 

 

Muitos Administradores, no inicio do ano, se comprometeram em lançar um produto novo, chegou o fim do ano e o produto não saiu.

 

Muitos Administradores, no inicio do ano, se comprometeram a participar das feiras e convenções relacionadas ao seu setor, o ano acabou e pouco aconteceu.

 

Muitos Administradores, no inicio do ano, se comprometeram a contratar um profissional especialista para resolver determinado ponto de atenção dentro de sua empresa, talvez nada tenha sido feito.

 

Muitos Administradores, no inicio do ano, se comprometeram visitar mais os clientes e aumentar a sua networking, é provável que a sua networking seja a mesma do ano anterior.

 

Muitos Administradores, no inicio do ano, se comprometeram a modernizar o sistema de gestão, mas continua produzindo como sempre produziu.

 

Muitos Administradores, no inicio do ano, se comprometeram à gastar menos do que arrecada, mas isto não aconteceu e percebeu que o seu negócio continua indo do mesmo jeito.

 

Enfim, depois de um ano onde muitas promessas não foram cumpridas, resta culpar os funcionários, o Governo, a China, o Dólar, o Consultor, o monopólio e nunca, nunca o Administrador tem culpa pelo que ELE não mudou.

 

Aquele Administrador que mudou alguma coisa, provavelmente teve um ano melhor, mas aos olhos dos que não melhoraram, foi apenas um ano de sorte. Acorde, mude, não fique parado, planeje 2011 e faça, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.

 

 

FELIZ 2011 e BONS NEGÓCIOS!



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 12h49
[] [envie esta mensagem] []


 
  

 Ficar velho é obrigatório, crescer é opcional”
(Recebido pela internet)

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 78

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor) 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador insiste em querer comparar o seu negócio com outros, pura e simplesmente, com os resultados, esquecendo-se que a principal comparação deveria ser em processos.

É muito comum, alguns dos meus clientes, me perguntarem: “qual é o nível de mão-de-obra necessária para gerir um negócio?” Esta pergunta, para mim, não tem resposta e, quando alguém encontra uma, tenho dúvidas da qualidade da mesma e a duração deste modelo.

Vejamos o exemplo das montadoras de veículos, há alguns anos eram necessários, numa delas, 25.000 funcionários para se fazer 30.000 veículos por mês, hoje esta mesma montadora faz mais de 100.000 veículos por mês com apenas 7.000 funcionários. Imagine se ela tivesse a preocupação de fixar uma quantidade de mão-de-obra para trabalhar, ela teria que ter 120.000 funcionários e um custo de mão-de-obra 380% maior do que há alguns anos.

Vejamos o exemplo de uma grande rede de “fast-food”, ela faz centenas de lanches diariamente com diversos garotos e garotas, à um custo baixo e todos com o mesmo padrão de qualidade e, em todo o mundo, isto porque o processo de confecção de lanches é totalmente padronizado e a equipe, muito bem treinada, voltada para resultados. Tenho certeza de que esta mesma quantidade de lanches é impossível de se confeccionar numa lanchonete comum com a mesma quantidade de funcionários, neste caso porque não há procedimentos definidos, e, além disto, alguns lanches podem ser mais fartos, outros menos, conforme o humor, bem-estar, etc. do funcionário.

Isto acontece porque não há resposta para a pergunta que tanto me fazem: “qual é o nível de mão-de-obra necessária para gerir um negócio?” Ou se houver, talvez a mais adequada fosse: “reduza os custos o máximo que puder, pois enquanto você possa estar preocupado em equalizar alguns números, outros estão pensando em aumentar a produtividade e reduzir custos continuamente!”

Outra razão para este fato está na evolução tecnológica, embora eu tenha citado dois exemplos, onde em um deles a evolução tecnológica é muito forte e em outro, a padronização, sem muita tecnologia, foi a principal razão.

Os japoneses desenvolveram a filosofia do “kaizen”, que significa melhoria contínua. Eles têm em mente que hoje deve ser feito alguma melhoria para reduzir custos ou aumentar a produtividade e, se diariamente há esta preocupação, diariamente algo está melhor do que ontem.

Caro Administrador, o que você fez hoje em sua empresa para ela estar melhor do ontem? O que você pesquisou sobre modernização de sua empresa para ela estar melhor do que ontem? Quais procedimentos você adotou para sua empresa ser melhor do que ontem? Se suas respostas têm sido “não”, talvez esteja na hora de começar a revisar o seu modelo de trabalho, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.

 



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 09h34
[] [envie esta mensagem] []


 
  

 

"È MELHOR UM FIM TRÁGICO DO QUE UMA TRAGÉDIA SEM FIM"

(Recebido pela Internet)

 

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 77

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem enormes dificuldades em perceber os custos ocultos do seu negócio.

 

Vejamos alguns exemplos muito comuns de custos ocultos que deparo em meus trabalhos de consultoria.

 

Uma venda é realizada considerando determinada matéria-prima para a sua execução, mas durante a execução, o consumo é maior do que no momento da venda, ou seja, vendeu-se um produto e entregou outro mais caro. Para exemplificar, podemos citar uma venda de uma cadeira de madeira, mas no momento da entrega, se acopla uma almofada que não havia sido negociada estrategicamente, nem como brinde, há custos ocultos.

 

Outra situação é a venda de um serviço que se espera consumir determinada quantidade de horas, mas se consome muito mais do que o esperado. Seja por não dimensionar corretamente a quantidade necessária para o serviço, ou seja, devido a retrabalhos, há custos ocultos.

 

Retrabalhos, fazer de novo o que deveria ter sido feito certo na primeira vez. Neste caso se consome, quase sempre, mais material do que o vendido e também mais horas de trabalho do que a vendida, há custos ocultos.

 

Tomar decisões na emoção para resolver atrasos de produção, ou seja, decisões irracionais de se terceirizar serviços para cumprir prazos, isto não havia sido negociado no momento da venda, há custos ocultos.

 

Ainda com relação a tomar decisões na emoção para resolver atrasos de produção, às vezes se contrata funcionários sem mesmo saber se haverá necessidade de mantê-lo após a entrega do produto ou serviço, sem contar que na “urgência”, a probabilidade de se contratar um mau funcionário é maior, há custos ocultos.

 

Outro cenário muito comum é o desperdício de material e tempo causado pelos funcionários, quando estes zombam da arrogância da chefia, que tem dificuldades em liderar equipe e tenta resolver a maioria dos problemas da empresa na “gestão do grito”. Enquanto se perde tempo com a "festa da zombaria" devido ao "show do chefe", há custos ocultos.

  

Enfim, de nada adianta efetuar uma “boa venda” sem as ferramentas básicas de administração, tais como planejamento, organização, direção e controle. Todos os exemplos citados acima, se refletidos com racionalidade, encontraremos respostas na falha de uma destas ferramentas da administração.

 

Caro Administrador, se quiser ter uma empresa saudável, faça uma administração saudável, planeje, organize, dirija e controle todas as ações empresariais para buscar o objetivo principal do seu empreendimento, o LUCRO, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 19h19
[] [envie esta mensagem] []


 
  

“Dependendo do serviço prestado, lembre-se que todos já têm o seu problema resolvido, cabe ao fornecedor mostrar porque o seu serviço é melhor.”
(Cláudio Artero – Empresário Paulistano)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 76

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem enormes dificuldades em controlar suas ansiedades e tomam decisões muito mais baseadas na sua emoção do que na razão.

 

Muitos de meus clientes sentem na pele este problema, principalmente quando se trata de admitir ou demitir pessoas de sua equipe.

 

Vejamos alguns exemplos, muito comuns entre os meus clientes e, acredito, em muitas empresas também:

 

O funcionário faz algo errado e a primeira decisão é demiti-lo. Não estou fazendo nenhuma apologia de não se demitir quem faz algo errado, mas provocar uma reflexão se esta é a melhor solução e, após a reflexão, tomar a melhor decisão, que pode até ser a demissão.

 

Infelizmente, devido à má contratação, que é um problema, geralmente, causado pela ansiedade, em pouco tempo de trabalho se demite, ou seja, gera um “turn-over” alto e aumenta-se os custos com movimentação de pessoal, treinamento, etc.

 

Quando se contrata uma pessoa, nem sempre há a preocupação em treiná-la e se espera que ela venha pronta do mercado. Ledo engano, são raros os casos em que alguém vem “pronto” do mercado e, quem está “pronto”, normalmente já está bem empregado, além deste profissional também ter o seu preço, nem sempre compatível com o que quem contrata está disposto a pagar.

 

Outro problema com o alto “turn-over” são as promessas não cumpridas. Já vi casos de promessas de benefícios feitas, serem arbitrariamente alteradas pelo empregador pelo simples fato do contratado não corresponder às expectativas, sempre lembrando que na hora de prometer, nem sempre houve uma vinculação entre o que foi prometido e as expectativas.

 

Outro engano comum é ameaçar as pessoas, às vezes com alteração no tom de voz e até expondo as pessoas diante de seus colegas de trabalho. Este cenário, além de ser um crime previsto em lei, faz com que gere desmotivação no ambiente de trabalho e, que na maioria dos casos, leva a um boicote generalizado. Lembrando também que na ausência do líder que provocou o mal estar, tudo vira motivo de piadas, seja contra o humilhado ou contra o empregador. Lembrando que enquanto se faz piadas, reduz-se a produtividade.

 

Caro Administrador, é importante refletir sobre sua postura na administração de seus recursos humanos, lembrando que a sua empresa não é a única disponível no mercado e que as pessoas não estão morrendo de vontade de trabalhar nela, elas só trabalham por uma questão: NECESSIDADE, e se houver opções, elas irão para outras empresas e não havendo, ficarão na sua empresa e, neste caso, vale refletir que quem não arruma outra empresa pode ter uma incompetência que está sendo absorvida pela sua empresa. Fique atento, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 14h23
[] [envie esta mensagem] []


 
  

“Uma parte dos homens age sem pensar e a outra pensa sem agir.”
(Jean-Jacques Rousseau)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 75

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem dificuldades em focar na prioridade. Antes de citar problemas muitos comuns aos meus clientes relacionados à este fato, vamos entender um pouco sobre a evolução da ORGANIZAÇÃO, baseada numa estória didática que ouvi de um colega.

 

Quando surgiu o primeiro automóvel, tudo era simples, o mesmo desfilava pelas ruas da cidade sem maiores problemas, até que foram surgindo outros e mais outros.

 

Uma pequena confusão começou a surgir com um numero maior de automóveis circulando pelas ruas e, foi necessário criar um procedimento para resolver o trânsito, então se estabeleceu que os automóveis deveriam circular somente pelo lado direito das ruas, surgiu assim o primeiro procedimento organizacional do trânsito.

 

O tempo foi passando e mais automóveis foram sendo colocados em circulação, algumas confusões, somadas à alguns acidentes e uma nova necessidade, a criação dos semáforos nos cruzamentos, então foi criado mais um procedimento organizacional no trânsito.

 

O tempo foi passando, os automóveis circulando pelas ruas foram aumentando e as necessidades de novos procedimentos também. O conjunto destes procedimentos se transformou no Código Nacional de Trânsito de Veículos Automotores.

 

Podemos concluir que primeiro foram surgindo os problemas, a partir dos problemas as soluções foram sendo criadas em forma de procedimentos, o conjunto destes procedimentos criados para facilitar a vida em conjunto no trânsito, realizados de maneira lenta, passo à passo, se transformou num amplo conjunto de regras.

 

Muitos de meus clientes preferem focar em criar procedimentos primeiro, antes dos problemas operacionais surgirem, e acreditam que suas empresas passam por dificuldades pela falta destes procedimentos.

 

Será que não estão gastando energia criando procedimentos à espera dos problemas, esquecendo-se de gastar energia criando negócios? Os negócios vão impulsionar o giro da empresa e, quem estiver administrando a produção, logística, créditos e etc., que resolvam as confusões que poderão ocorrer com o aumento das vendas e, criar os procedimentos a partir das necessidades de se organizar para atender o volume maior de vendas.

 

Caro Administrador, vamos focar mais em fechar negócios e deixar estes gerarem os problemas, para depois, encontrarem formas de atender a demanda e resolver os problemas criando os procedimentos, transformando-os em modelos organizacionais ou de gestão, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 09h30
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"A grandeza de uma pessoa não se mede pelo espaço que ela ocupa em nosso coração, mas sim pelo vazio que deixa quando está longe"

Odete Martins

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 74

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador, ao formar o preço de venda, tem a ilusão de que basta saber o custo do produto que será vendido, olhar para o mercado e achar um indicador que todos aplicam para chegar ao preço de venda.

 

Desta forma muitas empresas cresceram, mas a maioria não sobreviveu para contar a sua história, para melhor entendimento vamos analisar um cenário muito comum que vivo em minhas consultorias. As empresas A e B eram concorrentes.

 

Olhando de fora, tínhamos a impressão de que a empresa A revendia seus produtos formando seus preços de vendas a partir da multiplicação de 1,4 sobre o preço de custo em suas compras.

 

O meu cliente, a empresa B passou a copiar e, em alguns casos até a ousar e multiplicar, em algumas formações de preços, por 1,35. Quando fui contratado vi este cenário, mas quem me contratou tinha enormes dívidas e não entendia como a empresa A conseguia sobreviver. Achava-se até que a empresa A tinha sócios ricos e que bancavam os prejuízos.

 

Bom, nem precisou de muitas análises para chegarmos a algumas conclusões, a saber:

 

- a empresa A não multiplicava seus preços por 1,4, era apenas uma ilusão matemática, o que ela tinha de diferente era a quantidade que comprava, isto permitia descontos e possibilitava maiores ganhos com o mesmo. Sendo assim o seu multiplicador era em torno de 2;

 

 - a empresa A comprava maiores quantidades porque vendia mais. Vendia mais porque investia forte na área comercial, remunerando os seus vendedores mais do que o meu cliente (o B), sendo assim, atraia os melhores vendedores para a sua empresa. Lembro que o meu cliente (o B) tinha como pensamento que, primeiro o vendedor deve mostrar serviços, depois se avaliar melhorias na remuneração, sendo também que, quando se fazia uma venda grande, a comissão do vendedor era maior e, o meu cliente (o B), não cumpria o prometido;

 

- a empresa A, devido ao conjunto lucro-custo-volume, resultado de um forte investimento na área comercial e publicidade, era mais conhecida e gerava maior credibilidade aos clientes, o que a fazia vender ainda mais;

 

- a empresa B, a minha cliente, não entendia todo este cenário e tinha enormes dificuldades em se adaptar a esta realidade, insistindo em vender a preços baixos, sem tornar a sua estrutura de custos compatível, ou seja, encolher para poder crescer;

 

Caro Administrador, este cenário é mais comum do que se pode imaginar e a sua empresa pode estar passando por problemas semelhantes, faça uma reflexão em sua política de formação de preços e na sua estrutura de custos, Afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 08h14
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"O maior castigo daqueles que não se interessam por política, é que serão governados por aqueles que se interessam”

Arnold Toynbee

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 73

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador, ao se deparar com problemas do dia a dia, tem uma tentação em investigar o culpado e não a sua causa.

 

Concordo que o culpado deva até ser punido para o problema não voltar a ocorrer, mas será que o culpado é mesmo quem se apurou? Ou seria a desorganização da empresa?

 

Vejamos algumas vivências para reflexões:

 

            - o pedido de venda foi cancelado devido ao atraso na entrega, então a produção é punida. Será que a causa é a produção? Poderia ser devido à falta de conhecimento de quanto tempo se leva para produzir ou executar o serviço? Poderia ser devido à falta de conhecimento do acumulo de trabalho? Poderia ser devido à uma negociação mal feita? Poderia ser por falta de recursos materiais ou humanos? Poderia ser a falta de comunicação interna entre os departamentos da empresa? Poderia ser por falta de expertise? Qual seria a verdadeira causa?

 

            - Quebrou-se um equipamento de trabalho, então o funcionário que quebrou é punido. Seria a causa da quebra a pressão psicológica para cumprimento do prazo? Seria devido à ameaça para se ter qualidade no produto ou serviço? Seria por falta de um plano de manutenção preventiva do equipamento quebrado? Seria pela falta de controle de todos os usuários do equipamento que culminou na quebra com o último usuário? Seria a qualidade do equipamento na busca de preço de compra mais baixo? Seria a falta de treinamento do usuário para a utilização do equipamento? Qual seria a verdadeira causa?

 

            - O departamento comercial não consegue desenvolver novos clientes ou aumentar as vendas, então a equipe de vendas é punida. Seria a causa a falta de condições de trabalho da equipe de vendas? Seria a causa o alto preço de venda devido à desorganização da empresa que gera um elevado custo para a produção do bem ou serviço? Seria a falta de divulgação da marca, produto ou serviço para o público alvo? Seria a falta de treinamento da equipe de vendas para ter melhor conhecimento do produto ou serviço? Seria a falta de treinamento da equipe para fechar negócios? Seria a estória negativa que a empresa construiu ao longo do tempo e não tem feito nada para reverter? Qual seria a verdadeira causa?

 

Caro administrador, vejo com muita freqüência os meus clientes querendo resolver seus problemas administrativos num passe de mágica, como se a causa fosse um funcionário específico. Percebo que ao trocar um determinado funcionário o problema persiste, qual seria a verdadeira causa? Será que não está na hora de se fazer um reflexão no atual modelo de trabalho? Afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 09h57
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"Os problemas existem para fortalecer a existência das soluções”

Carlos Alberto da Rocha – Empresário Catarinense

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 72

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador, assim como muitas pessoas com os seus vícios, têm enormes dificuldades em reconhecer os seus erros.

 

Certa vez, após uma palestra ministrada por mim, fui questionado se algum cliente meu teve fracasso com o meu trabalho de consultor. Justifiquei ao espectador que sim, isto é normal, pois um conjunto de fatores pode levar uma empresa a ser fechada, assim como um obeso não pode culpar o médico ou a nutricionista pelo fracasso de seu regime.

 

Mas eu também tenho um fracasso para compartilhar, onde a culpa foi toda minha, tenho a humildade de reconhecer e, confesso, aprendi muito com os erros cometidos por mim.

 

Há algum tempo me aventurei em montar uma empresa e, sem deixar a consultoria de lado, não dei a devida consultoria a esta empresa, o que a fez causar prejuízos e tomei a decisão de fechar.

 

Poderia acusar alguém por este fracasso, mas na realidade, o grande erro foi meu, vejam alguns dos erros que cometi e algumas lições que aprendi.

 

            - não soube escolher a pessoa certa para tocar o empreendimento;

 

            - não soube treinar a pessoa que escolhi para que a mesma tivesse o melhor desempenho, aliás, falhei ao imaginar que uma pessoa despreparada aprenderia sozinha a administrar algo que era novo para ela;

 

            - não soube preparar a pessoa para lidar com as diferenças entre os membros da equipe, o que gerou um ambiente desmotivador;

 

            - não soube reverter os clientes perdidos em função da qualidade dos serviços prestados;

 

            - não soube negociar preços compatíveis com a estrutura de custos que investi;

 

            - falhei muito no pós-vendas, delegando esta função para uma pessoa que ainda não estava preparada, principalmente por eu ter tido atitudes do tipo: “se vira”;

 

            - falhei ao investir apenas dinheiro neste negócio e não investir conhecimento, organização, direção, controle e planejamento.

 

Caro administrador, se você viu algo semelhante em sua empresa, repense e invista dedicação ao seu negócio, saiba que os problemas não se resolverão sozinho, aliás, esta foi a principal lição que aprendi, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 20h31
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"A preguiça caminha tão devagar, que a pobreza não tem dificuldade em alcançá-la, acorde cedo e trabalhe muito” - Confúcio

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 71

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador prefere trabalhar mais que o necessário para obter o seu objetivo, o LUCRO. Parece que está contradizendo a frase acima do Confúcio, mas talvez a mesma deva ser completada com “trabalhe certo”.

 

Vejam alguns cenários curiosos que vivenciei em alguns clientes:

 

            - um cliente meu trabalhava muito, tinha um quadro de pessoal enorme, não precisava fazer divulgação de sua atividade, sempre tinha clientes, mas não sobrava dinheiro no final do mês. Após o diagnóstico, foi percebido que o preço de venda dele era tão baixo que, além de não cobrir os custos, gerava uma enorme correria na empresa para nada. Ao ajustar o preço, o movimento caiu, o quadro de pessoal diminuiu e começou a sobrar dinheiro no final do mês.

 

            - outro cliente meu desafiava a equipe de vendas a bater recordes de vendas e, todos os meses, frenquentavam uma churrascaria para comemorar o recorde de vendas novo, só não conseguia comemorar o recorde de lucro, talvez o de prejuízo. A equipe de vendas tinha muita autonomia para determinar o preço de venda. A partir de um determinado momento, os preços de vendas foram corrigidos, o faturamento mensal reduziu e o lucro apareceu. Outro detalhe curioso foi que a maioria dos clientes que o abandonaram, também causavam problemas com inadimplência.

 

            - um terceiro cliente meu tinha o faturamento compatível com a sua atividade, tinha lucro e tudo transcorria na maior serenidade possível, era muito fácil trabalhar neste cenário, quando de repente, um cliente dele que representava noventa por cento do faturamento resolveu abandoná-lo. Todo o período em que tudo transcorria muito bem, gerou certa comodidade que passou despercebido que este cliente meu precisava ter um departamento comercial como qualquer outra empresa e, o caos se instalou na empresa com a enorme queda do faturamento.

 

            - um quarto cliente meu tinha muitas dificuldades em delegar serviços simples aos funcionários, não acreditava neles e com isto se sobrecarregava de tarefas operacionais, até se esquecia de fechar novos negócios e, consequentemente, gerar maiores resultados. Certo dia resolveu fazer uma mudança radical em seu comportamento, num primeiro instante se sentia inútil por não desenvolver atividades operacionais, mas passado algum tempo, começou a perceber que o resultado da empresa havia melhorado. Este meu cliente passou a trabalhar certo.

 

Portanto, caro Administrador, se algumas destas cenas se parecem com a sua realidade, repense suas tarefas para poder trabalhar certo, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 07h30
[] [envie esta mensagem] []


 
  

“DIA 09 DE SETEMBRO – DIA DO ADMINISTRADOR”

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 70

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador espera chegar uma determinada data para começar a mudar e, como num regime de um obeso, este dia demora a chegar, começando a mudar quando às vezes já se perdeu muito.

 

Neste último final de semana senti fortes dores no peito e fui levado ao hospital, no qual fui tratado muito bem e passei por diversos exames, após a conclusão de que foi apenas um susto, recebi diversas recomendações da equipe médica que estava de plantão, como deixar de ser sedentário, emagrecer, mudar hábitos alimentares, etc. Enfim, procedimentos que todos sabem, poucos fazem e que só fazem bem à saúde.

 

Levando isto para o âmbito da Administração, percebo que há procedimentos saudáveis na empresa, que todos sabem, poucos fazem e talvez, os que sobrevivem, precisam de um aviso, como o que tive, para começar a mudar. Que tal começar a mudar antes de receber o tal aviso?

 

Seguem alguns procedimentos simples, saudáveis e que só farão bem para a sua empresa:

 

            - Gastar menos do que se arrecada;

 

            - controlar todas as entradas e saídas de recursos, sejam financeiros ou materiais;

 

            - valorizar o bem mais precioso que a empresa tem: o ser humano, são eles que fazem a empresa andar. Temos exemplos de grandes companhias, com patrimônios enormes, e com dificuldades também enormes. Valorizar sua equipe não é apenas dar cestas básicas e outros benefícios, mas manter um bom clima organizacional e também treiná-la.

 

            - investir na divulgação do seu produto, pois é a sua empresa que precisa aparecer para o mercado e não o contrário, aliás, o mercado está pouco preocupado com a sua empresa;

 

            - não centralizar muitas atividades contigo, delegar e ocupar a maior parte do seu tempo em planejamento estratégico, este será a força propulsora para o sucesso de sua empresa;

 

            - não perder tempo buscando os responsáveis pelas ações fracassadas, mas aprender com elas e corrigir rumos para não cometer os mesmos erros, pensar um pouco mais no futuro do que no passado;

 

            - entender que o único responsável e interessado pelo sucesso da sua empresa é você, por isso, pense estrategicamente e não espere que a sua equipe esteja morrendo de vontade de ajudá-lo, aliás, dependendo de um conjunto de fatores, a sua equipe poderá processá-lo quando deixar de fazer parte dela e, neste caso, lembre-se do conselho de tratar bem dela.

 

Enfim, não há a necessidade de “receber um aviso” para mudar hábitos e começar uma vida mais saudável para a sua saúde e a saúde de sua empresa, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 07h44
[] [envie esta mensagem] []


 
  

“Sempre há várias formas de se resolver um problema, o fracasso está na desistência da busca da solução”

Edson Carlos de Oliveira

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 69

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador acredita que basta montar um balcão e aguardar o cliente chegar, mas nas maiorias das vezes o cliente não chega e, uma das causas, é um pequeno detalhe como o cartão de visitas mal utilizado.

 

Vejamos alguns casos curiosos que já verifiquei ao longo de minha carreira, sendo que, em um dos casos, até aconteceu comigo, o que prova que todos estão sujeitos a esta dificuldade.

 

            - Um colega estava em uma oficina mecânica e ao lado dele um empresário ao telefone discutindo com o seu contador. Ocorreram algumas divergências e, ao desligar o telefone, o empresário comentou com o meu colega, pegaria o primeiro contador que surgisse na minha frente só para não trabalhar mais com este. Até o desabafo ocorreu algo rotineiro, o problema foi que o meu colega era contador e, por não estar com um cartão de visita, não passou o seu contato para o empresário. Neste caso, será que precisaria de cartão? Não era só fazer a venda do serviço?

 

            - Eu estava assistindo uma palestra de um guru das vendas, a maioria do público no auditório eram profissionais de vendas interessados em enriquecer suas experiências. Em algum momento da palestra, o guru pergunta se a platéia já havia trocado cartões de visitas para futuros negócios, a platéia responde com um sonoro não, então o guru libera cinco minutos para que a troca de cartões ocorresse, eis a decepção, a grande maioria não tinha cartões de visitas para trocar, inclusive eu. Foi uma grande oportunidade perdida para a grande maioria da platéia.

 

            - Muitos clientes meus, após uma grande insistência minha, resolvem visitar feiras e eventos, retornam com um arsenal de folders, revistas e publicidades de empresas que poderão se transformar em parceiros comerciais, mas não levaram um cartão de visita para deixar nos estandes da feira, proporcionando uma impossível busca de sua empresa para futuro negócios.

 

            - Recebo cartões lindos e maravilhosos de diversas pessoas que vou conhecendo ao longo da minha carreira. Quando vou organizar os cartões percebo que as combinações de cores dificultam a identificação, a leitura ou então o pior, o cartão tem o nome da empresa, normalmente desconhecida por não ter o apelo de marketing das grandes empresas e, não consigo identificar o que empresa do dono do cartão de visitas faz.

 

Caro Administrador, vamos deixar de desperdiçar o seu cartão de visitas com pessoas que não irão fechar negócios contigo, e distribuí-lo melhor e mais para potenciais clientes, tornando o seu negócio mais conhecido e mais vulnerável a fechar um grande negócio, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 08h52
[] [envie esta mensagem] []


 
  

“Em momentos de crise, só a imaginação é mais importante do que o conhecimento”

Albert Eistein

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 68

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem enormes dificuldades em arregaçar as mangas e fazer as coisas acontecerem.

 

Para fazer as coisas acontecerem há várias formas, vejamos algumas delas:

 

- pôr a mão na massa, sempre se precavendo para as reais prioridades do negócio, tenho um cliente que entende que pôr a mão na massa é acordar cedo, trabalhar até tarde da noite e deixar todos os procedimentos burocráticos em dia, mas os negócios não acontecem, o pior é que seu sócio pensa do mesmo jeito, deixando a área industrial quase que bem organizada. Esquecem de fechar negócios, assumem e dizem que não gostam da área comercial. Incrível, mas é verdade. Sempre reclamam que os negócios não vão bem.

 

- não delegar tarefas simples para os funcionários menos qualificados, quando não passam tais tarefas para estes funcionários, preferem fazer. Tenho alguns clientes que preferem ir até um centro comercial comprar um fardo de papel higiênico do que visitar um cliente. Também reclamam que os negócios não acontecem.

 

- não definir uma política de remuneração motivadora para a equipe comercial, quer que este pessoal ganhe somente se realizarem negócios. Neste caso geram uma dificuldade de contratação de pessoas competentes e captam apenas aventureiros desesperados que contribuirão para o aumento do “turn-over”. Não raro reclamam que o seu negócio não passa por momentos de glória e vivem patinando nos negócios.

 

- não tratam sua equipe com respeito e querem respeito de sua equipe, desejam obter resultados na base da ameaça e pensam que existe somente a sua empresa que emprega funcionários no mercado, neste caso os piores funcionários permanecem por longos tempos na empresa, com baixa produtividade e baixa auto-estima. Vivem reclamando da equipe e da falta de resultados.

 

- investem fortunas em software e sonha que o mesmo funcione sozinho, neste caso não percebe que também deverá investir em fazê-lo funcionar e até interferir na implementação para que o investimento tenha retorno. É comum, em um curto espaço de tempo, investir em outros softwares, deixando o investimento anterior de lado imaginando que algum software tenha uma varinha mágica para funcionar sozinho. Resultado, altíssimo investimento em sistemas que não consegue por para funcionar, sem perceber que em outras empresas, o software abandonado funciona bem, se não, a empresa de software nem conseguiria existir.

 

Caro Administrador, vamos tomar cuidado com suas ações, lembrando que uma empresa existe para dar LUCRO e todos os esforços devem estar concentrados para este fim: LUCRO, lembrando que sua equipe, fornecedores e clientes não estão morrendo de vontade de obtê-lo para você, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 09h47
[] [envie esta mensagem] []


 
  

“As oportunidades nunca são perdidas, alguém vai aproveitar as que você perdeu”

Shakespeare

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 67

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem enormes dificuldades em perceber onde realmente está o problema, se gasta muita energia procurando um culpado, quando na realidade o problema pode estar em si mesmo.

 

Vejam este caso real que ocorreu com um cliente meu. É um fato comum e perigoso.

 

O meu cliente estava muito desgastado com o seu negócio, já não aguentava mais acordar diariamente com o objetivo de tocá-lo e enfrentar as mais variadas dificuldades do dia a dia, por outro lado, era pouco ousado nas estratégias comerciais e de marketing e via, quaisquer investimentos nesta área, como um investimento de retorno duvidoso.

 

O meu cliente era muito centralizador, não confiava nas pessoas e tinha uma sensação de que todos queriam se aproveitar dele. Também criou uma expectativa de que se mudasse de ramo, os seus problemas seriam resolvidos.

 

Fui contratado para a avaliação econômica de sua atividade e também da atividade na qual desejava atuar. Recomendei apenas uma alteração de seu comportamento, mas que continuasse no mesmo negócio, por várias razões, já havia um mercado conquistado, apesar das dificuldades em ser ousado mercadologicamente, já dominava o processo fabril, enfim, já era do ramo.

 

O meu trabalho terminou e, após alguns meses, fui novamente contratado por este meu cliente, que já estava no novo negócio, com dificuldades de engrenar e com uma dívida muito além da sua capacidade de pagamento. Por uma feliz questão estratégica, ainda não havia abandonado o negócio anterior.

 

Recomecei o trabalho e concluímos que levaria alguns bons anos para se estabilizar economicamente na nova atividade, não deixando de lado a recomendação de ser ousado nas estratégias comerciais e de marketing.

 

Como o meu cliente já tinha um conceito de que ousadia nas estratégias comerciais e de marketing tinha retorno duvidoso, esta concepção permaneceu no novo negócio. Resultado: o problema continuava e, a mudança de atividade econômica não resolveu o problema da postura empreendedora do meu cliente.

 

Hoje o meu cliente fechou o novo empreendimento e ficou apenas com o seu antigo negócio, com os mesmos problemas mercadológicos e mais um outro, ainda mais complexo, uma grande dívida para pagar da empreitada errada.

 

Portanto, caro Administrador, não há problema em mudar o ramo de negócio, mas identifique se o problema real é este, pois do contrário, poderá gerar um problema ainda maior. Havendo dificuldades, contrate um especialista para ajudá-lo, mas não apenas para confirmar o que você acha, mas para ajudá-lo mesmo, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 08h15
[] [envie esta mensagem] []


 
  

“A maioria das empresas não precisam de concorrência para os seus fracassos. A própria administração é auto-suficiente para isto”

 Odete Martins – Executiva de Negócios

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 66

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem dificuldade em admitir sua incompetência à frente de sua empresa. Normalmente este Administrador age muito mais com a emoção do que com a razão e, não percebe que a solução de seus problemas está na mudança de suas atitudes.

 

Vejamos exemplos muito comuns que encontro em meus trabalhos de Consultoria:

 

- Há Administradores que não percebem que são referência em seus negócios para a sua equipe, então têm comportamentos inadequados para um ambiente profissional e espelha para a sua equipe este comportamento, resultado, dificuldades nos negócios.

 

- Há Administradores que não querem entender como trabalham a concorrência, quais os seus pontos fortes e fracos e as diferenças entre o seu negócio e o deles, para em cima deste conhecimento, tirar vantagens competitivas, resultado, dificuldades nos negócios.

 

- Há Administradores que não querem perder negócios e abaixam seus preços a níveis incompatíveis com a estrutura de custos de sua empresa, em muitos casos acreditam até que desta forma é possível obter uma “vendinha” para girar o negócio e mantê-lo vivo, resultado, dificuldades nos negócios.

 

- Há Administradores que querem manter um padrão de vida incompatível com a capacidade de geração de recursos de sua empresa, normalmente suas retiradas são a maior participação dos custos fixos da empresa, resultado, dificuldades nos negócios.

 

- Há Administradores que acreditam que podem contratar quaisquer pessoas para trabalhar na área comercial, pagar uma boa comissão e este profissional morrerá de vontade de ganhar dinheiro e baterá recorde de vendas. Para ser vendedor deve se ter talento, motivação e compromisso, resultado, não consegue formar uma equipe de vendas coesa e dificuldades nos negócios.

 

- Há Administradores que não percebem que sua concorrência não está somente em outras empresas que fazem os mesmos produtos ou serviços de sua empresa, mas nas prioridades de gastos dos consumidores, por exemplo, se há uma necessidade de comprar um equipamento eletrônico e também um pacote de viagem, talvez o consumidor opte somente para a compra de um dos dois por questões de prioridades e, a loja que vende o equipamento eletrônico e a loja que vende o pacote turístico se tornaram concorrentes, resultado, dificuldades nos negócios.

 

Caro Administrador, vamos eternamente rever conceitos, pois o mundo gira, muda, evolui e não está nem ai para o que você acha ou pensa. É melhor procurar entender as regras do jogo para jogar da melhor maneira possível, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 10h45
[] [envie esta mensagem] []


 
  

Republico o blog abaixo (54), apenas para refletir e informar que quem me inspirou a escrevê-lo, teve a sua empresa fechada no mês de julho por conta do ocorrido

 Força colega!

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 65

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem dificuldade em definir o perímetro entre a relação de amizade e a relação profissional. Vou relatar um caso, que é muito comum, e citarei nomes fictícios para preservar as identidades dos envolvidos.

 

O empresário João tinha uma funcionária de confiança fantástica, chamada Maria. Nela se podia confiar a empresa e, em sua ausência, tudo transcorria na maior serenidade.

 

Eu, como Consultor, cheguei a ter dificuldades para desenvolver o meu trabalho, mas como ela era de confiança, melhor era deixar como está e passar apenas alguns sinais para o João, que, naturalmente, poderia duvidar do meu ponto de vista, pois eu estava lidando com uma pessoa de confiança e acima de quaisquer suspeitas. Cabe um comentário, como sempre, a Maria me dizia: "procure a minha estória, nunca processei e nem processarei quaisquer empresas, além do mais, adoro o João e trabalhar com ele, não saio daqui por nada."

 

Se necessário, ela trabalhava fora do horário, aos sábados, domingos e feriados. A confiança era tanta que algumas vezes se confundia a relação trabalhista com amizade. O João também financiou a faculdade dela, investindo no futuro de, talvez, uma pessoa sem futuro.

 

Um dia, o João percebeu que a Maria tinha tudo em suas mãos, os controles fabris, materiais em poder de terceiros, financeiros, etc. Quando questionada, neste caso com a minha ajuda, sobre um posicionamento de tudo, foi percebido que ela não era o que parecia. Vale lembrar o ditado "em terra de cego, quem tem um olho é rei", e que a Maria, até então, acima de quaisquer suspeitas, não tinha o perfil ideal para o cargo que ocupava.

 

Brigas se seguiram à partir de então, a Maria foi desligada da empresa e recebeu tudo que tinha direito e, o que não tinha direito, juntou provas (ela trabalhava aos sábados, domingos, etc.), acrescidas de indenizações de outros fatores (danos morais, assédios, etc.), e foi à justiça, jogando todas as cartas num momento fragilizado do meu cliente João.

 

O João perdeu a causa que ficou em um valor altíssimo por estar mal assessorado pelo seu advogado, inclusive seu parente, poderia recorrer em segunda instância, mas não tinha o dinheiro necessário para um tal depósito, foi executado e teve seus equipamentos da empresa penhorados.

 

Este “filme” eu já assisti várias vezes, principalmente quando se delega muitos poderes à algum funcionário e este, trabalhando aos sábados, domingos e feriados, às vezes de sua casa, consegue juntar provas contra a empresa para, se necessário, usar no futuro.

 

Também costumo dizer que são poucos que, quando casam, pensam que um dia poderão se separar e, neste segundo ato, do ponto de vista material, alguém sempre sai perdendo. Portanto Administrador, reflita, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 09h42
[] [envie esta mensagem] []


 
  

O tamanho do nosso problema depende do quanto o alimentamos

Frase que circula pela Internet

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 64

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem dificuldade em fechar um grande negócio com medo de assumir compromissos que podem não dar certo.

 

É muito comum, em minhas consultorias, quando um grande negócio está na iminência de se fechar, ouvir de algum cliente: “...depois, se eu não conseguir fazer, ficarei queimado no mercado...”. Esta afirmação tem verdades e também mitos, como quaisquer outras, vamos analisar alguns mitos:

 

- quando há um “recall” de algum modelo de automóvel, a marca ou o automóvel deixam de existir?

 

- quantos pedreiros, azulejistas, encanadores e eletricistas já fizeram em trabalho ruim em algum lugar? Morreram de fome ou estão no mercado?

 

- recentemente uma grande rede de lanchonete teve seu gerente preso por vender produtos vencidos, a loja foi fechada, repercutiu na imprensa nacional, alguém se lembra do nome desta grande rede ou deixou de frequentar devido ao fato?

 

- há alguns anos, a maior companhia aérea do país teve uma de suas aeronaves envolvidas numa tragédia, onde muito se especulou um problema de redução de custos com manutenção, depois uma nova tragédia no mesmo aeroporto e com a especulação do mesmo motivo, esta empresa está queimada no mercado?

 

- e na política então? Quantos políticos suspeitos, após uma grande repercussão de denúncias ainda conseguem se eleger? Ficaram queimados no mercado?

 

- e os desastres ecológicos provocados por grandes empresas? Alguém sabe o nome da empresa que causou o último grande desastre ecológico de repercussão internacional?

 

Na realidade, há infinitas razões para se refletir sobre o medo de ousar, dar uma guinada nos negócios e deixar obsoleta a frase: “...depois, se eu não conseguir fazer, ficarei queimado no mercado...”, os exemplos citados acima foram conduzidos, após os seus respectivos problemas resolvidos ou não, de forma estratégica ou inconsciente, e suas vidas continuaram.

 

Será, caro Administrador, que não está na hora de ousar um pouco mais, correr mais riscos e, estrategicamente, tentar fazer aquele grande negócio? Afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 14h43
[] [envie esta mensagem] []


 
  

“Perdedores fazem promessas que frequentemente não cumprem. Vencedores assumem compromissos que frequentemente honram”

Denis Waitley

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 63

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador, quando se encontra em dificuldades, não percebe soluções ou tem medo de tentá-las quando as encontra, sem contar quando conclui que não há solução para o seu problema, sempre lembrando o velho ditado popular, só não há solução para a morte e, mesmo assim, ainda não é um consenso.

 Vejamos um exemplo interessante de um cliente meu que trabalha com publicidade, ora denominado fornecedor. Ao desenvolver uma campanha publicitária para um cliente da região norte do país, o fornecedor lhe enviou um material gráfico com um erro somente percebido quando o cliente da região norte recebeu o material.

 O cliente da região norte, nada satisfeito, manifestou o desagrado de imediato e, o fornecedor providenciou a solução do problema imediatamente. Como a solução levou alguns dias, entre a solução do problema e o envio do material para a região norte do país, quando o cliente da região do norte recebeu o material gráfico, a campanha tinha somente mais alguns poucos dias.

 Revoltado, o cliente da região norte pediu o cancelamento da campanha e não pagou o fornecedor. Neste caso o fornecedor teve dois prejuízos, ou seja, o primeiro material da campanha e o segundo material da campanha, mas os problemas não se encerraram ai, o frete era por conta do cliente do norte e este não pagou e foi protestado pela transportadora. Neste momento começou um novo mal estar e a possibilidade de mais prejuízos para o fornecedor.

 O fornecedor, junto com a equipe comercial e a minha consultoria, se reuniu com o objetivo de resolver o mal estar, mas sem ter mais prejuízos, foi então que surgiu uma idéia que culminou numa solução interessante para ambas as partes, o cliente da região norte e o fornecedor. O fornecedor, aproveitando o momento que antecedia a Copa do Mundo, propôs uma solução de campanha publicitária com o apelo da Copa do Mundo e, o preço de venda desta campanha, levaria em conta o material gráfico desta e o valor que a transportadora havia protestado. Desta forma, o mal estar com a transportadora seria resolvido.

 A nova campanha para o cliente do norte foi bem recebida e, este, resolveu indicar o fornecedor para outras empresas. Como o fornecedor havia embutido o custo do prejuízo do frete no preço de venda, não podia vender aos demais clientes mais barato, manteve o preço e com algumas outras vendas, recuperou os dois prejuízos do material gráfico da campanha cancelada e passou a ter lucro nestas vendas, além do mais, passou a ter novos clientes também.

 Caro Administrador, será que na sua empresa, quando há um problema de maior dificuldade de solução, não está faltando uma reunião com foco na solução de problemas, mas com foco em novos negócios também e não na devolução do dinheiro? Faça uma reflexão sobre isto, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 13h05
[] [envie esta mensagem] []


 
  

“Toda ação tem uma reação"

Ditado Popular

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 62

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador é tão arrogante, que se sente o todo poderoso, também conhecido como Ditador no mundo político, e não percebe que parte de suas ações podem se tornar um boicote por parte de sua equipe.

 

Vejamos alguns exemplos muito comuns que encontro em minhas consultorias, lembrando que há formas mais inteligentes de se tomar as mesmas decisões sem comprometer o objetivo principal da empresa, o LUCRO:

 

- Um Administrador impôs, com sua arrogância, que ninguém mais faria horas-extras em sua empresa, resultado: todos vão embora exatamente no horário, não terminando pequenas tarefas importantes que poderiam levar alguns minutos;

 

- Um Administrador arrogante humilhou determinado funcionário, na frente dos seus colegas de trabalho, pelo fato de não ter feito uma determinada tarefa de acordo com a sua expectativa, resultado: o funcionário deixou de ser participativo e faz exatamente o que lhe é pedido, mesmo sabendo que não é a melhor forma, só para não passar pela humilhação e também pelas gozações dos colegas e trabalho;

 

- Um Administrador arrogante deu um show de moral em toda a sua equipe de maneira muito agressiva, resultado: quando vira as costas é motivo de piadas e chacotas das mais variadas e, não consegue liderar sua equipe, sempre há boicotes e custos com trocas constantes de funcionários;

 

- Um Administrador arrogante deu uma advertência escrita em seu funcionário por um motivo qualquer, não importa se tinha ou não razão, mas o fez o humilhando e, na frente de seus colegas de trabalho, resultado: responde a um processo de assédio moral;

 

- Um Administrador arrogante demitiu determinado funcionário porque queria mostrar quem manda, resultado: perdeu o modelo participativo de outros funcionários se sobrecarregando nas tomadas de decisões.

 

- Um Administrador arrogante impediu que um funcionário, convocado pela Justiça, fosse jurado de um caso de júri popular, resultado: foi preso na frente de todos os seus funcionários e reponde por desacato à autoridade e impedimento do trabalho da Justiça;

 

Enfim, caro Administrador, embora você possa ser o dono da empresa, você não é o dono das pessoas que nela trabalham, e ser líder não é medir forças, mas sim, conquistar espaço e fazer com que as pessoas façam o que de melhor puderem para ajudar o objetivo da empresa, ou seja, gerar LUCRO. É importante rever alguns procedimentos, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 10h49
[] [envie esta mensagem] []


 
  

“Centralize todas as informações do seu negócio e terá muito trabalho para o resto da vida”

Pego na internet

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 61

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador se envolve tanto com o seu empreendimento que esquece que seus funcionários, dos quais se paga um valor mensal, estão na empresa para ajudá-lo.

 

Em minhas consultorias, sempre me deparo com situações semelhantes e uma das minhas maiores dificuldade é quebrar este círculo vicioso. Vejamos alguns cenários:

 

- “Quando eu faço o serviço, o mesmo fica melhor”, será que se os principais acionistas das montadoras de automóveis montassem os mesmos não haveria “recall”? E quanto aos resultados econômicos, seriam os mesmos?

 

- “Os meus funcionários não se interessam em aprender, por isso eu mesmo faço este trabalho, aliás, ninguém quer saber de nada”, é claro que ninguém quer saber de nada, no final do mês recebe o salário em dia e ainda tem um chefe que faz os trabalhos! Experimente por metas alcançáveis, controlar as atividades e remunerar por produtividade para ver o resultado. Na maioria das vezes este cenário melhora e, se mesmo assim não melhorar, troque as pessoas. Já imaginou que possa estar trabalhando com uma equipe em descompasso com os objetivos da empresa?

 

- “O meu funcionário não consegue fazer este serviço sem a minha participação”, se o empreendedor segurar todas as informações de determinado serviço não haverá funcionário “morrendo de vontade” de descobrir como se faz ou se colhe as informações, experimente criar procedimentos de coletas de dados, através de questionários, e veja se ele não consegue o que só você sabe. Como um médico consegue diagnosticar um paciente? Fazendo perguntas. Ajude a sua equipe a aprender fazer perguntas ou passe um “script” à eles.

 

- “Tenho que estar atento ao que eles fazem durante todo o tempo, senão sai tudo errado”. Desta forma não haverá tempo de planejar um grande negócio e quase sempre tudo sai sempre errado, com ou sem você do lado. Então foque em fechar um grande negócio e crie controles para saber como andam as atividades de sua equipe, se for necessário, crie um atendimento pós execução dos serviços para monitorar a qualidade do mesmo com a avaliação de seu cliente, ou será que as empresas de telefonia, TV à cabo, etc. tem um acompanhamento “in loco” de seus acionistas?

 

Enfim, caro empreendedor, faça uma revisão de sua forma de trabalhar e aprenda a fazer o que os grandes líderes fazem, DELEGAR. Delegue suas atividades, crie controles e procedimentos, troque as pessoas que não estão engajadas no seu projeto, independente de saber se no passado as mesmas te ajudaram muito. Lembre-se que se elas te ajudaram muito no passado, não fizeram mais do que a obrigação e foram remuneradas por isto. Sua empresa não é uma instituição de caridade, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 19h24
[] [envie esta mensagem] []


 
  

“Se deseja que seus potenciais clientes abram as portas para você, então não as feche para os seus potenciais fornecedores, crie uma rede de parcerias”

Edson Carlos de Oliveira

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 60

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem uma atitude passiva em relação ao seu mercado, concorrência e parceiros comercias, esperando que venha um “salvador da pátria” para resolver os seus problemas.

 

Vejamos alguns exemplos muito comuns que percebo no cotidiano de minhas consultorias:

 

- raramente se pensa em investir na área comercial da mesma forma que se pensa em investir na área produtiva;

 

- raramente se vai à uma feira de negócios procurar parcerias com fornecedores, clientes e contatos que possam gerar negócios;

 

- algumas vezes se esquece de trocar cartões para aumentar as redes de relacionamentos, lembrando que mais importante do que o seu cargo de “dono da empresa”, é conter no cartão um breve resumo do que a sua empresa oferece para o mercado. Tenho uma coleção de cartões, dos quais, não faço a mínima idéia do que a empresa faz, somente sei o cargo de quem me forneceu o cartão, principalmente quando já faz algum tempo que o recebi;

 

- monta-se um balcão e se espera que sua equipe de vendas, normalmente mal preparada, resolva os problemas financeiros de sua empresa. O importante é buscar o máximo de clientes para o seu balcão para que a sua equipe de vendas possa ajudá-lo a resolver o seu problema financeiro, e isto se chama MARKETING;

 

- deixa cenários importantes, como visitar um importante cliente para sua equipe, mas “arregaça as mangas” para fazer acontecer a festa de final de ano de sua empresa. Há valores invertidos neste cenário, pois o cliente importante pode estar se relacionando com a pessoa e não com a empresa;

 

- há um medo enorme de se unir à concorrência para se tirar proveito de uma série de fatores, dentre eles, uma compra coletiva de matéria-prima com preços mais baixos, troca de informações sobre gestão e mercado e, em alguns casos, até se fazer um “lobby” para se obter uma legislação obrigando o mercado adquirir o seu produto. Caro Administrador, você acha que o extintor de incêndio de seu carro é mais importante do que saber usá-lo? As empresas de extintores de incêndio, dentre outras, conseguiram leis que obrigam o mercado a comprar seus produtos, mesmo que a maioria dos motoristas nem saiba usá-los e nem saibam onde estão armazenados em seus veículos.

 

É importante lembrar que a sua empresa está inserida num sistema complexo e você é apenas uma parte minúscula desta complexidade, portanto é bom refletir sobre como se relacionar dentro deste sistema, isto para se tornar mais conhecido e tirar proveito em forma de negócios, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 07h48
[] [envie esta mensagem] []


 
  

“O homem de bem exige tudo de si próprio, o homem medíocre espera tudo dos outros”

Confúcio

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 59

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem dificuldades em conviver e entender as pessoas. De nada adianta ter a melhor tecnologia e o melhor produto, não sabendo lidar com as pessoas, o Administrador pode ser boicotado ou mesmo manipulado, fugindo de seu objetivo principal: o LUCRO.

 

Um velho ditado já dizia “jamais nos lembraremos das coisas boas que nos fizeram, mas daquela única coisa ruim lembraremos para o resto de nossas vidas”. Isto é verdade e tenho visto vir à tona a cada dia em meus trabalhos de Consultoria.

 

É impressionante como há boicotes por parte dos funcionários devido a um assunto mal resolvido no passado e, o inverso também é verdadeiro.

 

Vejamos alguns casos:

 

- Não faço nada para ajudar o meu patrão porque um dia ele emprestou dinheiro para fulano e, quando precisei não me emprestou...

 

- Não gosto do meu chefe porque ele sempre me dá bronca quando falta água.... e nem para isto eu fui contratado....

 

- Não ajudarei o meu superior porque ele valoriza todos os meus colegas de trabalho e me deixa de lado....

 

- Fulano sempre faz curso patrocinado pela empresa, e eu? Nunca....

 

Enfim, não importa a razão de cada decisão ou se é exagero do funcionário, mas esta sensação de desprezo o coloca (o funcionário) mais longe dos objetivos da empresa (LUCRO) do que próximo. Que tal uma conversinha periódica para pequenos esclarecimentos? Isto pode surtir um efeito fantástico nas pessoas e até fazê-la se aproximar do objetivo da empresa (LUCRO).

 

Nada que uma boa conversa não possa melhorar as relações empregado e trabalhador.

 

Eu também passei por todos os processos de aprendizado, desde que comecei trabalhar como Office-boy até virar Executivo, cometi muitas falhas, que são normais, procurei aprender com elas, já não são tão normais e, hoje tenho um cliente que foi o meu primeiro subordinado da carreira, exatamente no momento em que eu estava mais imaturo profissionalmente

 

É difícil entender, mas como uma pessoa que tive tantos problemas de relacionamento me procurou para ser seu Consultor? A única reposta que encontrei foi, deixe tudo no passado e vamos viver o presente, o presente é o que nos interessa no momento.

 

Caro Administrador, vamos viver o seu presente e da melhor maneira que puder, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 07h41
[] [envie esta mensagem] []


 
  

Nós somos o que fazemos. O que não se faz não existe. Portanto, só existimos nos dias em que fazemos. Nos dias em que não fazemos, apenas duramos.” 
(Padre Arlindo Vieira)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 58

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem dificuldades em conviver e entender que todo o investimento tem um tempo de retorno e, este, não acontece em dois ou três meses, às vezes o retorno é em até alguns anos. Por isso, toda vez que fizer investimentos, tenham em mente que o tempo de retorno poderá ser maior do que o desejável. Um bom planejamento poderá dar uma referência deste tempo e até a ajudar se tal investimento é viável.

 

Na semana passada, li em um jornal que a ECO RODOVIAS (concessionária que administra e explora a via Anchieta e Imigrantes em São Paulo, além da rodovia BR-277 no Paraná) irá investir R$3 bilhões e espera dobrar o faturamento em três anos, vamos supor que o lucro da operação esteja em torno de 10% do faturamento, sabendo que o faturamento atual é de R$1 bilhão por ano. Sendo assim, o lucro é de R$100 milhões e o retorno do investimento ocorrerá em mais de três anos, uma vez que a conquista do dobro do faturamento não é imediata. Mesmo assim o projeto será tocado.

 

Agora vamos trazer estes valores à realidade das empresas menores. Suponhamos que uma empresa fatura R$1 milhão por ano e tenha um lucro de R$100 mil por ano, nas mesmas proporções da ECO RODOVIAS, terá que fazer um investimento de R$3 milhões para dobrar o faturamento em três anos e passar a ter o lucro de R$160 mil por ano. Como as proporções são as mesmas, o retorno do investimento será superior a três anos.

 

Portanto colega Administrador, se não houver investimento, não haverá aumento dos resultados. Se um proprietário não investir em sua casa, ela valorizará a mercê do mercado, não dos investimentos e, isto, é muito mais demorado quando não ocorre o contrário, por falta de investimento, a casa vai se desvalorizando ao longo do tempo, podendo até virar pó.

 

Caro Administrador, vamos rever suas políticas de investimentos se estiver interessado em manter ou valorizar o seu negócio, lembrando que investir não significa apenas comprar equipamentos, mas formar uma boa equipe de vendas, uma boa equipe operacional, etc.

 

Alguns me questionam, e quem não tem dinheiro para investir? Um simples cidadão, humilde, consegue tempo e dinheiro para investir numa faculdade para melhorar o seu salário a longo prazo, outros abrem mão de alguns confortos para buscar este investimento e ainda há os que não medem esforços para investir em conhecimentos. Será que todos os Administradores estão com esta mesma disposição ou preferem investir em sítios, carros e viagens ao primeiro saldo positivo da sua conta? Vamos refletir e decidir o que deseja para o seu futuro, muitos empresários que conheço não têm medo de investir em uma grande casa ou um carro caro e se endividar por isso, mas isto não traz retorno, apenas prazer, e normalmente passageiro.

 

Sobre a ECO RODOVIAS? Ela não tem o dinheiro para investir, mas como se mostrou séria e sólida, não terá problemas de buscar investidores no mercado de capitais (Bolsa de Valores), ou seja, não será difícil encontrar sócios ocultos, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.

 



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 08h23
[] [envie esta mensagem] []


 
  

“Depois de um aviso mais forte, o paciente, quando sobrevive, leva o tratamento mais a sério” 
(Ditado Popular)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 57

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem dificuldades em planejar e seguir o plano elaborado. Minhas experiências em grandes multinacionais foram de que o plano parecia ser mais importante do que a execução, mesmo porque, após o planejamento, a execução seria facilmente obtida, algumas correções de percursos seriam incorporadas e, cada um sabia exatamente o que deveria fazer em cada situação.

 

Nas pequenas empresas, pelo menos na maioria das que prestei consultoria, nada disso acontece, tudo é improvisado e, pior, feito ao humor do dia do dono do empreendimento.

 

Dentro da pequena empresa, podemos ainda dividir em dois grupos: os tranquilos e os desesperados. Tranquilos são aqueles que administram a empresa pelo saldo bancário e, enquanto este estiver positivo, julga que a empresa vai bem. Os desesperados são aqueles que torcem por uma vendinha de manhã para correr ao banco trocar a duplicata por dinheiro com ágio para pagar algumas contas na parte da tarde, e ainda julgam, na maioria dos casos, que a empresa vai mal, mas por culpa do setor que atuam. Como se explica o sucesso daquele concorrente que vai bem?

 

Planejar é antecipar as ações da empresa para os próximos períodos de forma a envolver todos os responsáveis pelas execuções das ações em busca do Lucro, Crescimento e Perpetuidade, que são os objetivos de uma empresa.

 

Se compararmos o planejamento empresarial com um tratamento médico, veremos que teremos momentos certos para tomar medicamentos certos e nas doses certas, mudanças de hábitos com o objetivo da cura ou controle, exames periódicos para avaliarmos os efeitos do tratamento e, às vezes, ajustes no tratamento para se adaptar às novas realidades que se forem surgindo.

 

Vamos imaginar que empresas saudáveis são as que fazem o tratamento correto e de maneira rigorosa, ou sejam, planejam e seguem o planejamento.

 

Vamos imaginar também que empresas de risco são as que não fazem o tratamento correto, ou seja, não têm planejamento, sendo que algumas sofrem com os maus estares e outras nem sentem, mas ambas correm maior risco de um infarto fulminante.

 

Nem as empresas saudáveis nem as empresas de risco se isentam de serem infartadas, mas, naturalmente, as de risco são as que mais morrem. O SEBRAE afirma que uma de cada cinco empresas sobrevive após o primeiro ano de vida.

 

Caro Administrador, que tal começar a diminuir os riscos de seu empreendimento, fazer um tratamento preventivo, eliminar os sustos e parar de trabalhar no ritmo das ondas? Afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 09h10
[] [envie esta mensagem] []


 
  

“Não se pode gastar mais do que se recebe” 
(Ditado Popular)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 56

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem dificuldade em avaliar e determinar metas de custos, preços e volume de vendas, bem como identificar o potencial do mercado. Vejamos o quadro abaixo:

 

 

 

A empresa ALFA já está no mercado, vende o seu produto por R$14, o qual tem o custo de R$10 e vende, em média, 1.000 unidades mensais. Como já está habituada ao mercado, já ajustou os seus custos fixos ao valor mensal de R$2.000, o que lhe gera um lucro de R$2.000.

 

A empresa BETA está entrando no mercado agora, porém os seus sócios são mais ambiciosos e ousados e, por conta de diversos fatores, determinaram o custo fixo mensal em R$10.000, ou seja, além de uma estrutura mais cara do que a empresa ALFA, também almejam pró-labores maiores. Têm todo o direito, mas será que atingirão esta meta?

 

Suponhamos que a demanda do mercado se limite a 3.000 unidades mês. Pois é, nem todos que entram no mercado se preocupam em saber qual é o potencial do mesmo.

 

Se a empresa BETA necessita conquistar o mercado, retirando fatias da concorrência, por ser desconhecida, terá que ter um atrativo, sendo assim, vejamos o cenário 1. Pelo mesmo custo da concorrência, venderá um pouco mais barato, R$13,50. Esta estratégia faz sentido se analisada isoladamente, mas ao conquistar um terço do mercado potencial, ou seja, 1.000 unidades, com o preço de venda menor e o custo fixo maior, terá um prejuízo de R$6.500.

 

Cenário 2, se a empresa BETA, após um enorme esforço de marketing conseguir a fatia de 1.000 unidades de venda mensal, para a sua estrutura de custo fixo terá que vender o produto por R$22, ou seja, 57% mais caro do que a concorrência. Será possível?

 

Se a empresa BETA quiser conquistar o mercado ao mesmo preço de venda do cenário 1, porém aumentando a quantidade vendida, terá que vender 3.429 unidades. Já analisamos que o mercado se limita a 3.000 unidades. Esta empresa sobreviverá por quanto tempo?

 

Administradores, planejamento, organização, direção e controle são quatro ferramentas das quais não se pode desprezar, mesmo que a empresa ainda não esteja funcionando, estas ferramentas podem ser determinantes até para se abortar o empreendimento, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 15h07
[] [envie esta mensagem] []


 
  

"EM MOMENTOS DE CRISE, SÓ A IMAGINAÇÃO É MAIS IMPORTANTE DO QUE O CONHECIMENTO” 
(Albert Eistein)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 55

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem dificuldade em definir um público alvo e uma política de preço.

 

Infelizmente, em momentos de dificuldades, a maioria dos Administradores usa pouco da criatividade e só enxerga a redução de preço de seu produto ou serviço como a solução para o aumento das vendas. Há outras alternativas, tais como, divulgação da marca, da qualidade, dos benefícios, agregar valor e etc.

 

Parece impossível? Vamos refletir um pouco, trabalho o dia todo na rua visitando de dois a quatro clientes por dia, adoro um cafezinho e o tomo nos mais variados ambientes e, o interessante é que, em alguns locais muito simples, sem quaisquer sofisticação, pago em torno de R$1,80 um cafezinho e um pão de queijo. Reconheço que o café é de coador, mas o pão de queijo, normalmente é bem farto. Em outros lugares, pelo café expresso e um pão de queijo bem pequeno, pago quase R$5,00. O curioso é que no local mais caro sempre há filas e o lugar é mais sofisticado e aconchegante. O problema do local simples e, aparentemente sem um bom resultado, foi resolvido com preço baixo?

 

O próprio presidente da TAM, o sr. Líbano Barroso, reconhece que a sua empresa deu uma balançada quando resolveu abaixar os preços para competir com o seu maior concorrente. Junto com o preço baixo, a qualidade dos serviços caiu e, os seus fiéis consumidores, deixaram de ser fiéis.

 

Quem deve ganhar mais dinheiro? O posto de combustível que vende gasolina de qualidade com preço alto ou aquele posto, normalmente com aparência ruim e que, pode até estar vendendo gasolina adulterada?

 

Por que o grupo Pão de Açúcar, conhecido pelos seus preços mais caros, é uma das maiores empresas do país?

 

Por que será que as pizzarias com preços baixos têm pouco tempo de vida no mercado e outras que vendem pizzas mais caras formam filas na entrada de seu salão?

 

E as marcas de roupas? Como pode uma etiqueta valorizar tanto um produto?

 

A resposta para tudo isto é simples, a valorização da marca através do marketing. A combinação destes ingredientes resulta em preços maiores e desperta uma vontade do consumidor se sentir bem consumindo o que é mais caro e, até, contar com orgulho que frequentou um lugar famoso pelos seus preços altos. Caro Administrador, será que não está faltando uma pitada de PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE MARKETING em sua empresa? Afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 22h06
[] [envie esta mensagem] []


 
  

“DIVIDI METADE DO QUE GANHEI FAZENDO GOLS, COM UMA MULHER QUE NUNCA CHUTOU UMA BOLA”

 (Neto – Comentarista Esportivo e ex-jogador de futebol)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 54

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem dificuldade em definir o perímetro entre a relação de amizade e a relação profissional. Vou relatar um caso, que é muito comum, e citarei nomes fictícios para preservar as identidades dos envolvidos.

 

O empresário João tinha uma funcionária de confiança fantástica, chamada Maria. Nela se podia confiar a empresa e, em sua ausência, tudo transcorria na maior serenidade.

 

Eu, como Consultor, cheguei a ter dificuldades para desenvolver o meu trabalho, mas como ela era de confiança, melhor era deixar como está e passar apenas alguns sinais para o João, que, naturalmente, poderia duvidar do meu ponto de vista, pois eu estava lidando com uma pessoa de confiança e acima de quaisquer suspeitas. Cabe um comentário, como sempre, a pessoa me dizia: "procure a minha estória, nunca processei e nem processarei quaisquer empresas, além do mais, adoro o João e trabalhar com ele, não saio daqui por nada."

 

Se necessário, ela trabalhava fora do horário, de sábado, domingo e feriado. A confiança era tanta que algumas vezes se confundia a relação trabalhista com amizade. O João também financiou a faculdade dela, investindo no futuro de, talvez, uma pessoa sem futuro.

 

Um dia, o João percebeu que a Maria tinha tudo em suas mãos, os controles fabris, materiais em poder de terceiros, financeiros, etc. Quando questionada, neste caso com a minha ajuda, sobre um posicionamento de tudo, foi percebido que ela não era o que parecia. Vale lembrar o ditado "em terra de cego, quem tem um olho é rei", e que a Maria, até então, acima de quaisquer suspeitas, não tinha o perfil ideal para o cargo que ocupava.

 

Brigas se seguiram à partir de então, a Maria foi desligada da empresa e recebeu tudo que tinha direito e, o que não tinha direito, juntou provas (ela trabalhava de sábado, domingo, etc.), acrescidas de indenizações de outros fatores (danos morais, assédios, etc.), e foi à justiça, jogando todas as cartas num momento fragilizado do meu cliente João.

 

O João perdeu a causa que ficou em um valor altíssimo por estar mal assessorado pelo seu advogado, inclusive seu parente, poderia recorrer em segunda instância, mas não tinha o dinheiro para o depósito necessário para tal, foi executado e teve seus equipamentos da empresa penhorados.

 

Este “filme” eu já assisti várias vezes, principalmente quando se delega muitos poderes à algum funcionário e este, trabalhando de sábado, domingo e feriado, às vezes de sua casa, consegue juntar provas contra a empresa para, se necessário, usar no futuro.

 

Também costumo dizer que são poucos que quando casam, pensam que um dia poderão se separar e, neste segundo ato, do ponto de vista material, alguém sempre sai perdendo. Portanto, Administrador, reflita, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 22h05
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NÃO TENHA PRESSA, MAS NÃO PERCA TEMPO

 (José Saramago)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 53

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não percebe que assumir riscos faz parte do negócio e, quando decide assumir riscos, pode assumir o risco de mais alta periculosidade.

 

Investir numa equipe de vendas pode ser um risco enorme, pois pode não dar o retorno desejado, mas deixar de vender não seria um risco muito maior?

 

Investir em marketing pode ser uma verba de risco porque não há a garantia de retorno, mas se o mercado não conhecer o seu produto, o mesmo pode não ser conhecido e adquirido pelo mercado, não seria um risco maior?

 

Valorizar o seu produto e vender a um preço que lhe traz o retorno necessário pode ser um risco de perder o cliente, mas vender a preço baixo e depois trocar a duplicata com um banco, que normalmente gera prejuízo, é um risco necessário para manter o cliente?

 

Investir na melhoria e motivação da mão-de-obra é um risco, pois a mão-de-obra pode ir para a concorrência, mas investir em um equipamento que pode ficar ocioso por falta de mão-de-obra qualificada ou falta de pedidos de vendas é uma imobilização que não se perde?

 

Não ceder às pressões e reivindicações de um funcionário intitulado como funcionário chave é um risco de o negócio se desestabilizar, mas ao perdê-lo e este ainda recorrer à justiça para pedir "direitos" é apenas uma traição e falta de reconhecimento por tudo que se fez com ele?

 

Vender sem nota fiscal é um risco baixo e um bom negócio, afinal não se paga impostos, mas se o cliente não pagar, como cobrá-lo sem um documento legal? E quando a Receita Federal descobre, o que fazer?

 

Afinal, qual é o risco certo?

 

Quanto maior o conhecimento dos riscos expostos, maior a chance de administrá-los. Será que a resposta seria: planejamento, organização, direção e controle? Conhecimento do negócio? Conhecimento das leis? Estar bem assessorado?

 

 

Um pouco de cada só faz bem, é como a saúde, sabemos que uma alimentação leve e saudável, exercícios físicos, controle do stress... fazem bem à saúde, mas apenas diminuem o risco do "enfarte", não o deixa imune. Então vamos minimizar os riscos, antes que a sua empresa sofra um "enfarte", afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 23h24
[] [envie esta mensagem] []


 
  

COLHEMOS HOJE O QUE PLANTAMOS NO PASSADO, COLHEREMOS AMANHÃ O QUE PLANTARMOS HOJE

(Ditado Popular)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 52

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não percebe que está inserido num sistema complexo e interligado e, quase sempre faz parte do problema ou da solução. Conhecendo bem as regras do jogo, deixar a emoção de lado e jogar para ganhar, mesmo que o jogo tenha outro vencedor, é a melhor jogada.

 

Vamos analisar um cenário bem típico de pequenas empresas de características familiar.

 

Um determinado cliente deve uma quantia para um determinado fornecedor. Partindo do princípio que as duas partes são bem intencionadas e que a situação de inadimplência é apenas uma questão temporária, o credor deste cenário pode optar por algumas ações, dentre elas:

 

- protestar o cliente e receber;

 

- protestar o cliente e arcar com todos os “prejuízos” desta ação, como por exemplo, perder um cliente que passa por uma situação difícil, e que, quando passar esta fase, poderá optar por não comprar do fornecedor que o protestou; sempre lembrando que protesto não é garantia de recebimento, principalmente se o protestado já está com o nome negativado;

 

- pressionar o cliente e ameaçá-lo, também arcando com todos os riscos citados acima;

 

- aguardar a situação de crise, que pode ser passageira e, depois receber o valor devido em forma de um acordo entre “cavalheiros”, etc...

 

Mas uma situação que poucos conseguem perceber, sempre lembrando que, neste caso, a inadimplência não pode ser um caso de má fé, é a de uma negociação “ganha-ganha”. Já me deparei com vários finais felizes em situações como esta, dentre elas:

 

- um fornecedor que apostou em continuar fornecendo ao cliente com dificuldades e a médio prazo conseguiu ajudar o cliente a pagá-lo, gerando vários negócios e;

 

- parcerias, onde o cliente passou a ser um representante do fornecedor, sendo que parte da comissão da representação passou a ser parte do pagamento da dívida, após a dívida paga a parceria continuou e todos ganharam.

 

Caro empreendedor, procure entender as razões da inadimplência de seu cliente e procure ser parceiro dele, pois sendo parceiro, a probabilidade de receber é muito maior do que se distanciando do mesmo, ou você acredita que o ameaçando ele estará “morrendo de vontade” de te pagar?

 

Lembre-se, na falta de dinheiro, as estratégias do devedor é utilizar o pouco do dinheiro que tem para pagar quem o ajudará fazer negócios, os demais, sempre ficarão em segundo plano. Reflita, em qual lado você prefere estar, dos que receberão primeiro ou dos que estão em segundo plano? Afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 20h17
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NÃO SOMOS JULGADOS PELOS NOSSOS ESFORÇOS, MAS PELOS NOSSOS RESULTADOS

(Edson Carlos de Oliveira)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 51

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador foca muito mais o problema do que a solução.

 

Vejam alguns cenários de alguns clientes em características similares:

 

Um cliente meu gostaria de dispensar o seu vendedor porque não cumpre o horário de trabalho, quando na realidade este vendedor é o melhor da equipe e consegue trazer resultados que os demais não conseguem. O que é melhor? Um vendedor “rebelde” que traz resultados ou um vendedor “cordeirinho” que não traz resultados? Um vendedor com as duas características é o sonho de muitos empreendedores, mas encontrá-lo não é fácil e, quando se encontra, nem sempre se pode pagá-lo.

 

Outro cliente meu tinha um problema gravíssimo com um cliente dele e este, gostaria que determinado valor fosse resolvido. Pela pressão do cliente dele, se fugia e se protelava cada vez mais a solução do problema, isto devido às dificuldades financeiras, quando de repente, se tem uma idéia, por que não apresentar um produto alternativo? Ao se apresentar o produto alternativo, o credor se empolgou, gostou da idéia e até aumentou o pedido. Neste caso, o mal estar foi resolvido, o cliente foi recuperado e, ainda, se obteve mais negócios com o mesmo.

 

Quando a lei “Cidade Limpa” entrou em vigor em São Paulo, empresas de comunicação visual só conseguiam enxergar prejuízos, falências e tudo de pior. Poucos foram os que se prepararam para oferecer um produto que se adaptava à nova lei, uma vez que quase cem mil estabelecimentos comerciais e industriais teriam que se adaptar a esta nova realidade. Quem se estruturou e se preparou não se arrepende até hoje daquele momento, pois muitos trabalhos e clientes foram conquistados para que as empresas se adaptassem à lei. Foi uma oportunidade de bons negócios àquilo que parecia um problema.

 

Caro empreendedor, o velho ditado onde diz “só não há solução para a morte”, também é uma grande oportunidade para as empresas responsáveis pelo sepultamento e floriculturas, então, sugiro começar focar mais em soluções e menos em problemas, pois o futuro do seu negócio está nas soluções.

 

Tente enxergar o que a maioria não consegue e, certamente, o seu diferencial de mercado já estará sendo formado, não se esqueça de informar o mercado sobre o seu diferencial, ele não é obrigado a descobrir isto e, talvez, nem esteja interessado em procurar, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 07h12
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NÃO VAMOS INVESTIR NO FUTURO DE QUEM NÃO TEM FUTURO"

(Jean-Phelipe Fedi - Executivo Francês)

Por motivos de saúde, o blog voltará a ser publicado semanalmente à partir do dia 29 de março de 2010. Um grande abraço aos leitores.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 19h04
[] [envie esta mensagem] []


 
  

TENHA SEMPRE EM MENTE QUE NOSSA PRÓPRIA DETERMINAÇÃO DE SER BEM-SUCEDIDO É MAIS IMPORTANTE QUE QUALQUER OUTRA COISA

(Abraham Linconl)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 50

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador foca o controle em algumas coisas e se desatenta em outras, que pode estar sendo o ralo por onde escapa o resultado de seu trabalho.

 

Já disse em outra oportunidade que muitos Administradores têm um carinho todo especial por controlar o caixa de sua empresa, o que está perfeitamente correto, mas se esquecem de controlar outros focos de perda de dinheiro.

 

O estoque tem sido o vilão para muitas empresas que presto consultoria, às vezes, o Administrador está preocupado com o caixinha da secretária e nem dá a devida importância para os seus estoques, que podem estar altos, em poder de terceiros, sendo desviados, etc...

 

Vamos rever um exemplo muito simples de controle de estoques. Numa determinada data, faça uma contagem de quantos itens você tem estocado. Numa segunda data, faça novamente esta contagem. Este procedimento também é conhecido como inventário ou balanço.

 

Suponhamos que para um determinado produto você tenha contado na primeira data dez itens, vamos denominá-lo de estoque inicial (EI).

 

Agora vamos supor que na segunda data, após a contagem, se detectou que a quantidade deste item seja cinco, vamos denominá-lo de estoque final (EF).

 

Durante o período das duas contagens, sabemos que foram comprados e/ou produzidos sete itens, vamos denominá-lo de entradas (E).

 

Com estas três variáveis, ou seja, o estoque inicial (EI), o estoque final (EF) e as entradas (E), podemos aplicar a seguinte fórmula:

 

S = EI + E – EF, ou seja, Saídas = Estoque Inicial + Entradas – Estoque Final

 

Ao aplicar a fórmula acima com os números supostos, concluímos que entre uma contagem e outra, doze itens saíram do estoque. Se isto for verdadeiro, temos um estoque sob controle, se isto não for verdadeiro, tenha duvidas em relação a quem cuida do seu estoque, pois o ralo pode estar aberto e o seu resultado pode estar vazando. Cuide com carinho do seu estoque, pois é dinheiro que saiu do seu tão cuidado caixa, e não é porque deixou de ser caixa que deixou de ter valor.

 

Lembre-se, a parte do seu dinheiro que virou estoque está em poder de outras pessoas, que não são do seu departamento financeiro ou a sua secretária, pode ser uma pessoa mal orientada, mal intencionada, um terceiro desorganizado ou com má fé, cuidado, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 19h29
[] [envie esta mensagem] []


 
  

A COISA MAIS IMPORTANTE DA VIDA NÃO É CAPITALIZAR SEUS ÊXITOS – QUALQUER IMBECIL PODE FAZER ISSO. O QUE REALMENTE IMPORTA É TIRAR VANTAGEM DE SEUS ERROS

(William Bolitho)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 49

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador, pela sua ganância, quer tirar vantagem em tudo, quando na realidade deveria ser apenas ambicioso. Lembro que ganância é tirar vantagem passando por cima de tudo e de todos.

 

Alguns exemplos simples onde a ganância tornou um mau negócio, nem posso culpar uma das partes sobre o ocorrido, porque todas as partes queriam levar vantagem.

 

Um prestador de serviços fez um orçamento de R$4.000,00 que deveriam ser pagos em 8 parcelas de R$500,00, só para poder reduzir o custo mensal, o comprador blefou dizendo que só podia pagar até R$480,00 mensais. O Vendedor disse que tudo bem, mas teria que ser em 10 vezes. Negócio fechado, ou seja, um serviço de R$4.000,00 passou para R$4.800,00 e o comprador ficou feliz da vida. Parece estranho, mas presenciei esta negociação.

 

Um gerente de banco apresentou uma proposta de renegociação de dívida porque havia um erro para ser corrigido, nesta negociação haveria uma redução no número de parcelas e ainda havia uma devolução do dinheiro devido à queda na taxa de juros. O meu cliente, pela ganância, aceitou de imediato e se sentiu bem pela vantagem. Ledo engano, na prática ocorreu uma operação de empréstimo para liquidar o que estava em vigor, sobrou um pouco que foi “devolvido” ao meu cliente, ou seja, efetuou-se outro empréstimo, e com um jogo de números, reduziu-se a quantidade de parcelas para serem pagas. O meu cliente fez outro empréstimo sem perceber, quitou o antigo e ainda tomou um valor maior emprestado, ajudando o gerente do banco a cumprir a sua meta.

 

Um cliente meu, desesperado para pegar dinheiro emprestado, encontrou uma organização que emprestava dinheiro a juros baixíssimos, pois se tratava de um investimento de uma sobra de uma instituição qualquer, menos bancária. Para se concretizar o empréstimo, seria necessário fazer um depósito por conta de despesas administrativas. O depósito foi feito e o empréstimo não apareceu. Este golpe existe há mais de cem anos e atinge empresários de todos os setores e de todos os graus de instrução, é muito mais comum do que imaginamos, o  silêncio impera pela vergonha.

 

Caros empreendedores, não existem instituições de caridades interessadas em salvar o seu negócio, não existem bancos querendo devolver dinheiro e sempre tem um vendedor esperto que abusa da vantagem matemática para mostrar que o cliente levou vantagem. Como se ouve muito por ai, mas muito mesmo, desconfiem das facilidades, não há milagres, alguém tem que pagar a conta, fique atento, peça ajuda a profissionais e não pague esta conta, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 01h42
[] [envie esta mensagem] []


 
  

ACREDITE QUE TERÁ ÊXITO E TERÁ

(Dale Carnagie)

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 48

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não tem a noção exata do custo do dinheiro e toma decisões que, a curto prazo, geram conforto e bem estar e, a longo prazo, uma grande divida para ser resolvida.

 

Vejamos alguns casos comuns que encontramos em nossas consultorias:

 

Alguns clientes adoram fazer permutas, prestam serviços em troca de alguns outros serviços que necessitam. Neste caso as contas vão se resolvendo a curto prazo, mas a longo prazo faltará liquidez, corre-se o risco de ter direito excessivo de determinado serviço que não é suficiente para pagar as contas do dia a dia. Neste caso, para se ter liquidez, chega a ofertar o serviço em “estoque”, fruto da permuta, a preços bem mais baixo do que o mercado. Isto gera um passivo enorme e falta com a ética para honrar seus compromissos financeiros. Isto não é um negócio rentável, é um negócio de altíssimo risco.

 

Outros clientes adoram se imobilizar desviando recursos do capital de giro. É muito comum vermos pessoas com carros caros e casas bem pomposas, mas com um passivo enorme para ser resolvido. Exemplos comuns foram o caso do Michael Jackson, Luciano Pavarotti e o Clodovil. Em alguns casos, como o da VASP, o Sr. Vagner Canhedo sofreu até a humilhação de ir para a cadeia, falei das celebridades para não expor empresários anônimos, e que são muitos. Isto gera um passivo enorme e falta com a ética para honrar seus compromissos financeiros. Isto não é um negócio rentável, é um negócio de altíssimo risco.

 

Há clientes que não medem esforços para conseguir resultados a curto prazo e acabam se envolvendo em crimes. Os mais comuns são: licitações forjadas, receptação de mercadorias roubadas ou desviadas, calote em todas as dívidas públicas, sendo que alguns até desviam recursos de seus próprios funcionários, reescriturações contábeis falsificadas e, muitas vezes, ficam tão envolvidos que não conseguem se libertar dos criminosos, funcionários que sabem muito e de má fé e dos fiscais da receita, que também são criminosos. isto gera um passivo enorme e falta com a ética para honrar seus compromissos financeiros. Isto não é um negócio rentável, é um negócio de altíssimo risco.

 

Para aqueles que acham que deve ser assim, que é tudo muito normal, certamente não têm ética, moral, respeito ao próximo e civilidade, aliás, têm muitos empresários praticando estes atos e, num paradóxico incrível, dizem que fora do Brasil é melhor, ou que o funcionário só quer saber de ganhar o seguro-desemprego e não trabalhar, isto quando não colaboram com isto para reduzir seus “custos”, mais uma contribuição para a tão generalizada corrupção.

 

Para aqueles que discordam do parágrafo anterior, usem as ferramentas básicas da Administração: Planejamento, Organização, Controle e Direção para obter o lucro honestamente, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 23h49
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 11 DE FEVEREIRO, DIA DO ZELADOR

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 47

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não percebe que a sua empresa é um sistema complexo e que todas as áreas devem estar inter-relacionadas.

 

Vejamos o exemplo dos empreendedores com perfis técnicos, normalmente são pessoas que desenvolveram conhecimentos e habilidades técnicas, conhecem muito bem o que fazem, o seu processo produtivo ou de aplicação, conseguem, com grande desenvoltura, dissertarem horas sobre a melhor forma de aplicar o seu produto ou serviço e, detectam, com muita facilidade, como resolver quase todos os problemas de produção ou execução, mas falham na hora de colocar o seu produto ou serviço no mercado, têm dificuldades em determinar o valor de seu produto. Digamos que estes empreendedores conhecem o idioma “PRODUCÊS” e, não raro, seus negócios não são rentáveis.

 

Há o exemplo dos empreendedores com perfis comerciais, normalmente são pessoas que têm o dom de encantar o cliente, conseguem transformar uma situação de mal estar com o cliente em uma oportunidade de negócio, têm fácil trânsito entre as empresas potenciais consumidoras dos produtos ou serviços de sua empresa, conseguem costurar muitas alianças e parcerias, sempre estão envolvidos com Associações de Classes, adoram aparecer, seja na mídia ou em pequenos eventos e, quando vão às feiras e convenções, acabam com seus cartões de visitas, mas falham na hora de fechar um negócio rentável, sempre acreditando que estão investindo para um futuro que demora a chegar, às vezes nem chega. Digamos então que estes empreendedores conhecem o idioma “COMERCIALÊS” e, não raro, seus negócios não são rentáveis.

 

Temos o exemplo dos empreendedores com perfis financeiros, não tomam um passo sem fazer um devido cálculo, costumam deixar as oportunidades passarem enquanto analisam os números, têm muitas dificuldades em lidar com riscos, até investem em tecnologias, mas consideram que investir no ser humano para tocar a tecnologia investida é algo incompatível com sua empresa, mesmo sabendo que tal tecnologia que investiram fique parada. Acham que o mercado está cheio de gente pronta para trabalhar em sua empresa, mas nunca encontram estas pessoas, só tomam decisões baseadas nos números, sabem exatamente quanto a empresa deve faturar e gastar, mas têm dificuldades em determinar como. Estes empreendedores conhecem o idioma “FINANCÊS” e, não raro, seus negócios não são rentáveis.

 

O melhor exemplo de todos são dos empreendedores que conseguem misturar o “PRODUCÊS”, o “COMERCIALÊS” e o “FINANCÊS”. Estes conseguem obter o melhor de cada perfil e atingem o equilíbrio necessário para a convivência pacífica destas três características. Normalmente têm suas biografias invejadas e, aos olhos dos outros, são apenas pessoas com sorte. Um certo jornalista define que a sorte é o encontro da oportunidade com a capacidade. Estes raramente têm difuculdades financeiras em suas empressas, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 00h25
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 02 DE FEVEREIRO, DIA DO GRÁFICO

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 46

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador administra a sua empresa pelo saldo bancário e, saldo positivo ou negativo, não significa negócio rentável ou não.

 

Vamos avaliar um cenário de revenda de canetas. Esta revenda compra 50 canetas à R$1,00 cada e revende por R$1,50 cada. A compra é feita à vista e esta empresa gasta R$50,00 que não tem e entra no cheque especial. Neste período, a empresa se descapitaliza e mesmo assim vende apenas 10 canetas, que geram R$15,00 de recursos, cujo recebimento é a vista. O saldo bancário no final do mês fica negativo em R$35,00. A empresa da prejuízo?

 

Outro cenário é que esta revenda de canetas compre as 50 canetas por R$1,00 cada, com 35 dias para pagar e venda todas as canetas por R$0,90 cada. No final do mês o saldo bancário é de R$45,00 positivo. A empresa dá lucro?

 

Parece óbvio, mas é mais comum do que se imagina encontrar empresas que administram seus empreendimentos desta forma. Não conhecem os seus custos para a formação adequada do preço ou não se planeja para a entrada e saída de recursos de forma sincronizada, ou sejam, não trabalham com o fluxo de caixa.

 

Saldo positivo no banco não significa nada além do que saber quanto tem para pagar as contas do dia.

 

Se a empresa trabalha com resultado econômico negativo, a qualquer momento ela perceberá que não consegue sair do saldo negativo e que quanto mais negócios ela fecha, pior fica o cenário.

 

É muito comum Administradores de empresas com resultado econômico negativo achar que quanto mais negócios se faz, melhor, porque sempre terá uma duplicata para trocar com um banco e pagar as contas do dia, quando na realidade, quanto mais negócios se faz, só piora os resultados da empresa.

 

Recomendo sempre aos meus clientes se atentarem ao RESULTADO ECONÔMICO, onde é ele que indicará se a empresa vai bem ou mal e, se mesmo assim a empresa tiver falta de recursos, abusar do planejamento financeiro (fluxo de caixa) para que os recursos não se desencontrem, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 23h42
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 31 DE JANEIRO, DIA MUNDIAL DOS MÁGICOS

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 45

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem uma forte capacidade técnica (QI) e não desenvolveu ainda a sua capacidade emocional (QE).

 

Uma forte capacidade técnica é capaz de transformar um grande profissional em um empreendedor, assumir riscos e ter a sua empresa, mas uma fraca capacidade emocional é capaz de fazer com que a empresa não cresça.

 

Uma forte capacidade técnica é capaz de realizar grandes projetos, mas uma fraca capacidade emocional é capaz de não conseguir colocar tais projetos no mercado.

 

Uma forte capacidade técnica é capaz de adquirir confiança no mercado pela execução feita pelo empreendedor, mas uma fraca capacidade emocional é capaz de fazer com que o empreendedor não consiga fazer este mesmo mercado ter confiança na execução feita pela sua equipe.

 

Uma forte capacidade técnica é capaz de buscar novas tecnologias para o melhoramento contínuo, mas uma fraca capacidade emocional não é capaz de repassar estes novos conhecimentos para a equipe que o apóia.

 

Uma forte capacidade técnica é capaz de tomar decisões simples, mas uma fraca capacidade emocional não é capaz de delegar estas simples decisões para a sua equipe, o que o faz sobrecarregar de tarefas.

 

Uma forte capacidade técnica é capaz de construir uma rede de relacionamentos, mas uma fraca capacidade emocional não é capaz de mantê-la e transformá-la em potenciais negócios.

 

Uma forte capacidade técnica é capaz de deixar o empreendedor cheio de tarefas, mas uma fraca capacidade emocional não é capaz de deixá-lo perceber novas oportunidades.

 

Uma forte capacidade técnica é capaz de construir planos maravilhosos, mas uma fraca capacidade emocional não é capaz de conseguir aliados para a execução dos planos, enfim, o Administrador constrói pela capacidade técnica e destrói pela incapacidade emocional, reflita sobre isso, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 10h52
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 15 DE JANEIRO, DIA DOS ADULTOS

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 44

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não se utiliza corretamente do conjunto de ferramentas da ADMINISTRAÇÃO. Administrar é decidir utilizando-se de Planejamento, Organização, Direção e Controle, e, na maioria das vezes, alguma desta ferramenta é mal aplicada.

 

Vejamos um caso interessante de um cliente que abusava do uso da ferramenta Controle. Aliás este meu cliente era um entusiasta desta ferramenta, tão entusiasta que às vezes pecava na utilização da mesma pela falta de visão do conjunto.

 

Imagine um doente com febre, ao tomar antitérmico a febre irá abaixar, mas a causa principal do problema não será resolvida. No caso deste meu cliente, que produzia apenas um produto, implantou um sistema de remuneração do pessoal da produção onde, dez por cento de redução no custo por produto, era convertido em premiação.

 

A idéia era aparentemente boa e os objetivos começaram a ser alcançados e, consequentemente, o pessoal da produção se tornava cada vez mais motivado e cada vez produzindo a custos mais baixo, mas o lucro não aparecia e o dinheiro desaparecera do caixa. O que ocorreu?

 

Simples, se implantou um indicador de forma isolada sem medir as consequências que o mesmo poderia gerar.

 

Como dito antes, este meu cliente produzia apenas um produto, então o custo total do mês dividido pela quantidade produzida, determinava o custo de produção por produto. Quanto mais se produzia ao mesmo custo total, devido à capacidade ociosa, menor era o custo unitário e, durante algum tempo, se percebeu que se podia produzir mais com a mesma estrutura produtiva, mas as vendas não acompanharam este crescimento, os estoques subiram e o dinheiro do caixa se tornou estoque. Lembrando que estoque só vira dinheiro depois de vendido, tem muito empreendedor que não percebe isto.

 

Neste cenário, um indicador mal aplicado gerou problemas no caixa e estoques. Faltou visão num conjunto de cenários e, consequentemente, um conjunto de indicadores para se premiar o pessoal da produção.

 

Uma visão mais estratégica poderia desafiar a produção a produzir a mesma quantidade numa estrutura mais enxuta, aí sim se obteria um custo mais baixo sem causar problemas de caixa e estoques, portanto empreendedor, fique atento ao implementar medidas motivacionais em sua empresa, para que isto não venha se tornar um problema no futuro, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.

 



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 19h06
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 06 DE JANEIRO, DIA DE ANGRA DOS REIS-RJ

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 43

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não pensa como um empreendedor realmente deveria pensar, às vezes, sua preocupação está muito mais para dentro da empresa do que para fora da empresa, ou seja, O MERCADO.

 

Tive um cliente cujo os sócios eram muito bem sucedidos financeiramente e suas empresas iam muito bem, apenas fui contratado para revisar os procedimentos de uma área da empresa, o departamento de Formação de Preços. Não que estivessem com problemas, mas desejavam uma opinião de terceiros.

 

Eles tinham uma fazenda, além de muitas outras propriedades, mas certo dia, o filho de um dos sócios me procurou dizendo que no último final de semana fora para a fazenda com um amigo e, na hora de abrir aquele recipiente de água de 20 litros, perceberam o quanto era desconfortável abrir aquilo.

 

Mete faca para lá, puxa daqui, rasga dali e tudo bem, o recipiente foi aberto. Neste momento eles tiveram uma idéia, porque não inventamos algo para abrir isto? Deve ser barato e poderíamos ganhar algum dinheiro com as vendas.

 

Naquele final de semana gastaram energia montando um protótipo de um abridor de recipiente de água, da forma como idealizaram.

 

Na semana que se seguiu, me procuraram, já tinham a solução do problema, queriam apenas patentear a idéia e encontrar alguma empresa que fabricasse e lhe passassem os royalties.

 

Os ajudei no projeto e hoje eles ganham os royalties e, nem precisaram de grandes  investimentos, somente investiram na idéia e num ferramental, apenas agiram como "milionários", e fizeram acontecer.

 

Há um provérbio escocês que diz, “Existem três tipos de pessoas: as que deixam acontecer, as que fazem acontecer e as que perguntam o que aconteceu”, meu caro leitor, em qual delas você se encaixa melhor? Afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.

 

FELIZ 2010 e BONS NEGÓCIOS!

 



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 11h05
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 17 DE DEZEMBRO, UM ANO DO MEU BLOG, E PARA A MAIORIA DOS EMPREENDEDORES NADA MUDOU, POR ISSO REPUBLICO O MEU BLOG NÚMERO 02

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 42 (Cópia da parte 02)

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não cumpriu todos os planos que elaborou no início do ano. Agiu mais com a emoção do que com a razão, se desesperou e, isto não ajudou em nada na obtenção do lucro. 

 

 

Muitos Administradores no inicio do ano se comprometeram em lançar um produto novo, chegou o fim do ano e o produto não saiu.

Muitos Administradores no inicio do ano se comprometeram a participar das feiras e convenções relacionadas ao seu setor, o ano acabou e pouco aconteceu.

 

 

Muitos Administradores no inicio do ano se comprometeram a contratar um profissional especialista para resolver determinado ponto de atenção dentro de sua empresa, talvez nada tenha sido feito.

 

 

Muitos Administradores no inicio do ano se comprometeram visitar mais os clientes e aumentar a sua networking, é provável que a sua networking seja a mesma do ano anterior.

 

 

Muitos Administradores no inicio do ano se comprometeram a modernizar o sistema de gestão, mas continua produzindo como sempre produziu.

 

 

Muitos Administradores no inicio do ano se comprometeram à gastar menos do que arrecada, mas isto não aconteceu e percebeu que o seu negócio continua indo do mesmo jeito.

 

 

Enfim, depois de um ano onde muitas promessas não foram cumpridas, resta culpar os funcionários, o Governo, a China, o Dólar, a crise norte-americana, o monopólio e nunca, nunca o Administrador tem culpa pelo que não mudou.

 

 

Aquele Administrador que mudou alguma coisa, provavelmente teve um ano melhor, mas aos olhos dos que não melhoraram, foi apenas um ano de sorte. Acorde, mude, não fiquem parados, planejem 2010 e façam, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.

 

 

FELIZ 2010 e BONS NEGÓCIOS!

 



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 11h08
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 13 DE DEZEMBRO, DIA DO ENGENHEIRO E DO ARQUITETO

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 41

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador acredita que o mercado de recursos humanos está cheio de profissionais prontos para trabalhar em sua empresa. Isto não é verdade, há uma distância muito grande entre os profissionais disponíveis no mercado e aquilo que a empresa deseja.

 

Além desta distância, tudo tem um custo e, o pequeno empreendedor, nem sempre está disposto ou tem condições de pagar pelo profissional que ele tanto sonha.

 

Isto deve ser encarado como um problema, mas não podemos esperar que o mesmo se resolva, porém algumas atitudes podem ser postas em práticas para facilitar a vida do empreendedor. A Administração tem quatro ferramentas básicas: CONTROLE, DIREÇÃO, PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO. Esta última pode ser a solução do problema para a falta de mão-de-obra treinada e/ou sonhada.

 

Neste caso, ORGANIZAR pode ser aproveitar a equipe atual para desenvolver manuais de procedimentos para todas as atividades da empresa, alguns chamam estes manuais de Qualidade e, outros, até batizam de ISO, TS, QS, etc. Isto mesmo, a sua empresa pode ter um padrão de qualidade e deixar de ficar na mão de alguns funcionários, normalmente mais antigos e às vezes caros e, por isso, difícil de se encontrar no mercado.

 

Vejamos o exemplo do McDonald’s, um produto caro, de sucesso, padronizado e realizado por adolescentes, normalmente pessoas simples e sem uma grande formação, e tudo funciona perfeitamente e rápido. Por quê? Porque eles têm um Manual de Procedimento. Imaginar que fazer lanches seja fácil, pode ser um engano, quantas vezes você já demorou para ser atendido em algum lugar aguardando um simples lanche ou café?

 

Sugiro facilitar o trabalho daquele profissional que não é dos seus sonhos. Invista em organização e colherá benefícios na manutenção dos recursos humanos. Dê atividades de maneira clara e simples, ou seja, com manuais de procedimentos. Não se esqueça do acompanhamento, não basta entregar um livro grosso e técnico e, normalmente de leitura chata, motive-o a se interar e usar o manual como uma ferramenta de gestão. Audite sempre para ter certeza de que o manual é usado ou não esteja defasado.

 

Quando JK trouxe as montadoras de automóveis para o Brasil, as montadoras só vieram devido a uma série de garantias e, dentre elas, que o Governo investisse em mão-de-obra especializada, pois de nada adiantaria vir com todos os procedimentos definidos de seus países e não ter pessoas preparadas para trabalhar. Então surgiu o SENAI.

 

Como para sua empresa, nem sempre é possível aproveitar esta mão-de-obra, vamos arregaçar as mangas e começar a montar o MANUAL DE QUALIDADE DA SUA EMPRESA, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 23h41
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 05 DE DEZEMBRO, DIA EM QUE ENCONTREI O MEU PAI MORTO EM SUA CASA, JÁ FAZEM 27 ANOS – DEDICO ESTE BLOG A ELE

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 40

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador cria a ilusão de que o seu ramo de atividade já não é mais o mesmo e busca urgentemente outra alternativa de empreendimento.

 

Reconheço que alguns ramos de atividades com o passar do tempo vão se saturando, entre alguns exemplos podemos citar o de vídeo locadora, mas algumas resistem bravamente e com bastante força. Tem uma, próxima a minha casa, que agregou uma sorveteria e uma cafeteria, além dos filmes para alugar. A criatividade é importantíssima para agregar valores, trazer mais clientes e manter o negócio funcionando.

 

Mas também conheço muitos empreendedores que não percebem que o problema não é o mercado, mas o próprio empreendedor, que tem dificuldades em lidar com Controles, Planejamentos, Direção e Organização, ou sejam, quatro ferramentas básicas para uma boa administração em quaisquer negócios. Não estou afirmando que se bem aplicadas estas ferramentas, uma fábrica de máquinas de escrever será um negócio fantástico, mas talvez o negócio atual do empreendedor, num ramo diferente do de máquinas de escrever, possa dar uma guinada.

 

De nada adianta um empreendedor fechar uma fábrica de macarrão, porque ele, empreendedor. tem dificuldades em Administrar, ou seja, em Controlar, Planejar, Organizar e Dirigir e partir para outro empreendimento, ou seja, uma fábrica de vassouras. Sem as aplicações corretas destas ferramentas, a probabilidade do empreendedor levar para o novo empreendimento as mesmas causas que fizeram seu negócio anterior não ir bem, é grande também neste novo negócio. Quantas estórias conhecemos de empreendedores que tentam de tudo e nada dá certo, será o ramo de atividade ou a forma e administrar?

 

Caro empreendedor, antes de abandonar o seu atual negócio e partir para um outro, faça uma reflexão fria sobre as causas dos problemas, peça ajuda se necessário. Se identificar que o problema é o ramo de atividade, vá em frente em seu novo empreendimento, mas se a causa é você (empreendedor), talvez tenha que buscar ajuda e se reciclar, pois poderá levar todos os seus erros de administração para o novo empreendimento e com altas probabilidades de não dar certo também, e ainda com alguns riscos de aumentar o seu grau de endividamento devido às necessidades de investimentos no novo negócio, fique atento a isto, vamos tomar decisões friamente, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 12h49
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 03 DE DEZEMBRO, DIA MUNDIAL DA PROPAGANDA

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 39

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador monta um negócio e tem a falsa sensação que investir o máximo de recursos em estoque é um bom negócio.

 

O estoque é um recurso indispensável para a administração de uma empresa, mas o mesmo deve ser dosado e investido em quantidades corretas, pois o estoque nada mais é do que dinheiro retirado do caixa, transformado em estoque e se tornará dinheiro novamente quando o mesmo for consumido em forma de venda.

 

Investir em estoques para aproveitar alguma promoção, pode ser um ato de investimento correto como também um ato de desperdício de recursos. Você compraria dez vasos sanitários só porque o preço é promocional? Pensaria que guardando os vasos sanitários poderia nunca mais se preocupar com este tipo de compra a cada vez que fosse reformar a sua casa? Quantas reformas em sua casa você deverá fazer até o fim de sua vida? Venderia um pouco mais caro? Quem iria a sua casa comprar vaso sanitário? Etc..

 

Um finado cliente meu faturava oitenta mil reais por mês revendendo peças, estava no terceiro empréstimo de capital de giro e se sujeitando aos altos juros cobrados pelas instituições financeiras, ao fazer o diagnóstico econômico-financeiro, percebemos que o estoque dele estava em quatrocentos mil reais, ou seja, ele tinha estoque para mais de cinco meses de faturamento. Considerando que o valor do estoque não é o mesmo do preço de venda.

 

 

Radicalmente perguntei a ele, vamos parar de comprar por cinco meses e vender só o estoque? Quando ele prontamente respondeu que a maior parte do estoque estava lá há alguns anos e não havia giro porque era de equipamentos antigos, portanto o estoque era obsoleto.

 

Estoque obsoleto, em torno de quatrocentos mil reais, em compras e investimentos mal planejados no passado, que tiraram o dinheiro do caixa e gerou a necessidade de captação de recursos a juros altos junto às instituições financeiras para tocar o dia a dia da empresa. Infelizmente esta empresa não sobreviveu, o fôlego não foi suficiente nem para passar o ponto.

 

Saber dimensionar a necessidade de investimento nos estoques e planejar sua compra é um ato de Administrar adequadamente os recursos da empresa, estoque é dinheiro, mas, infelizmente, poucos Administradores percebem isso e não entendem que este investimento mal controlado é desperdício e fonte de perda de recursos. Estoque é dinheiro, vamos cuidar bem dele, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 10h30
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 25 DE NOVEMBRO, DIA UNIVERSAL DO DOADOR VOLUNTÁRIO DE SANGUE

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 38

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador é desorganizado e transfere esta desorganização para toda a empresa, para toda a equipe e depois tem dificuldades em obter resultados desejáveis.

 

Vejamos alguns exemplos muito comuns, principalmente nas empresas familiares:

 

- Não há o registro de todas as despesas que a empresa tem, esta cultura é muito mais comum do que eu imaginava antes de virar Consultor, o Administrador acha o trabalho muito burocrático, tem dificuldade em entender a sua importância e é facilmente contaminado por seus colaboradores, que também não querem colaborar, afinal, esta tarefa não é importante e pode-se parar de vender em função do desvio da atividade (???). Neste caso, já vi muitas vendas não serem cobradas, muitas contas serem pagas duas vezes, muitas contas não serem pagas e até um caso de corte de energia da fábrica pelo simples fato do Administrador, ao pegar tal conta na hora de ir embora, a esqueceu dentro do carro. Quanto prejuízo com juros e com o não recebimento do dinheiro daquele bom negócio.

 

- O Administrador se encanta com determinado candidato, contrata na expectativa de que ele resolverá todos os seus problemas, joga o candidato no meio de “cobras-criadas” e, após um curtíssimo período, o demite por concluir que o mesmo não serve. Não seria melhor escolher uma pessoa adequada, entender que a mesma precisa de um tempo, às vezes de até seis meses, para entender e começar tomar as ações corretivas para corrigir o que o Administrador construiu de errado ao longo de alguns anos? Será que os objetivos e as metas deste novo profissional foi passada de forma adequada ou se espera que ele descubra sozinho as soluções dos problemas? Profissionais que descobrem sozinho as soluções dos problemas existem, mas têm seu preço.

 

- O Administrador não tem clara todas as tarefas da empresa, não coloca donos nas atividades necessárias para o andamento da empresa, não determina qual é o perímetro de ação de cada funcionário chave e, quando algo dá errado, não sabe de quem cobrar. Muitas vezes atira para todos os lados esperando que surja um salvador da pátria, ora, vamos cair na real, se o responsável não foi bem esclarecido de seus perímetros, jamais conseguirá cobrar resultados e, se querer cobrar de todos, será que algum doido assumirá a culpa? A definição de perímetros de cada pessoa chave tornará a empresa mais organizada e mais fácil de avaliar quem são as pessoas chaves comprometidas com o negócio, não precisa dar show de inconformismo, que normalmente vira piada e não contribui para o objetivo da empresa (LUCRO).

 

Confesso que a cada dia fico mais surpreso em ver procedimentos simples não existirem nas empresas, mas também compreendo muito bem o esforço que os Administradores fazem para tornar o seu negócio rentável, mas uma coisa é certa, o mundo não está nem aí pelos esforços de cada Administrador e, sim, pelos seus resultados, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 21h42
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 16 DE NOVEMBRO, DIA DO NÃO FUMAR

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 37

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador valoriza muito mais as atividades internas da empresa do que as atividades externas. Ambas são importantes e o equilíbrio desta valorização deveria ser o caminho a ser percorrido para se obter um negócio mais rentável.

 

Desconsiderando as exceções, aliás, para tudo há exceções, veremos alguns casos que deparo constantemente em meus trabalhos de consultorias.

 

“Aprendi que tenho que trabalhar duro para ficar rico”. Concordo em trabalhar duro, mas para ficar rico tem que se fazer uma grande negociação, muitas pessoas, honestas, ficam bem de vida porque conseguem fazer uma grande negociação, como o famoso vendedor brasileiro e palestrante Paulo Lupa que, dentre várias negociações, intermediou a venda de velas, sem ser fabricante de velas, e os fieis de uma igreja. Neste caso o vendedor apenas fez uma intermediação das vendas criando oportunidades vantajosas para os fabricantes, que trabalhavam duro, mas não faziam grandes negócios, os consumidores, que não tinham a oportunidade de comprar durante o evento religioso e a igreja, que tinha parte do valor repassado a ela. O Vendedor ganhou bastante com as comissões nesta transação, acho que ganha até hoje.

 

“O meu produto é o melhor, pois dedico todos os meus esforços para garantir isso”. Apenas ter um bom produto não é garantia de bons negócios, vejam as grandes redes de lojas populares, que, excluindo-se os eletrodomésticos, vendem móveis com qualidade duvidosa, frágeis e a preços populares com vantagens na hora do pagamento. Elas estão fazendo um grande negócio e vendendo bastante, muito mais do que aquele marceneiro artesanal que faz móveis com qualidade fantástica, mas não é conhecido no mercado. Neste caso, o marketing e, consequentemente, o planejamento estratégico fazem uma grande diferença entre os dois.

 

Lembrem-se que o Bill Gates também não trabalhou duro para chegar aonde chegou, ele teve uma idéia, pôs em prática, algo que vejo em meus clientes uma grande dificuldade e, depois, fechou grandes parcerias com empresas de computadores para que o seu software fosse vendido em conjunto com os computadores no mundo inteiro, isto é um grande negócio.

 

Para encerrar, no mundo corporativo sempre corre aquela historinha dos dois sócios onde, um trabalhava duro dentro da empresa e o outro participava de eventos e festas diariamente. Um dia o sócio que trabalhava duro dentro da empresa se sentiu prejudicado e resolveu desfazer a sociedade. Criaram-se duas empresas concorrentes. A empresa do sócio que trabalhava duro dentro da empresa faliu e a outra cresceu, pois o outro sócio contratou um Administrador para coordenar as ações internas da empresa e continuou fechando grandes negócios nos eventos e festas que participava diariamente. Reflita sobre o trabalhar duro e tente equilibrar as atenções em todas às áreas da empresa e procure fechar grandes negócios, Afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.

 



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 10h24
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 14 DE NOVEMBRO, DIA DOS SUPERMERCADOS

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 36

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador perde a referência do que é investimento e se tal investimento é o que realmente trará LUCRO para a empresa.

 

É comum o Administrador investir em máquinas e equipamentos modernos e não investir em pessoas para fazerem funcionar e se tirar o melhor destas máquinas e equipamentos. Trabalha desorganizado e espera que tudo se resolva por si só.

 

É comum o Administrador investir em treinamento de equipes de vendas, desejar e obter uma equipe de vendas ativa e não investir na MARCA DO SEU PRODUTO. Quando ouvimos dizer que vendedores de grandes marcas são apenas tiradores de pedidos, esquecemos que estas grandes marcas investiram bastante para que as suas marcas se tornassem conhecidas, o que facilita até na hora de contratar vendedores ou tiradores de pedidos. Será que o consumidor quando vai a uma loja de eletrodomésticos compra o equipamento que o vendedor melhor explicou o seu funcionamento ou compra a marca que melhor reflete qualidade em seu conceito?

 

Ainda refletindo sobre o treinamento de equipe de vendas, às vezes o Administrador, após um esforçado treinamento, joga toda a responsabilidade das vendas para a sua equipe e fica eternamente se lamentando pela incompetência de seus vendedores, muitas vezes mal remunerados, desmotivados e focados em resolver os seus problemas pessoais. Às vezes o Administrador fica se lembrando que alguém, um dia, em outro momento, em outro cenário ou até no mesmo, era bom e competente. É importante lembrar que se isto ocorre, aquele vendedor referência pode ter ido embora exatamente por ser bom e que a falta de investimento na equipe desmotivada e na MARCA DO SEU PRODUTO, faz uma seleção natural para que os melhores se recoloquem nas melhores empresas do mercado, do ponto de vista do vendedor.

 

Sobre o treinamento na equipe de vendas, o Administrador tem o péssimo hábito de imaginar que somente o dinheiro é a força propulsora da motivação do vendedor, quando na realidade, além disto, outros componentes como a valorização da MARCA DO SEU PRODUTO e o cumprimento dos prazos são também componentes importantíssimos para a motivação do vendedor. O Administrador deve tomar cuidado para não transformar sua empresa em escola de vendedores e ficar somente com aqueles vendedores medíocres e incapazes de vender o seu produto e até de encontrar uma colocação melhor.

 

O Administrador precisa parar de sonhar com algo que não se resolverá por si só e começar a trabalhar um pouco mais na MARCA DO SEU PRODUTO, isto naturalmente se refletirá em melhores negócios. O Administrador deve abusar do Planejamento Estratégico de Marketing e fortalecer a MARCA DO SEU PRODUTO, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 20h35
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 24 DE OUTUBRO, DIA MUNDIAL DO DESENVOLVIMENTO

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 35

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não percebe que cresceu, se tornou adulto e não é mais uma criança mimada, se é que fora uma criança mimada.

 

Muitos Administradores se tornam arrogantes, ou mimados, e acham que o mundo gira em sua volta, aí começam a tomar decisões por vaidade, sempre com forte apelo emocional, esquecendo que o objetivo principal da empresa é o LUCRO.

 

Tais atitudes, muito comum nas empresas familiares, afastam suas equipes de seus objetivos e força os componentes da equipe a procurarem outro lugar para trabalhar ou se tornarem “rebeldes”, apenas pelo prazer de deixar o Administrador ainda mais irritado e se divertirem, naturalmente não em sua presença, com os seus shows de criança mimada. Enquanto a equipe se diverte com os shows da criança mimada, estão distantes do objetivo da empresa que é o LUCRO.

 

O Administrador mimado acha que todos em sua equipe devem ser como ele, concordar com ele e rir de suas gracinhas, quase sempre em forma de ofensas e discriminação. Ainda bem que as pessoas são diferentes, senão, todos seriam arrogantes, e com isso perde-se a oportunidade de se tirar o melhor das diferenças. Já imaginou se num time de futebol todos fossem goleiros? Quem iria marcar os gols? Enquanto o Administrador mimado reclama da falta de competência de seus funcionários, esquece do principal objetivo da empresa que é o LUCRO.

 

O Administrador mimado não se conforme quando algo não da certo e, enquanto se desgasta para desabafar e dar mais um show para a sua equipe e virar motivo de piadas quando virar as costas, esquece da serenidade necessária para buscar o objetivo principal da empresa, o LUCRO.

 

Quando o Administrador mimado tem uma empresa lucrativa, ai ele se sente o todo poderoso, abre o bolso e quer comprar a todos, mas esquece que nem sempre as pessoas se vendem, ou quando isto ocorre, fica de “rabo preso” com o vendido. Quantas pessoas improdutivas o Administrador é obrigado a engolir com medo de o vendido o comprometer. Será que não seria melhor administrar com mais inteligência e estratégia para não precisar ficar refém de funcionários oportunistas e ainda aumentar o LUCRO?

 

Enfim, vale uma reflexão para cenários com finais desgastantes, onde já vi muitos talentos deixarem a organização porque seus Administradores não percebem que o seu comportamento é referência para toda a sua equipe, perde-se oportunidades e ainda tende a manter os funcionários menos competentes em sua organização, deixando os talentos escaparem, o que não ajuda atingir seus objetivos, Afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 03h37
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 17 DE OUTUBRO, DIA DO PROFISSIONAL DE PROPAGANDA

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 34

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não percebe o poder do Marketing. O Marketing e, consequentemente, a marca da empresa, devem ser patrimônios tão importantes quanto as máquinas e pessoas que trabalham em seu empreendimento. Afinal, de nada adianta ter a melhor tecnologia, a equipe mais bem preparada, e não ter uma forma de torná-la conhecida pelo mercado. De que adianta fazer o melhor bolo, se o mercado não sabe?

 

O Marketing é capaz de fazer os consumidores trocarem de aparelhos celulares a cada ano, ou até em menor espaço de tempo, e se sentirem felizes por terem feito isto. Estamos falando de valores superiores a duzentos reais e, em alguns casos, até ultrapassando dois mil reais, enquanto estes mesmos consumidores não se conformam com o aumento de alguns centavos no preço do pãozinho francês.

 

O Marketing é capaz de fazer os consumidores trocarem de carro frequentemente, pagando taxas de juros altas, adquirindo uma série de itens que possam até ser supérfluos como direção hidráulica, cristalização, vidros elétricos, etc., e se endividando por até setenta e dois meses, enquanto estes mesmos consumidores não se conformam com o aumento de alguns centavos no preço do litro de leite.

 

O Marketing é capaz de fazer os consumidores viajarem pelo mundo, pagando em várias parcelas, com forte comprometimento em seus orçamentos, enquanto estes mesmos consumidores não se conformam com o aumento de alguns centavos no preço das passagens do transporte coletivo.

 

O Marketing é capaz de fazer os consumidores comerem em lugares mais caros, às vezes alimentos com forte comprometimento para saúde, por exemplo, frituras, enquanto estes mesmos consumidores não se conformam com o aumento de alguns centavos nos vegetais e frutas nas feiras livres e mercados.

 

O Marketing é capaz de fazer os consumidores se endividarem comprando roupas e calçados das marcas mais caras, com forte impacto em seus orçamentos, às vezes pagando juros pelo financiamento ou cheque especial, enquanto estes mesmos consumidores não se conformam com o aumento de alguns centavos no preço do gás.

 

Não estou afirmando que o gás, transporte coletivo, leite, verduras, vegetais e pãozinho podem aumentar seus preços em alguns centavos, mas gerar uma reflexão do quanto o Marketing é capaz de mudar o comportamento das pessoas para consumir coisas que possam nem ser essenciais em suas vidas. Será que não está na hora de investir um pouco no Marketing do seu produto também? Afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 11h36
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 11 DE OUTUBRO, DIA DO DEFICIENTE FÍSICO

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 33

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não percebe que a remuneração de seu investimento é proporcional ao montante investido.

 

Não é impossível, mas é muito difícil investir R$50 mil e querer obter um retorno de R$10 mil mensais. Se obtiver este retorno, estará obtendo 20% de retorno ao mês e terá um “pay-back”, ou seja, o seu dinheiro investido de volta, em cinco meses. Como a realidade é outra, milagres e negócios altamente rentáveis estão fora do mundo da maioria dos empreendedores normais, embora muitos não queiram perceber.

 

Para quaisquer investimentos, a praxe das grandes corporações é obter o “pay-back” em até sete anos. Vamos reduzir para cinco anos e fazermos algumas análises. Neste caso, o retorno mensal do investimento de R$50 mil é de 1,67% ao mês, bem menor do que 20% da pretensão inicial citada neste texto, o que gerará um lucro mensal de R$833 ao mês.

 

Quanto mais se investe nominalmente, mais se obtém retorno nominal, mas a taxa não deve variar muito de 1,67% ao mês.

 

Suponhamos que uma grande corporação invista R$10 milhões numa nova unidade fabril, neste caso, o lucro mensal deverá girar em torno de R$167 mil por mês. É um belo retorno, nominalmente, do ponto de vista do pequeno empreendedor, mas a taxa de retorno é a mesma para os dois exemplos.

 

Em meus trabalhos de Consultoria, é comum encontrar empreendedores querendo retirar altas quantias para pequenos valores investidos. Nestes casos, acontece o efeito mais comum para as empresas que me deparo, gasta-se muito mais do que se arrecada.

 

Quando uma empresa gasta mais do que arrecada, não há resultado, há prejuízo. Somado a este descompasso de fluxo de recursos, a empresa obtém uma despesa extra que é o juro cobrado pelos bancos ou factorings para trocas de duplicatas, cheque especial e empréstimos, aumentando ainda mais o déficit.

 

Quando este efeito muito comum ocorre, nem sempre adianta discursar que o Governo não ajuda, que os funcionários são problemáticos e que o seu mercado já foi bom um dia, o melhor mesmo a fazer é cair na realidade e rever as retiradas mensais. Conheço empresas que esta retirada representa 50% dos custos fixos. Não há milagres, mas ações realístas e compatíveis com o nível de investimento, podem fazer muito bem para a saúde do empreendimento, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 22h04
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 01 DE OUTUBRO, DIA DO VENDEDOR E DO AGENTE COMERCIAL

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 32

 (Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador confunde o seu negócio com instituição de caridade.

 

Vejamos alguns exemplos que tenho deparado em meus trabalhos:

 

- o empregado gasta mais do que recebe, entra em dívida com o banco, cartão de crédito ou quaisquer outras, por que a empresa deve resolver o problema dele? Não seria melhor já prepará-lo para não depender da empresa? Infelizmente, nos dois lados, muitos não entendem isto e o Administrador acaba resolvendo um problema que não é da empresa. Quando isto acontece, a tendência de voltar a acontecer aumenta e o dia que o Administrador resolver deixar de ajudar o funcionário ou um outro funcionário, não importa a razão, terá grandes dificuldades em lidar com o problema, tirando energia do negócio para buscar LUCRO, para administrar conflitos evitáveis.

 

- o empregado tem o direito de receber seguro-desemprego e, por esta razão, o novo empregador acorda com o mesmo de não registrá-lo enquanto o direito de receber o seguro houver. Neste caso, além de ser conivente com um ato de corrupção, corre sérios riscos trabalhistas com o funcionário acordado. Lembre-se que a relação empregado e empregador é semelhante a um casamento, no dia do casamento ninguém imagina que poderá haver separação e, o mesmo, pode terminar em partilhas de bens injustas. Lá se vai mais energia para resolver problemas que não dão LUCRO. Sobre receber o seguro-desemprego sem o devido direito, o que é muito comum, não justifica alegar que em Brasília se faz pior, o importante é não participar de atos corruptos.

 

- o empregado não quer ser registrado por várias razões, e o empregador aceita e ainda se livra dos encargos trabalhistas. O risco existe e toda a diferença economizada poderá ser paga com juros e honorários de advogados. Lembrando que em causas como estas, levam o empregador a mudar foco dos negócios, que é buscar LUCRO para focar em suas defesas.

 

Enfim,  em inúmeras situações onde o Administrador imagina estar motivando seus funcionários, ele pode estar armando um grande problema para resolver no futuro e com risco de um custo e desgaste maior. A empresa existe para dar LUCRO, CRESCIMENTO e PERPETUIDADE, deixe as ações filantrópicas para quem de direito, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 22h46
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 30 DE SETEMBRO, DIA DA SECRETÁRIA

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 31

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador se acomoda pensando que o mundo por si só resolverá todos os seus problemas.

 

Vejam algumas situações interessantes que vivencio com frequência:

 

- “o vendedor não percebe que quanto mais ele vende, mais ele ganha?”. Parece óbvio, mas será que a empresa está fazendo a parte dela em se divulgar, tornar a sua imagem mais forte ou até mesmo se aparecer para o mercado? Quais as condições que a empresa proporciona ao seu vendedor trabalhar? Estas condições o motiva a vender ou a procurar outro emprego?

 

- “...quando comecei, procurei aprender tudo sozinho e quando tinha dúvidas ia buscar as respostas...”. Parece óbvio, mas as pessoas são diferentes, quando o Administrador começou tinha interesses diferentes, seja porque era o proprietário da empresa, seja porque era ambicioso. Será que pequenas atitudes como dizer ao funcionário “se vira” ou contar os seus resultados com ares de arrogância não o afasta mais dos objetivos da empresa?

 

- “Contratei vários profissionais, mas nenhum deles foi capaz de resolver os meus problemas”. Será que os vários profissionais são incompetentes? Será que a empresa não consegue definir exatamente quais são as suas estratégias de planejamento, organização, direção e controle? Lembre que tudo tem um custo ou investimento, é como a melhor tecnologia, ela pode custar mais cara, mas pode resolver. Será que a empresa sabe contratar ou atrair os melhores talentos?

 

- “invisto na pessoa, quando ela começa a dar resultados, vai embora”, confesso que na empresa de quem escreve este artigo há este problema, mas será que o Administrador sabe reter talentos? Será que o Administrador da pequena empresa não deveria tirar proveito desta situação? No meu caso, já aceitei este cenário e me planejei para treinar profissionais e entregar ao mercado, para empresas que oferece mais do que a minha, mas o que procuro fazer é ter uma política de treinamento rápida através de procedimentos sempre revistos e tirar o máximo do profissional que passará uma temporada comigo, de modo que quando este saia, deixe também algo melhorado. Sei que será difícil ficar na praia esperando o dinheiro chegar na minha conta, por isso tenho que "arregaçar as mangas", por a "mão na massa", pensar estrategicamente e trabalhar muito, procuro ir pessoalmente atrás das grandes oportunidades e negócios, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 07h32
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 19 DE SETEMBRO, DIA DO COMPRADOR

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 30

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não está atento às reais necessidades de investimentos.

 

É muito comum depararmos com Administradores ousados que investem grandes valores nas mais variadas tecnologias de informação, tecnologias de produção, produtividade, modelos de gestão da qualidade, treinamento em equipes produtivas e, espera com isso, obter um grande retorno de seus investimentos.

 

Para investir, muitos Administradores são tão ousados que compram a primeira tecnologia que encontram, não fazem uma devida análise de seus impactos, tempo de retorno do investimento e, até, se determinado investimento é crucial para o seu negócio.

 

Para realizar os investimentos, muitos Administradores são tão ousados que vão ao mercado financeiro buscar recursos para seus investimentos. É tanta ousadia que, ficar devendo, passa a ser uma rotina e uma sensação de que este é o caminho certo para ganhar bastante dinheiro. Tudo em prol da produtividade, qualidade e controles.

 

Não sou contra esta ousadia e nem contra investir em produtividade, qualidade, controles e, muito menos, em ter dívidas, o que estou tentando chamar a atenção é a quantidade de Administradores ousados em investir em tudo isso, mas não tão ousados em investir na área comercial. Até investem em marketing, mas na hora de investir em uma equipe coesa, treinada e motivada em vendas, o mesmo Administrador perde a ousadia e tem a sensação de que o vendedor de sua equipe é um explorador, mercenário que, primeiro deve mostrar resultados e, depois, ser recompensado.

 

Pode estar havendo ai uma grande inversão de valores, pois quando se investe em tecnologias, a mesma, que normalmente são caras e deixam uma conta para se pagar, também não garantem retorno (como na contratação de um “bom” vendedor), mas a sensação é que a partir deste investimento, tudo ficará melhor, mas na maioria das vezes, as empresas se encontram ociosas e querem que, um vendedor desmotivado, sem investimento em formação ou ajuda de custo, resolvam os seus problemas.

 

Vamos refletir, pois o mundo gira e não está nem aí se o Administrador deve ou precisa faturar mais. Para faturar mais, nem sempre os investimentos tecnológicos são a garantia.

 

 

Investir em uma equipe de vendas motivada pode trazer mais negócios para empresa, direcionar o investimento tecnológico mais adequado e a fidelidade dos vendedores, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 09h13
[] [envie esta mensagem] []


 
  

DIA 09 DE SETEMBRO, DIA DO ADMINISTRADOR

 

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 29

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não está atento às atitudes de sua equipe. Tive um cliente que era uma loja. Todos os seus vendedores eram responsáveis e, dentro do limite de cada um, sabiam exatamente os seus papeis e detinham conhecimentos técnicos adequados dos produtos com que a loja vendia.

 

Todos os vendedores eram muitos cordiais e sempre procuravam atender todos os clientes com muita presteza. Tinham como meta resolver os problemas de seus clientes. Um dia, a pedido de meu cliente, fiquei acompanhando o trabalho dos vendedores no balcão, o meu desafio era entender como uma equipe muito bem preparada não conseguia atingir metas de vendas. Não demorou muito para perceber algumas falhas importantes e, que até aquele momento, não eram percebidas pela equipe e também pela Administração da loja.

 

Um cliente chegou à loja procurando determinado material. A loja não tinha aquele material. O cliente demonstrou frustração, mas insistiu em saber onde poderia encontrar. O vendedor, sempre cortês, começou ajudar o cliente. Pegou uma lista, daquelas de classificados, e começou procurar para o cliente, alternativas de onde se poderia encontrar aquele produto.

 

Passado alguns minutos, o bom vendedor encontrou a sessão onde havia classificados de lojas com potenciais possibilidades de ter aquele produto e, para atender melhor ainda o cliente, ligou para a primeira loja e se informou sobre o tal produto procurado. Não encontrando na primeira loja foi para outras até encontrar. Passou as orientações para o cliente e resolveu o problema do cliente (????)

 

Bela solução, o cliente ficou satisfeito com o serviço prestado e a loja do meu cliente não ganhou nada com isso, além do mais, uma pequena fila de insatisfeitos já se formava em volta do balcão. Sem contar que o vendedor também não ganhou nada com a ação.

 

Este meu cliente, baseado neste ato, parecia setor de informações para clientes que não encontram os produtos que querem.

 

Imediatamente alertei o Administrador e no final do expediente fiz uma reunião com a equipe de vendas para refletir sobre este ato, no qual descobri ser comum, pois imaginavam que tinha que atender bem quaisquer clientes que visitassem a loja, pois um dia o mesmo poderia voltar feliz para comprar algo da loja. A minha dúvida era saber quantos clientes a loja conquistava com esta ação. Quantos Administradores não têm em sua equipe este procedimento e fogem do foco da venda, o que realmente gerará lucro para empresa, cuidado com trabalhos filantrópicos, pois empresas visam LUCRO, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 23h59
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 28

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não está atento aos custos fixos, aos custos variáveis e ao preço de venda. Muitas vezes isto não é devidamente preocupante porque a empresa é rentável e, nestes casos, as variáveis passam a ter importância secundária, mas quando o lucro não aparece, há a necessidade de entender melhor estas variáveis.

 

Custos Fixos são aqueles que a empresa tem independente do volume de vendas/produção. Custos Variáveis são aqueles que a empresa tem somente se houver vendas/produção e o Preço de Venda é quanto o mercado paga pelo produto, independente da estrutura de custos.

 

Demonstrarei um exemplo dos efeitos destas variáveis de uma forma radical.

 

Suponhamos que um rádio tenha o seu preço de venda, determinado pelo mercado, em R$15,00. Há uma empresa com capacidade produtiva de 10.000 rádios por mês, os custos variáveis totalizam R$10,00 por rádio e os custos fixos mensais R$10.000.

 

O que acontecerá com o custo por rádio e o resultado da empresa se a mesma vender somente um rádio no mês? Neste caso, o rádio custará R$10,00 (custos variáveis) + R$10.000,00 (custos fixos), totalizando R$10.010,00. Como o preço de venda é de R$15,00, em função da venda de somente um rádio, haverá um prejuízo de R$9.995,00 neste mês.

 

Agora vamos analisar o oposto, ou seja, a empresa vendeu 10.000 rádios. Neste caso o rádio custará R$10,00 (custos variáveis) + R$10.000,00 divididos por 10.000 rádios, ou seja, R$1,00 (custos fixos), totalizando R$11,00. Como o preço de venda é de R$15,00, haverá um lucro de R$4,00 por rádio, ou R$40.000 neste mês, formado por 10.000 rádios vendidos, multiplicados por R$4,00 de lucro por rádio

 

Analisando estes extremos, vemos que o lucro é formado pelo tripé custos fixo, normalmente administrado por quase todos os funcionários da empresa e, principalmente, seus Administradores (responsáveis pela redução de diversos gastos), pelo custo variável, administrados pelo pessoal de compras, planejadores de produção e da área produtiva (custo de compra, produtividade e perdas), e pelos Administradores, desafiando as equipes, determinando metas e as cobrando.

 

Ficar atento aos custos e seus efeitos em função da economia de escala, que foi o assunto abordado neste texto, é um ato importante na administração dos empreendimentos, não basta apenas ter um bom produto, tem que produzir com baixos custos e vender bastante, evitando ociosidade no processo produtivo, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 13h57
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 27

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não reúne sua equipe para fazer avaliações estratégicas, tendo muitas vezes falta de comunicação interna e consequente decisões com resultados diferentes para o mesmo objetivo.

 

Vejamos um exemplo muito comum que deparo em alguns clientes.

 

A área comercial fecha um contrato de um projeto, aonde após todos os levantamentos técnicos, chega a uma preço de venda onde estão contemplados todos os custos estimados para a realização do mesmo.

 

O cliente, não satisfeito com o preço de venda final, renegocia o projeto com a equipe de vendas, que, por iniciativa própria, desconsidera alguns itens de custos com o objetivo de reduzir o preço de venda e, consequentemente, repassá-lo ao cliente.

 

Após fechado o contrato do cliente, a diretoria da empresa, não satisfeita com os resultados obtidos, por iniciativa própria reduz mais alguns elementos de custos, mas desta vez, não repassa ao cliente, aumentando a sua margem de lucro.

 

Após a revisão da diretoria, o projeto vai para a produção. A equipe da produção, que sempre é cobrada por prazos e qualidade, não medirá esforços para atingir o seu objetivo. Sendo assim, faz um produto fantástico, pois, não mediu esforços para tal.

 

No final, o produto que teria uma rentabilidade notável, do ponto de visto da diretoria, pode ter dado prejuízo devido ao pessoal da produção não estar alinhado com os objetivos da diretoria.

 

O cliente certamente ficou feliz, pois com a não medição de esforços da produção para atingir o prazo e a qualidade, gastou mais do que a diretoria esperava. O cliente foi surpreendido positivamente.

 

No final, a equipe de vendas atingiu a meta e ganhou a sua comissão, a equipe de produção, cuja meta estava focada em prazo e qualidade, também atingiu a sua meta, mas... o dinheiro esperado pela diretoria não apareceu. Situação típica de empresas médias e pequenas, com características familiares, que não se reúnem para discussões estratégicas. Reuniões estratégicas fazem parte do negócio e, quando usada de maneira adequada e impessoal, rende resultados, Não basta apenas fechar negócios, deve se pensar estrategicamente, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 21h58
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 26

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não percebe ou até mesmo não tem noção do custo do dinheiro. Guardadas as devidas dificuldades em obter recursos financeiros, há sempre a possibilidade de obtê-los a um custo mais baixo. Vejam alguns exemplos corriqueiros da má utilização dos recursos disponíveis no mercado.

 

Comprar um automóvel financiado diretamente com um banco, seja em forma de leasing ou CDC. Embora as taxas de juros não sejam as maiores do mercado, a aquisição do mesmo bem através de recursos do BNDES ou PROGER sempre será com taxa de financiamento mais baixa, e ainda com carência para inicio dos pagamentos que vão de um a doze meses.

 

A utilização do cheque especial demanda muito mais dinheiro para pagar os juros do que obter uma linha de crédito de capital de giro. O Administrador sempre tem a sensação de que somente neste mês e, por apenas alguns dias, se utilizará dos recursos do cheque especial, mas na maioria das vezes, o mesmo já está há muito tempo nesta situação e pagando cada vez mais juros. Por que não vender o seu automóvel à vista, pagar o cheque especial à vista, obter uma linha de crédito com o BNDES, pagar menos juros e ainda estar com um automóvel novo? Relembrando que o BNDES ainda dá carência de um a doze meses para pagamento da primeira prestação.

 

Outra prática muito comum é o desconto de duplicatas junto a um banco ou uma factoring. O custo deste desconto é muito alto e normalmente a parcela do lucro, que normalmente é baixa (se não fosse, não necessitaria descontar duplicatas), será utilizada para pagar juros. Que tal repensar na troca do automóvel?

 

Vejam que a falta de orientação faz com que o custo do dinheiro seja cada vez maior. Gera uma imensa dívida com juros e o lucro some. Vamos repensar a maneira de administrar o dinheiro, talvez seja mais barato contratar um profissional especialista em Administração Financeira do que pagar juros, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 21h51
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 25

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador toma decisão com muita ansiedade, movido muito mais pela emoção do que pela razão. Vejamos um exemplo comum que ocorre em muitas empresas, principalmente nas pequenas e médias, com perfil familiar.

 

Por alguma razão, um determinado funcionário comete uma falha e a decisão é a demissão imediata deste funcionário.

 

Ao demitir um funcionário imediatamente, alguns transtornos começam ao mesmo tempo, dentre eles a sobrecarga de trabalho para o restante da equipe. Isto pode causar mal estar e até custar mais em função de algumas horas-extras ou não atendimento adequado ao cliente.

 

Ao demitir um funcionário imediatamente, corre-se o risco de não haver dinheiro em caixa para pagar a indenização, ou então ter que desviar recursos de algum investimento, melhoria ou até mesmo do capital de giro, para poder cumprir com as obrigações trabalhistas.

 

Ao demitir um funcionário imediatamente, pode-se chegar à conclusão de que a reposição não é tão simples quanto se imagina. Além do desgaste na busca da reposição, pode-se não encontrar alguém treinado ou com o perfil exato do funcionário desligado, sendo necessário um esforço extra em treinamento.

 

Ao demitir um funcionário imediatamente, pode-se, por razões emocionais, dizer a ele o que poderia não ser dito, gerando mal estar e, em alguns casos, expor a empresa e as pessoas à riscos desnecessários.

 

Ao demitir um funcionário imediatamente, pode-se perceber que se tratava de uma situação pontual, cuja solução fora a mais radical das possíveis.

 

Ao demitir um funcionário imediatamente, perde-se a oportunidade de fazê-lo estrategicamente, mantendo a motivação da equipe, não contratando um “tampão” rapidamente, com possibilidades ser substituído logo e sem se desgastar com uma simples troca de funcionário, que pode ser delegada e não gera negócios para a empresa, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 22h21
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 24

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador da pequena e média empresa, não percebe que as pessoas ao seu redor são diferentes e devem ser tratadas como tal. Isto acontece também nas grandes organizações e, neste caso, os Administradores são os gerentes, supervisores, etc...

 

Pelo simples fato das pessoas serem diferentes, o Administrador deve se acostumar com a idéia de que dificilmente encontrará alguém igual a si mesmo ou igual a algum outro funcionário referência, portanto não vale a pena gastar mais energia neste assunto do que fechando negócios.

 

O Administrador deve fazer uma boa contratação, aceitando as diferenças, e apostar num bom preparo deste profissional. Não deve se iludir com a possibilidade do mesmo tomar todas as iniciativas que o Administrador tomaria e muito menos as mesmas decisões, principalmente se o salário do mesmo for muito baixo.

 

Assim como o Administrador está, ou deveria estar, focado em aumentar o lucro, as pessoas também estão preocupadas em resolver os problemas delas, que muitas vezes se relacionam com o aluguel atrasado, dificuldade em comprar remédio para os familiares ou arrumar um emprego melhor. Todos querem melhorar, talvez não saibam como, mas querem melhorar.

 

Chamar a atenção das pessoas em público, por mais que o Administrador ache que mereça, é torná-las cada vez mais distantes dos objetivos da empresa. Uma boa conversa isolada poderá render muito mais resultado, mas se mesmo assim não funcionar, o Administrador deve lembrar que ele provavelmente foi o responsável pela escolha errada. Se não sabe escolher, peça ajuda, contrate alguém melhor preparado para buscar o seu profissional.

 

Não tolerar pequenos erros, eventuais atrazos, etc. repercute em não conseguir pequenos apoios como trabalhar alguns minutos a mais, fazer atividades extras da que as pessoas foram contratadas, etc., mas principalmente, em obter apoio em novas idéias que poderão culminar num bom negócio e uma boa redução de custo.

 

O Administrador que consegue lidar com as diferenças das pessoas e tirar o melhor do limite de cada uma, normalmente tem uma equipe mais coesa e está preparado para ter mais tempo para focar resultados para a empresa, afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 07h54
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 23

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador se prende a alguns mitos e esquece de procurar oportunidades para crescer.

 

Vejamos alguns exemplos, muito comuns, que deparo em meus trabalhos de consultoria:

 

“O boi só cresce diante dos olhos de seu dono”. Na maioria das vezes, quem pensa assim fica para trás, enquanto se preocupa em tomar conta de seus bois, a concorrência avança mercado afora, ou será que as grandes corporações cresceram porque o seu dono ficava o dia inteiro em seus gabinetes?

 

“O meu caixa tem que ser uma pessoa de confiança”. Imagina se os caixas de bancos fossem pessoas de confiança dos donos? Quantas pessoas de confiança os donos de grandes redes de supermercados teriam que ter? Controle é uma das ferramentas básicas da administração. Henry Ford já a usava bem no início do século passado, quando nem havia computadores.

 

“Prefiro fazer eu mesmo, não confio em empregados”. Enquanto o dono faz, não consegue tempo para fechar grandes negócios, deixando espaço para a concorrência crescer. Imagine como seria o tamanho da NET se o seu fundador resolvesse sozinho instalar todos os cabos? Talvez fosse do tamanho daquele vendedor de antenas do seu bairro.

 

“O meu negócio é diferente, não dá para crescer como o do fulano....”. Há oficinas mecânicas pequenas e grandes, há consultorias pequenas e grandes, há clubes pequenos e grandes, enfim, sempre tem alguém que aproveitou melhor as oportunidades e cresceu. Imagine um negócio mais complicado do que o Baú da Felicidade? O Sr. Abravanel recebia primeiro as prestações e, só depois de todas pagas, o comprador retirava a sua mercadoria em uma das lojas. Fantástico, mas nada fácil.

 

O segredo para o crescimento é fechar grandes negócios, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 20h59
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 22

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque há fraude no negócio. Quem comete as fraudes? Todos que estão nas organizações podem cometê-las, e em todos os níveis hierárquicos. Vejamos alguns exemplos, que já presenciei, em alguns níveis hierárquicos e nas organizações por onde passei.

 

O pessoal operacional comete fraude quando, por má fé, desperdiçam matéria-prima da empresa, quando conseguem levar material da empresa para casa, quando usam o telefone da empresa para ligações particulares (neste caso cometem fraude duas vezes, pois estão gastando os recursos da empresa em forma de pulsos telefônicos e também em forma de tempo de trabalho, afinal, a empresa o paga pelo tempo que o mesmo ficou no telefone), quando imprimem fotos ou trabalhos escolares na impressora da empresa, quando usam a internet da empresa para pesquisas pessoais, quando favorecem o cliente com políticas não definidas pela direção da empresa, quando utilizam os serviços de malotes da empresa para remeter materiais particulares, entre outras.

 

O pessoal executivo comete fraudes quando trazem aquela nota fiscal de despesas com combustível, refeição ou hotel com valores superiores do que foram realmente pagos, quando aceitam propina de determinado fornecedor para favorecê-lo, quando fazem determinadas aplicações financeiras em troca de algum benefício próprio junto á alguma instituição financeira, quando se utilizam de funcionários da empresa para resolver assuntos particulares, quando transformam aquela viagem de negócios em lazer, entre outros.

 

A diretoria (Administrador) comete fraudes quando fazem retiradas além da capacidade de geração de recursos da empresa, quando gastam muito no final de semana e se reembolsam na segunda-feira das despesas particulares, quando compram diversos bens para a empresa com o objetivo de uso próprio e, principalmente, quando aceitam pacificamente ou não querem enxergar todos os atos citados acima cometidos pelo pessoal operacional e executivo.

 

Administrar é interpretar os objetivos propostos pela empresa e transformá-los em ações empresariais através do planejamento, organização, direção e CONTROLE. Este último, objeto de tudo que refletimos acima, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 16h31
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 21

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador se perde em fundamentos básicos da formação de preços. Vejamos alguns conceitos antes de avaliarmos um exemplo interessante.

 

CUSTO VARIÁVEL é a parcela do custo que varia em função da variação do volume de venda e/ou produção. Nesta parcela encontramos os impostos incidentes sobre a venda, custos das matérias-primas e comissões.

 

CONTRIBUIÇÃO MARGINAL é a diferença entre o preço de venda e o custo variável. Esta diferença deve ser suficiente para pagar os custos fixos e ainda sobrar algum saldo para formar o LUCRO.

 

CUSTO FIXO é a parcela do custo que não varia em função da variação do volume de vendas e/ou produção. Nesta parcela encontramos o custo da mão-de-obra, aluguel, depreciação, manutenção, telefone, internet e o pró-labore.

 

Após a breve revisão conceitual, vamos utilizar esta informação para a tomada de decisão. Suponhamos que uma empresa fabricante de chaves consuma R$2,50 de matéria-prima e R$0,50 de imposto incidente sobre a venda para fabricar um determinado modelo de chave. Sabe-se que o preço de venda desta chave é R$6,00, portanto:

 

(+) Preço de Venda                      R$ 6,00

(-) Impostos                                   R$ 0,50

(-) Matéria Prima                            R$ 2,50

(=) Contribuição Marginal        R$ 3,00

 

Cada venda de chave proporciona a contribuição marginal de R$3,00, ou seja, a venda de uma chave contribui com R$3,00 para pagar o custo fixo total.

 

Vamos avaliar um novo cenário, onde um hotel faz a proposta de comprar mil chaves à R$4,50 cada. O fabricante de chaves deve aceitar o pedido? Vamos analisar:

 

(+) Preço de Venda                    R$ 4,50

(-) Impostos                                 R$ 0,38

(-) Matéria Prima                          R$ 2,50

(=) Contribuição Marginal      R$ 1,63

 

Sabendo-se que os impostos são proporcionais ao preço de venda, a contribuição marginal passará para R$1,63 por chave

 

Supondo que haja ociosidade na fábrica e que o fato de se aceitar este pedido não comprometa os pedidos de vendas habituais, o fabricante de chaves deve aceitar a proposta, pois a contribuição marginal de R$1,63 multiplicada por mil chaves resultará na contribuição marginal total de R$1.630,00, um recurso que ajudará a pagar o custo fixo. Lembrando que o custo fixo continuará existindo com ou sem a proposta do hotel.

 

 

Mas, muita atenção aos apontamentos destas informações, estas devem ser precisas, pois se a contribuição marginal for negativa, quanto maior for o volume de vendas, maior será o prejuízo e NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 20h04
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 20

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

Mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador, seja por má fé, por falta de informações ou por falta de atenção, promete o que não pode cumprir. Em alguns casos até nem se esforça como deveria para poder cumprir. Vejamos alguns exemplos que vivenciei ao longo da minha carreira:

 

- Em certa reunião com os funcionários, estes estão reivindicando alguns benefícios, normalmente são planos de saúde ou refeições. A empresa passa por dificuldades e seu Administrador, sem medir as consequências de sua decisão, promete atender tais reivindicações em médio prazo. A decisão pode ter sido tomada pela emoção, apenas na esperança que daqui a alguns meses as coisas melhorem e tudo será resolvido. Porém, por diversas razões, as coisas podem não melhorar e os funcionários, que não têm nada a ver com isto, querem o que foi prometido. Nestes casos, normalmente, o Administrador cria um mal estar na empresa e ainda culpa os funcionários pela má compreensão (???). Faltou planejamento estratégico para a tomada de decisão. O rendimento e o comprometimento da equipe pode reduzir, afetando qualidade, prazos de entregas e ,consequentemente, causando mal estar com os clientes e até, em alguns casos, comprometendo futuros negócios.

 

- Em uma ocasião, um bom vendedor se desligou da empresa após um mal estar com o Administrador da mesma. Procurei entender o que ocorrera e ouvi do Administrador “não posso pagar R$5.000,00 de comissão para ele, é muito dinheiro e minha empresa não está com esta condição”. Procurei o vendedor e ouvi “o cara havia combinado comigo que me pagaria 5% de comissão por venda, desenvolvi um cliente novo e efetuei a venda por R$100.000,00, quero a minha comissão de R$5.000,00”. Conclusão, ao ver o montante que o vendedor deveria receber conforme a política de vendas da empresa, o Administrador não se conformou e mudou a regra do jogo. Neste caso, depois de alguns meses, fiz contato com o vendedor, descobri que ele havia ido para a concorrência, levado o cliente que ele desenvolvera para lá e estava contente com os resultados. A empresa antiga amargurou uma perda de cliente novo e talvez nem tenha entendido a razão.

 

- Durante o processo de contratação de um novo funcionário, o Administrador prometeu um aumento de salário após três meses de experiência. Passado mais de três meses, o combinado não ocorreu e o Administrador não conseguia entender porque não parava funcionários na sua empresa (???). As atitudes deste Administrador geram desmotivação da equipe, giro rápido de pessoal e raramente consegue ter uma equipe coesa, comprometida e treinada, pois em curto espaço de tempo, se gasta energia para repor a mão de obra, treinar, etc.

 

O Administrador deve estar atento também em suas decisões e “acordos”, pois em médio prazo podem comprometer futuros negócios, além de desgastes emocionais desnecessários e perda de dinheiro não mensurável, afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 08h29
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 19

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador se envolve pela emoção e investe também pela emoção;

 

Vejamos algumas situações:

 

- Certa vez disseram para um Administrador que se o mesmo investisse R$15.000, em um determinado equipamento, o mesmo traria redução no consumo de energia e, portanto, o seu custo com energia elétrica cairia. Neste caso, infelizmente, sem nenhum critério técnico, o Administrador desembolsou R$15.000, com recursos de terceiros e depois percebeu que ainda teria que gastar R$1.000 com instalações, fazendo um investimento total de R$16.000. Passado alguns meses, sua conta de energia elétrica passou de R$450 mensais para R$400, ou seja, com um investimento de R$16.000 obteve uma economia de R$50 por mês. A partir daí, resta esperar 320 meses ou quase 27 anos para começar obter a economia, isto se o tal equipamento durar até lá (???).

 

- Outra vez um cliente me solicitou um estudo de viabilidade econômica para um novo equipamento, que conforme o seu gerente de produção, faria com que em uma determinada área da empresa fosse mais produtiva. Tratava-se de um equipamento moderno que o gerente de produção havia conhecido numa feira. Ao meu cliente fiz apenas duas perguntas para facilitar o estudo: esta área da empresa é gargalo de produção? Resposta: não. A sua empresa trabalha com ociosidade ou produção acima do limite? Resposta: ociosidade. Conclusão: não invista, pois este equipamento não agregará em nada na sua linha de produção. Canalize esse recurso para algo que otimizará realmente a sua produção e como a sua fábrica está ociosa, canalize recursos em vendas, pois o que sua empresa está precisando neste momento é vender mais para otimizar os recursos produtivos.

 

- Visitando um cliente encontrei um equipamento parado, aliás, sempre o encontrava parado. Questionei ao meu cliente por que o mesmo estava daquela forma. O meu cliente me disse que comprou num momento de urgência para atender um determinado “pedido importante” e que também era uma orientação do gerente de produção. Em outra oportunidade questionei o gerente de produção por que convencera o meu cliente a investir naquele equipamento que estava parado. O gerente de produção me disse que era porque em um determinado momento durante a produção daquele “pedido importante”, foi muito pressionado para ultrapassar os limites produtivos da fábrica e, num momento de desespero, sugeriu o tal investimento. Conclusão: investiu-se R$10.000 para tentar resolver um problema pontual e, quando o equipamento chegou, a produção do “pedido importante” já estava entregue, e agora o tal equipamento estava parado por falta de “pedidos importantes” (???)

 

Investir sem necessidade tem sido um grande problema nas empresas, é o mesmo que investir em ociosidade, é muito importante o Administrador se atentar a este procedimento e passar a fazer investimentos planejados e com cálculo de retorno. Se necessário, peça ajuda de profissionais competentes para este fim, afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 08h48
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 18

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem o péssimo hábito de centralizar algumas rotinas, não tendo tempo para as questões estratégicas, questões estas que são vitais e geram negócios para a empresa.

 

Vejam alguns exemplos interessantes de centralização de rotinas que não agregam nada para o resultado do negócio:

 

            - “prefiro instalar este equipamento pessoalmente, pois o funcionário não é capaz de fazê-lo e, além do mais, se ele aprender, pode virar meu concorrente...” – Conheci um instalador de antenas parabólicas que pensava assim, um dia a sua coluna o impediu de subir em telhados e hoje o negócio já não existe mais.  Com tantas antenas parabólicas instaladas por ai, infelizmente, ele não conseguia perceber que tal conhecimento de instalação não era exclusivo dele. Será que ele não deveria ter se preocupado mais em incrementar os negócios?

 

            - “Não quero que ninguém saiba sobre minhas contas a pagar e receber...”. – Neste caso, o Administrador que conheci perdia a maior parte do dia negociando com gerentes de bancos e fornecedores alternativas de pagamentos, na qual o seu caixa não era capaz de suprir. Nestas negociações, as dívidas aumentavam ainda mais por causa dos juros, uma vez que nesta situação, quaisquer imposições são aceitas. O Negócio dele só não quebrou porque percebeu a tempo que postergar pagamentos não faz as receitas aumentarem.

 

            - “Não posso deixar as senhas do banco com o meu funcionário porque ele pode me roubar, então, todos os dias devo estar à disposição para efetuar pagamentos...” – Controle é uma das ferramentas básicas de administração e que deve ser abusada em seu uso, delegar a função de contas a pagar fará o Administrador ter mais tempo de pensar estrategicamente para buscar mais negócios. Qual a diferença entre delegar o contas a pagar a um funcionário e entregar um caminhão cheio de mercadorias à um motorista e, muitas vezes, de uma empresa externa? Confiar a um funcionário o controle de todo o estoque da empresa? Confiar ao vendedor a imagem da empresa? Não controlar os procedimentos de compra de um comprador mal intencionado? Quantos contratos o Administrador já assinou sem nunca tê-los lido? – Imagine se o Antônio Ermírio de Moraes, Silvio Santos, Bill Gates... tivessem que efetuar todos os pagamentos de suas empresas?

 

O Administrador deve rever a sua escala de valores e perceber que existem mais pessoas honestas do que desonestas, cabe ao Administrador identificá-las para montar a sua melhor equipe e ter mais tempo para pensar estrategicamente. Pensar estrategicamente farão os negócios serem mais prósperos. O Administrador deve abusar das ferramentas de controles, porém, não só em contas a pagar, onde geralmente estão os recursos menos valiosos da maioria das empresas (elas vivem sem dinheiro), mas em todos os setores da empresa, afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 09h02
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 17

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador aplica o “mark-up” para a formação de preço sem ter uma base técnica/econômica para a formação de preços, volumes de vendas e nível de custos fixos. “Mark-up” é o quanto se aplica sobre o custo da mercadoria, seja ela produzida ou revendida, para se obter o preço de venda, e este deve ser suficiente para pagar todos os custos variáreis e fixos da empresa.

                                          Cenário 1            Cenário 2

Custo da Compra                R$ 100,00           R$ 100,00

Fator                                          1,40                    1,80

( + )Preço de Venda            R$ 140,00           R$ 180,00

( - )Impostos/6,50%               R$ (9,10)           R$ (11,70)

( - )Comissão/5,00%              R$ (7,00)            R$ (9,00)

( - )Custo                           R$ (100,00)         R$ (100,00)

( = )Contribuição Marginal      R$ 23,90             R$ 59,30

( - )Custo Fixo                 R$ 10.000,00      R$ 10.000,00

Necessidade de Venda             418                     169

 

Custos variáveis são aqueles que variam em função do volume vendido/produzido. Custos fixos são aqueles que não variam em função do volume vendido/produzido. Vamos imaginar os seguintes cenários:  

No Cenário 1, o Administrador multiplica o custo da mercadoria por 1,40 para formar o seu preço de venda, então obtém R$140,00. Deduzidos os impostos (6,50%), comissão (5,00%) e o custo da própria mercadoria (R100,00), apura-se a Contribuição Marginal. A Contribuição Marginal é o que sobra do preço de venda após a exclusão de todos os custos variáveis. No Cenário 1 a Contribuição Marginal é R$23,90 por unidade. Supondo que o custo fixo da empresa seja R$10.000,00, será necessário vender 418 unidades do produto em análise para pagar o custo fixo.

No Cenário 2, onde o Administrador multiplica o custo da mercadoria por 1,80 para formar o seu preço de venda, será obtido R$180,00. Desta forma, após todas as exclusões, obtém-se a Contribuição Marginal de R$59,30, diminuindo a necessidade de venda para 169 unidades para se pagar os R$10.000,00 de custos fixos.

 

Neste momento se questiona se é possível vender o produto pelo preço do Cenário 2. Concluindo que não, há duas alternativas, se compra ou produz o produto em análise mais barato, ou se reduz os custos fixos. A combinação das duas situações é a ideal, aliás, a busca incessante das duas alternativas é o desafio do Administrador que pretende ter o seu negócio rentável, afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 09h15
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 16

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

 

Mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes alguns negócios não são tão rentáveis porque o Administrador toma decisões embaladas pela ansiedade, emoção, etc. Sem avaliar todas as conseqüências positivas e negativas da tomada de decisão. Vejamos um exemplo, muito comum, que ocorreu com um cliente meu.

 

O meu cliente, uma pizzaria estabelecida na grande São Paulo, resolveu incrementar as vendas agregando novos produtos ao seu cardápio, tomou a decisão de oferecer ao mercado, além das tradicionais pizzas, esfihas.

 

Pesquisou sobre o assunto, investiu e contratou profissionais para esta nova atividade. Até aí tudo perfeito, pois iria oferecer um novo produto e o incremento nas vendas seria algo certeiro.

 

Como se avaliou somente os pontos positivos, era natural concluir que a decisão tomada era a mais correta, mas passado algum tempo, se deparou com o inesperado, ou seja, os pontos negativos não avaliados na tomada de decisão começaram a aparecer.

 

Muitos consumidores habituais de pizza gostaram da novidade e passaram a consumir as esfihas. As esfihas eram uma novidade interessante do ponto de vista do consumidor, pois quando escolhida como a refeição da noite, apesar de seu sabor diferente, poderiam ser adquiridas nos mais variados sabores, o que agradava ao paladar individual da família ou grupo de consumidores, além do preço ser mais barato.

 

A expectativa de incremento nas vendas se tornou mais como uma outra opção de consumo, substituindo a tradicional pizza, do que a expectativa de se vender a mesma quantidade de pizzas além da novidade, as esfihas.

 

E o que tem de mais vender esfihas ao invés de pizzas? Do ponto de vista econômico pode significar diminuição no faturamento e também do resultado, basicamente por dois motivos:

 

Primeiro: as esfihas são mais baratas do que a pizza, ou seja, dez esfihas à R$1,20 substituem perfeitamente uma pizza de R$25,00.

 

Segundo: os custos com matérias-primas para os dois cenários (dez esfihas x uma pizza) são maiores para as esfihas, sem contar a estrutura investida para se fazer e entregar as esfihas.

 

Enfim, nem sempre oferecer um serviço ou produto adicional significará mais resultado, por isto uma boa avaliação dos pontos fortes e dos pontos fracos, sempre ajudarão o Administrador a tomar a melhor decisão, afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 11h33
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 15

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

 

Mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes alguns negócios não são tão rentáveis porque o Administrador tem a sensação de que não pagar impostos é uma forma barata de obter recursos, mas na realidade, toda dívida tributária incide multas, juros e alguns desgastes que podem tornar este dinheiro mais caro do que de outra fonte.

 

A dívida tributária parece inofensiva, mas a médio prazo pode ser tornar uma grande dor de cabeça ao Administrador. Vejam algumas dificuldades que o Administrador inadimplente com o Governo encontra:

 

             - Desenquadramento do SUPERSIMPLES;

 

            - Dificuldades em obter créditos junto à rede bancária, em alguns casos até com a rede privada;

 

            - Dificuldades em fornecer para alguns potenciais clientes, principalmente os maiores, pois estes são muito visados pela fiscalização e se protegem por eventuais problemas por conivências;

 

            - Impossibilidade de participar de licitações públicas;

 

            - Não usufruir de recursos de programas como PROGER ou BNDES, que além dos juros subsidiados pelo Governo, dependendo da utilização chegam ter até doze meses de carência e com até setenta e dois meses para pagar. Os bancos privados estão muito distantes destas facilidades;

 

            - Comprometer os nomes dos sócios com linhas de créditos pessoais ou penhora de bens;

 

            - Gastar dinheiro com Advogados, Contadores, Consultores, etc... para negociações das dívidas e também argumentações jurídicas;

 

            - Se expor junto à sociedade em caso de prisão, principalmente aquelas “cinematográficas”;

 

            - Sempre receber visitas de fiscais e, neste caso, se tentar alguma solução não ortodoxa, há risco de prisão ou ficar com o  “rabo-preso” com fiscais corruptos;

 

            - Riscos de ser denunciado por alguém que deseja atrapalhar o seu negócio. Neste caso o alguém pode ser ex-funcionários, credores ou concorrentes;

 

            - “Ficar na mão” de funcionários incompetentes, aproveitadores e que geralmente não agregam valores para o negócio.

 

Enfim, independente da forma como o Governo usa os recursos, os impostos devem ser pagos. Se o negócio não gera recursos suficientes para o cumprimento destas obrigações, está na hora de parar e refletir, pois pode ser que o mesmo não seja viável, afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 07h44
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 14

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o preço de venda não está adequado com a estrutura de custos.

 

A dificuldade está sob diversos aspectos, sejam eles culturais, estruturais ou mercadológicos. Vivemos em um mundo globalizado e muito competitivo, sempre há aquele que aparece com um preço atrativo ao mercado. Afinal, como se consegue praticar tal preço?

 

Consegue-se por várias razões, mas uma delas, certamente, está no equilíbrio que se encontrou entre um preço competitivo e adequado à estrutura produtiva. Todo negócio deveria ser iniciado a partir do preço de venda do mercado e as expectativas de vendas, para somente depois, caminhar para a estrutura instalada adequada.

 

Mas como obter este equilíbrio então? É importante conhecer a estrutura de custos da empresa, saber quanto foi investido no negócio (equipamentos, instalações, móveis, prédio, aquisição de franquia, licenças de funcionamento entre outros).

 

Identifique a capacidade produtiva do seu negócio. Caso a capacidade produtiva esteja além da capacidade de venda, não há mágica, ou as vendas aumentam, o que economicamente é mais saudável, ou a capacidade produtiva se adequa a um patamar menor, o que implica em se desfazer de parte da estrutura instalada.

 

Então já se sabe o quanto a empresa vende, produz, gasta e o investimento aplicado. Tomamos como referência um período anual, onde é possível eliminar fatores sazonais, tais como dia das Mães, Carnaval, Natal, etc..., onde as vendas de seu negócio podem aumentar ou diminuir.

 

Das vendas líquidas (sem os impostos), extraem-se todos os custos, a depreciação (o investimento dividido pela quantidade de anos que determinado equipamento tem de vida útil), apura-se o resultado. Havendo prejuízo, obviamente, a estrutura produtiva não é adequada ao seu preço de venda, mas havendo lucro, faremos então uma nova análise.

 

O lucro apurado é dividido pelo investimento total. Desta forma se acha uma taxa que indica o quanto o seu negócio lhe proporciona de retorno. Esta taxa pode ser comparada com as taxas de investimentos do mercado financeiro. Se a taxa de retorno do seu negócio for menor que as taxas do mercado financeiro, o seu negócio não está viável, portanto é necessário revê-lo através de algumas variáveis tais como: preço de venda (fique atento à competitividade), estrutura instalada e volume de vendas. Se a taxa de retorno do seu negócio for superior que as do mercado financeiro, parabéns, você tem um negócio rentável, afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 17h40
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 13

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis?

 

Em toda a minha carreira, sempre me deparei com Diretores e Presidentes de empresas dizendo que o mercado é muito instável. Há meses em que se faturam o desejável e outros abaixo do desejável.

 

Também sempre os ouvi dizendo que sua estrutura está ociosa e que “neste mês” poderá demitir alguns funcionários porque o mercado não está seguro.

 

Podemos fazer alguma coisa para não levarmos tantos sustos como os citados acima? Digo que sim, pois muitas vezes o dimensionamento da infra-estrutura de nossas empresas está além da capacidade de mercado ou os esforços para conquistar o mercado estão aquém da infra-estrutura.

 

Certa vez, em um evento, tive a oportunidade de conversar com o Presidente de uma grande empresa multinacional do ramo automobilístico e o fiz a seguinte pergunta: Como o senhor faz para conviver com as diversas oscilações que este mercado promove?

 

O mesmo me respondeu que tais oscilações não afetam a sua empresa, pois ao longo dos anos, ele deu continuidade ao que seus antecessores já haviam iniciado. Esta empresa, que fabrica diversos produtos automotivos, dividiu seu mercado em três, sendo:

 

- mercado nacional automobilístico;

 

- mercado nacional de reposição automobilístico e

 

- mercado internacional automobilístico.

 

Sendo assim, a empresa estava estruturada para atender dois destes três grandes mercados.

 

Historicamente, sempre algum deles estava com problemas, mas os outros dois ocupavam o seu parque fabril tornando sua fábrica menos ociosa possível. Quando ocorresse dos três mercados estarem indo bem, o que é raro, a empresa tinha um plano de contingência para atender a demanda extra, através da criação de um terceiro turno temporário ou através de horas extras.

 

Veja que neste momento de crise internacional, provavelmente as suas exportações estão comprometidas, mas como a sua fábrica está estruturada para atender apenas dois mercados, provavelmente não deve estar sentindo a turbulência do mercado, mesmo porque as vendas de automóveis no mercado interno nos últimos meses, pouco foram comprometidas.

 

Se quisermos ser grandes, devemos aprender com quem já é grande. Está na hora de trabalharmos nossos três grandes mercados. Vamos arregaçar as mangas e pararmos de reclamar, pois quem reclama não tem tempo de crescer. Lembre-se, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 10h22
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 12

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador não está atento à formação do preço de venda.

 

A formação do preço de venda deve conter, além do tecnicismo, ousadia e ATENÇÃO AO MERCADO. De nada adianta ter o melhor método de apuração de custos se a torneira dos gastos fica aberta. Para um negócio ser rentável, a velha fórmula de se gastar menos do que se recebe é a base de tudo.

 

Se o seu modelo de custeio sugere um preço alto, fora da realidade do mercado, vale a pena concentrar esforços na revisão do seu negócio, pois o preço alto apenas está refletindo o desequilíbrio entre a estrutura produtiva, nível de produção e o lucro.

 

As afirmações abaixo, embora sejam de conhecimento de todos, não devem ser analisadas isoladamente e sempre nos ajudam a refletir.

 

-          para se obter receitas tem que vender, se não tiver preço competitivo, não vende.

 

-          para se obter resultado, tem que gastar menos do que se recebe.

 

-          Para formar o preço justo, todas as despesas devem ser repassadas ao preço.

 

-          Se todas as despesas forem repassadas ao preço, o mesmo fica competitivo?

 

É comum ouvir dizer que não dá mais para cortar gastos, ou já se cortou tudo o que tinha que cortar, etc....então como é que o concorrente consegue vender mais barato? (e sobreviver...)

 

Cortar gastos significa gastar melhor, comprar melhor, comprar com planejamento, comprar com poder de negociação, comprar o necessário, simplificar, desburocratizar, organizar, planejar, controlar e direcionar melhor as atividades, investir em melhorias contínuas e em sistemas de informações confiáveis, reduzir estoques, ter uma estrutura equilibrada ao volume de vendas, fazer certo da primeira vez. Alguma vez já se mediu o custo do retrabalho? Quanto custa a estrutura disponível para cuidar daquilo que não foi bem feito?

 

Cortar gastos significa olhar mais para frente do que para trás, arregaçar as mangas e não deixar o tempo passar.

 

Cortar gastos significa cobrar resultados de toda a sua equipe, inclusive você, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 11h58
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 11

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis?

 

Vamos refletir sobre os estoques. O que é estoque? São recursos financeiros extraídos do caixa da empresa com o objetivo de manter uma determinada quantidade de materiais disponíveis para a utilização, sem prejuízo da produção e do prazo de entrega. Quanto maior o estoque, menor serão as dificuldades de cumprir prazos de entregas, mas isto tem um custo. Como se apura o custo dos estoques?

 

O estoque custa à medida que é necessário tirar dinheiro do caixa para investir nele. Muitas empresas atrasam os pagamentos de seus fornecedores por não terem dinheiro disponível, mas estão com estoques altos. Não ter dinheiro disponível e ter estoque alto significa recorrer ao mercado financeiro, com juros altíssimos, para cumprir obrigações de contas a pagar. Também ter estoques altos e ter dinheiro em caixa significa a má aplicação dos recursos financeiros e perda de oportunidades de ganho no mercado financeiro.

 

Ter estoques altos se torna mais dispendioso quando o mesmo não é compatível com a necessidade do mercado. Neste caso a empresa é obrigada a comprar materiais que não possui para atender a demanda. Permanecerá com os estoques parados e talvez recorrendo ao mercado financeiro.

 

Ter estoques altos se torna mais dispendioso quando se trata de produtos perecíveis. Neste caso o dinheiro investido nos estoques pode envelhecer e ser sucateado junto com o estoque.

 

Ter estoques altos se torna mais dispendioso quando se é necessário manter um galpão maior para armazená-lo e mais funcionários para cuidá-lo.

 

Ter estoques altos se torna mais dispendioso quando o mesmo está desorganizado e a busca de um determinado material demanda um longo tempo, sendo que muitas vezes o mesmo não é encontrado e a solução é comprar aquilo que não se encontrou, mesmo que se o tenha.

 

Ter estoques altos se torna mais dispendioso quando o mesmo se torna um alvo fácil de desvios por parte de qualquer funcionário que tenha acesso ao mesmo.

 

Ter estoques altos se torna mais dispendioso quando se acredita que vendê-lo a um preço baixo é um mau negócio e se paga muito mais com juros de recursos do mercado financeiro.

 

Ter estoques altos se torna mais dispendioso quando...!!! Enfim, há uma série de situações onde o mesmo se torna inviável. O grande desafio para os Administradores é encontrar o estoque viável. Aquele estoque que seja compatível com a demanda, com a sua manutenção, com o seu negócio, com os prazos de entregas dos fornecedores e clientes e, principalmente, não exija que a sua empresa recorra ao mercado financeiro para pagar as contas do dia a dia, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 08h12
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 10

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador tem a percepção de que o seu preço de venda está fora da realidade do mercado e arbitrariamente decide reduzi-lo sem avaliar os reais impactos desta decisão.

 

Vamos analisar um cenário imaginário, porém bastante comum no mundo corporativo:

 

- Uma fábrica de gemada utiliza a gema do ovo para fazer o seu produto principal: A GEMADA;

- Um ovo custa R$1,00;


- Adicionado mais alguns ingredientes que custam R$0,20, o custo total dos
materiais da gemada é R$1,20;

 

- Para simplificar a análise, não consideraremos os custos fixos, mas vamos imaginar que o custo da Gemada do concorrente seja R$0.90;

 

- R$1,20 é o custo da empresa em análise, R$0,90 é o custo da concorrência, algo de errado está acontecendo no custo da empresa em análise (???);

 

- Eis que surge o Administrador, acompanhado de seus assessores, sendo um deles da área Comercial, e percebe que o custo da clara de ovo está sendo embutido no custo da Gemada e por isso o preço não está competitivo. A decisão tomada: passar a cobrar o custo do ovo somente com a gema.

 

- Desta forma, de maneira arbitrária ou até mesmo técnica, conclui-se que o custo do ovo é montado de metade por gema e a outra metade por clara. Agora o custo da gema passa a ser R$0,50, que somado ao custo dos demais ingredientes formam R$0,70 para o custo da Gemada. Perfeito, a empresa em análise passou a ter um custo de Gemada competitivo ao mercado (R$0,90);

 

CUIDADO, se a clara do ovo é descartada, não tem aproveitamento ou então
é estocada com a perspectiva de no futuro encontrar o que fazer, não faz sentido embutir
no custo da gemada o custo do ovo
PROPORCIONAL, pois a empresa de GEMADA
gastou R$1,00 para comprar o ovo e precisa buscar este valor de volta.

Somente se a clara tiver alguma utilidade ou perspectiva de um consumo próximo,
fará sentido cobrar o custo do ovo proporcional.

 

Enfim, se o negócio não gera recursos suficientes para pagar o ovo inteiro, está na hora de parar e refletir, pois pode ser que o mesmo não seja viável, afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.

 



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 10h15
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS -  Parte 09

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador quando se envolve em um empreendimento, deixa a emoção tomar conta da razão e, em muitos casos, toma a decisão sem antes avaliar o potencial de mercado.

 

Quando falamos em pesquisa de mercado, é provável que lembremos de uma equipe de estagiários espalhados pelas ruas obtendo dos transeuntes diversas informações que serão tabuladas, analisadas e apresentadas ao potencial empreendedor sobre o que o mercado acha do novo negócio.

 

Dependendo do resultado da pesquisa, o empreendedor decidirá o rumo e as ações que serão tomadas no novo negócio. Parece muito complicado e caro? Parece também longe da realidade da maioria dos empreendedores do Brasil? O que fazer? Arriscar todas as fichas nesse novo empreendimento e seja o que for? Esta é a decisão da maioria dos pequenos e médios empresários brasileiros.

 

Há várias formas de se fazer pesquisa de mercado, muitas delas são simples e baratas. Veja uma situação que presenciei ao longo de minha carreira:

 

Conversando com um dono de um bar no interior de São Paulo, aprendi uma lição fantástica de pesquisa de mercado. O mesmo me dizia que quando resolveu comprar um bar, procurou pela cidade alguém que estivesse interessado em vender um. Ao encontrar, surgiu a dúvida, será que o ponto é bom? Por que será que está a venda? O giro mensal informado está correto? Após estes questionamentos, resolveu fazer a sua pesquisa de mercado. Esperou até que um caminhão de cervejas chegasse para fazer a habitual entrega e perguntou ao motorista:

 

- Você entrega muitas cervejas neste bar?

 

- Sim, mas por que este interesse? Respondeu o motorista.

 

- É que estou interessado em comprar este bar – questionou o potencial empreendedor.

 

- Se está interessado em comprar, sugiro comprar um outro. Este outro compra quase o dobro de cervejas do que este e está à venda porque o proprietário precisa se mudar da cidade.

 

E assim o dono do bar, do interior de São Paulo, me contou como decidiu comprar o seu bar.

 

Vejam que exemplo simples, rápido, barato e objetivo de se fazer pesquisa de mercado. Será que o Administrador que está interessado em lançar um novo produto ou um novo empreendimento não poderia tirar proveito deste exemplo, para mim fantástico, de como fazer uma pesquisa de mercado e deixar a razão tomar conta da emoção por alguns instantes? Afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 02h11
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 08

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o empreendedor não tem a noção exata da relação investimento e retorno, se aventura em empreendimentos que são muito mais um desgastante e árduo trabalho diário, movimenta-se muito e obtém pouco retorno. Vamos relembrar um exemplo interessante que todos presenciamos.

 

Há cerca de dez anos, muitos trabalhadores perderam os seus empregos. Naquela época viram como solução de seus problemas investirem em um automóvel adaptado e passaram a vender cachorros-quentes nas esquinas das cidades.

 

Suponhamos um investimento de R$8.000,00. Naquela época se vendia cachorros-quentes por R$1,00 e se criou um mercado muito competitivo. Na hipótese do custo com o material de cachorro-quente ser de R$0,50, ainda sobravam R$0,50 para o empreendedor.

 

Sabemos também que não era somente cachorro-quente que se vendia nestes pontos, portanto vamos imaginar que as outras vendas eram suficientes para pagar todos os outros custos-fixos do empreendedor (gasolina, manutenção do veículo, etc.). Sendo assim, vamos voltar a focar somente nos cachorros-quentes.

 

Se uma boa venda diária na época era de 50 unidades de cachorros-quentes, ao multiplicarmos 50 unidades por R$0,50 (quanto sobrava de cada unidade), no final do dia o empreendedor embolsava R$25,00. Considerando 22 dias úteis no mês, havia uma receita líquida mensal de R$ 550,00. Se R$500,00 fosse razoável para o seu sustento, o retorno do investimento era de R$50,00.

 

Vamos calcular ainda um pouco mais. Ao dividirmos R$8.000,00 do valor investido por R$50,00 do retorno mensal, bastaria “apenas” 160 meses ou quase 13 anos para o negócio se pagar e começar a render os lucros.

 

Resultado: raramente sabemos se algum vendedor de cachorro-quente da época, hoje esteja rico (???). Este efeito acontece na maioria das empresas que tenho desenvolvido os meus serviços de consultoria, será que o retorno do seu negócio é compatível com o investimento? Fique atento aos números e não somente ao seu caixa, afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 19h14
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 07

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Mas por que alguns não são tão rentáveis?

 

Muitas vezes alguns negócios não são tão rentáveis porque o Administrador não cuida tão bem da saúde da empresa. Na realidade, não cuida tão bem nem da sua própria saúde.

 

Com relação à saúde de pessoas, quando um cidadão quarentão vai ao médico, de maneira geral, o médico imediatamente recomenda algumas mudanças de comportamento, dentre elas a redução do peso, diminuição do stress, parar de fumar, beber menos, caminhadas, comer mais alimentos saudáveis, etc... Mas o médico ainda nem pediu os exames para concluir o diagnóstico? O médico e a maioria das pessoas sabem o que faz bem para saúde, basta começar a mudar e depois do diagnóstico, se necessário, vem o tratamento.

 

Com relação à saúde da empresa, o Administrador pode proceder da mesma maneira, há atitudes que podem ser tomadas imediatamente e outras que serão recomendadas após um diagnóstico.

 

Dentre as atitudes a serem tomadas que não necessitam de diagnóstico podemos destacar:

 

            - Gastar menos do que recebe;

 

            - Negociar o máximo com os credores antes de captar recursos no mercado financeiro;

 

            - Fazer certo da primeira vez e exterminar a praga dos trabalhos em duplicidades;

 

            - Reduzir o nível de estoques e se desfazer do que não é necessário;

 

            - Ir atrás do cliente ante aguardá-lo confortavelmente por seu produto ou serviço;

 

            - Divulgar para todo o mercado o que a empresa faz;

 

            - Não gastar movido pela emoção ou por modismos;

 

            - Exigir de todos: RESULTADOS;

 

            - Dar satisfação ao cliente e também aos fornecedores;

 

            - Estimular sua equipe a produzir mais;

 

            - Parar de tratar sua equipe como uma mãe trata seus filhos, seja profissional.

 

O Administrador não deve esperar até segunda-feira para começar aquele “regime”, deve começa-lo imediatamente, afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 07h54
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 06

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

 

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis?

 

Muitas vezes o negócio não é rentável por falta de foco de seu Administrador. O Administrador da Empresa deve sempre focar em resultados, aliás, resultado significa rentabilidade.

 

Descreverei a seguir alguns focos perdidos por alguns empresários que, certamente não é o caso do nobre leitor, mas que valem uma reflexão para não cairmos em tentação.

 

Quanto a empresa lucrou a mais quando o seu principal executivo se preocupou em apontar os atrasos de seus funcionários. Não seria melhor delegar essa tarefa a alguém?

 

Quanto a empresa lucrou a mais quando o seu principal executivo se preocupou em gastar um bom tempo do seu dia negociando valores baixos com fornecedores ou clientes que representam pouco no seu negócio?

 

Quanto a empresa lucrou a mais quando o seu principal executivo se preocupou em ameaçar os seus funcionários e, quando o mesmo deu as costas, virou alvo de todos os tipos de piadas, apelidos e historinhas que tomam o tempo da equipe e não são nada produtivas?

 

Quanto a empresa lucrou a mais quando o seu principal executivo se preocupou em demitir um funcionário-chave da empresa apenas para mostrar quem manda? Não seria mais estratégico e lucrativo buscar primeiro um substituto no mercado?

 

Quanto a empresa lucrou a mais quando o seu principal executivo se preocupou em acompanhar pessoalmente as obras de reforma para fechar de uma simples goteira?

 

Quanto a empresa lucrou a mais quando o seu principal executivo se preocupou em buscar um parafuso do outro lado da cidade?

 

Quanto a empresa lucrou a mais quando o seu principal executivo se preocupou em cuidar pessoalmente de todos os detalhes da festa de final de ano?

 

Quanto a empresa lucrou a mais quando o seu principal executivo se preocupou em ler os e-mails de seus funcionários para saber se os mesmos estão matando o tempo? O pior é que nestes casos nem sempre se toma alguma ação, o principal Executivo da empresa apenas se gaba em afirmar “ele pensa que sou bobo...”. Existem soluções mais baratas para isto.

 

Quanto a empresa lucrou a mais quando o seu principal executivo se preocupou em cortar o cafezinho dos funcionários?

 

Um exercício bastante interessante que venho sugerindo aos meus clientes é se perguntar, antes de iniciar alguma atividade, quanto esta atividade gerará de resultados para o meu negócio? Afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 07h38
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 05

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

Mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador e, consequentemente a sua equipe, têm o péssimo hábito de tratar mal a todos, inclusive os seus concorrentes.

Certa vez, um cliente meu necessitava reformar um de seus galpões desativados, havia muito por fazer. Em função de nossa parceria, me pediu se havia alguém para indicar.

Lembrei-me de um Arquiteto que passava por dificuldades em seus negócios e, de imediato, o apresentei ao meu cliente. Seria um ótimo negócio para a empresa do Arquiteto.

Durante a visita de reconhecimento do galpão, o Arquiteto passou a criticar muitas coisas de lá, que em seu ponto de vista, estavam feitas de forma errada, desde instalações elétricas até o telhado, aproveitando a oportunidade para ressaltar que em seu trabalho, estas "coisas erradas" seriam corrigidas ou não aconteceriam.

Pensei que tudo caminhava para um ótimo encerramento, seria um negócio interessante para o Arquiteto que passava por dificuldades, mas após a saída do Arquiteto, o meu cliente me diz:

- "Não contratarei esta empresa para reformar o meu galpão, o Arquiteto foi arrogante e chamou o meu pai de incompetente, pois foi o meu pai quem construiu o galpão".

Neste momento entendi, em parte, porque o arquiteto passava por dificuldades em seus negócios.

Refletindo ainda um pouco mais, passei a me lembrar de outras atitudes semelhantes onde quem está oferecendo um produto ou serviço se preocupa muito mais em criticar a concorrência do que exaltar as suas próprias qualidades. Neste caso, o maior concorrente passa a ser si próprio.

O Administrador e sua equipe devem aproveitar a escassez de tempo durante uma visita à um potencial cliente, para se apresentar e focar os pontos fortes de seu produto ou serviço.

O Administrador e sua equipe também devem perceber que seu potencial cliente não o chamou para expor os pontos fracos da concorrência, é provável que ele já saiba, mas sim para descobrir em que a sua empresa poderá ajudá-lo.

O Administrador e sua equipe devem perceber que a concorrência, em alguns casos, pode até se tornar parceira. Há situações onde uma determinada empresa fecha um pedido cuja sua capacidade de realizar é inferior à necessidade do cliente, então resta terceirizar parte dos produtos e serviços. Numa hipótese de provável terceirização de parte dos produtos e serviços, quem está mais apto a realizá-lo é a concorrência. O inverso também é verdadeiro.

O Administrador deve estar atento aos problemas de sua empresa, sem perder de vista a concorrência e seus respectivos pontos fortes, pois os pontos fortes da concorrência é que devem ser desafiadores, afinal, NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 10h21
[] [envie esta mensagem] []


 
  

NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS - Parte 04

(Todas as postagens foram baseadas em fatos reais durante a minha vivência como consultor)

Negócios foram feitos para ser rentáveis, mas por que alguns não são tão rentáveis? Muitas vezes porque o Administrador se sente uma estrela que brilha e ilumina o seu empreendimento. Brilha tanto que ofusca os seus principais parceiros, dentre eles a sua equipe.

Se esta estrela justificasse tanto tal brilho, é discutível a necessidade de ter equipe. Para que tê-la se o Administrador a julga incompetente?Se a equipe é incompetente, quem a escolheu para ser sua equipe?

Se a equipe dura muito pouco ao redor da estrela, quem é o responsável por este giro rápido? Será que a estrela espanta a equipe?

Se a estrela justifica brilhar tanto, porque o negócio muitas vezes não é iluminado?

Uma estrela que brilha não deveria ter melhor sorte financeira?

Por que alguns fornecedores fogem da estrela que brilha?

Por que alguns clientes não estão ao redor da estrela que brilha?

Por que será que a equipe boicota a estrela sem que ela se dê conta?

Será que a ponta da estrela espeta os parceiros a ponto de não conseguir destes o apoio necessário para o sucesso do empreendimento?

Sempre costumo orientar os meus clientes com esta reflexão para que percebam que tudo que acontece em sua vida tem um único responsável. Todo Administrador deve ter o tal do "semancol" e perceber que se algo não vai bem em nos seus negócios, o único culpado disto é o próprio, pois este não está sendo capaz de tornar o negócio rentável, obter apoio da equipe, revisar ou mudar o foco, se adaptar às novas exigências ou necessidades do mercado, ser humilde e procurar ajuda, transformar o seu marketing de passivo para ativo e perceber que não basta ter uma estrutura física de empresa, tem que "arregaçar as mangas" e competir,  afinal, negócios foram feitos para ser rentáveis.



Escrito por Edson Carlos de Oliveira às 02h17
[] [envie esta mensagem] []


 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]  
 
 

HISTÓRICO



OUTROS SITES
 CONSULORIA DE CUSTOS
 CONSULTORIA CONTÁBIL
 AMPUTADOS VENCEDORES
 EFEITOGILSON - PALESTRANTE / SEG.TRABALHO / PRODUTOR DE VÍDEO
 TUDO PARA A SUA EMPRESA
 ADNI USINAGENS
 ADVOCACIA PASPALTZIS
 FOCUS-ERP/NF-ELETRÔNICA
 3R&D AUTOMOTIVE
 ABC EXPURGO
 ALEIXO PEÇAS
 ALCIDES CABELEREIROS E COLORIMETRIAS
 ALTERNATIVA CFTV
 AMADOLCE BUFFET
 AREIA BRANCA CONSTRUÇÕES
 ART & FAX COMUNICAÇÃO VISUAL
 CAPRICCIO PIZZARIA
 COLAUTO MASSAS AUTOMOTIVAS
 COMPRIME COMPRESSORES
 CONECTEM PEÇAS
 CORPO DEZ ACADEMIA
 COSTA JUNIOR GASES INDLS
 ECCO CONTROL PRAGAS
 EMPÓRIO P PERFUMES E COSMÉTICOS
 FLORATA PIZZAS E BURGERS
 FUMACÊ FORMICIDA
 GARANTIA SEG. ELETRÔNICA
 GUIA DO DELIVERY
 GUIA DOS EMPRETECOS
 H1 LIMPEZA FINA
 HOLLY'S PIZZAS E BURGERS
 HOME DESIGN DECORAÇÕES
 INBRAMEQ NO-BREAKS
 INJETORAS AMÉRICA
 IPP PLÁSTICOS
 IRMÃOS OLIVIERI EMBALAGENS
 JEROD LUBRIFICANTES
 KING EMBREAGENS
 LA MAMMA RESTAURANTE
 LEMAR INK TONERS
 LINHA D'ÁGUA VIVA GRÁFICA
 MADEIRAS NATIVA
 MAGAZINE PANDA
 MR. GRIN PUBLICIDADES
 MULTSOLDA USINAGENS
 OXIOSASCO GASES INDLS
 PLATAFORMANET SITES
 PLESSEY TELECOM
 PREPARA DIADEMA
 PREPARA IPIRANGA
 PREPARA MAUÁ
 PVFLEX BRICOLAGENS
 RETIVAM COMP. MECÂNICOS
 SUPORTE SOLUÇÕES ECOLÓGICAS
 TECMAQ SOLDA PONTO
 TOPGOOGLE LINKS PATROCINADOS
 VENKURI PROD. HOSPITALARES


VOTAÇÃO
 Dê uma nota para meu blog!